Cuidado com os Ventos!

Esta chegando uma nova primavera e com ela, muitos ventos.

Pouca gente sabe que os ventos em excesso podem ser tão prejudiciais a saúde quanto calor, frio, umidade ou secura demais.

Mas os ventos guardam um perigo extra: eles podem ser de origem externa ou interna.

Mas o que o vento faz em nosso organismo?

Em primeiro lugar, o vento é um veículo para empurrar o frio, a umidade, o calor e a secura para dentro de nosso corpo.

Só isso já seria uma razão para prestar atenção.

Mas não é só isso.

O excesso de vento afeta nosso sistema nervoso e se acumula no fígado enos ossos, causando diversos problemas que vão desde de inflamações da garganta, osteoporose, até A.V.C.

Já os ventos internos, são nossos velhos conhecidos: os gases.

Estes são acumulados pela fermentação de alimentos inadequados ou preparados de forma imprópria.

Você reconhece esta condição nas pessoas que tem o ventre inchado e duro ou que apresentam muitos gases.

Alimentos que favorecem a formação de gases são muitos, tais como a cerveja, a cebola, os feijões preparados inadequadamente, só para dar um exemplo.

Os dois tipos de vento – seja de origem interna ou externa – se acumulam nas fascias, finissimas camadas de tecido conjuntivo que servem (entre outras coisas) para fazer o preenchimento dos espaços entre os órgãos internos.

Quando estes ventos se movimentam dentro do corpo (o que é bem comum), é que os problemas podem acontecer.

Quando tudo dá certo, eliminamos os gases por cima (aerofagia – o popular arroto) ou por baixo (esse você conhece bem também!).

Como já dizia o Shrek, melhor para fora, do que para dentro. 😉

Mas não é tão simples em alguns casos e os ventos podem pegar outro caminho e se desviar para o coração – provocando ataques cardíacos – ou para a cabeça – provocando derrames.

Outro problema comum causado pelo movimento dos ventos dentro do corpo são as paralisias musculares.

As consequências disso podem ser leves ou fatais, portanto é bom começar a ter cuidado com o excesso de vento no corpo.

Mas o que faz o vento se mover pelo corpo?

A principal causa de seu movimento são as emoções negativas e o excesso de estresse.

As emoções negativas agitam o vento acumulado na ventre e nas fascias, fazendo com que este se desaloje e circule pelo corpo de forma perigosa.

E quais são os sinais do acúmulo de vento?

Alguns deles são conhecidos: muitos gases, arrotos frequentes – mas outros nem tanto, como cãibras, tremor na pálpebra, juntas que estalam, irritabilidade constante e o mais grave, sensação de pontadas na cabeça.

Se você sentir pontadas na cabeça é por que o vento já está se acumulando na parte superior do corpo e deve buscar ajuda para eliminar isso, o quanto antes.

Algumas ervas que eliminam o vento da cabeça são o Mulungu, a Passiflora e o Tribulus, mas antes de usar qualquer erva é importante se consultar com um fitoterapeuta qualificado e prestar atenção nas contraindicações.

Também existem ervas para eliminar vento de outras partes do corpo.

Isso é muito importante por que podemos prevenir que o vento contido em outras partes do corpo comece a se mover e se aloje em partes mais perigosas para nossa saúde.

O vento externo gosta de entrar pelos poros em geral, mas também pela nuca, boca, olhos, pulsos e tornozelos.

São estas regiões do corpo que precisamos proteger mais, em dias muito ventosos.

Fique ligado!

A medicina da abelha

Você sabia que as abelhas podem ser indicadores biológicos do equilíbrio ambiental e que algumas espécies de plantas dependem muito desses insetos para se propagarem?

Sabia também que o ser humano é muito beneficiado por esses seres vivos?

Pois é na polinização das flores que as abelhas mais contribuem, dando origem aos frutos de inúmeras espécies vegetais e chegando a aumentar a produtividade de plantas cultivadas em até 500%.

Mas as mudanças que o homem tem imposto ao seu ambiente vem reduzindo a abundância de abelhas silvestres, até mesmo levando a extinção de outras, colocando em risco a produção de alimentos e a preservação de muitos ambientes naturais e das espécies que neles habitam em especial as plantas.

A espécie de abelha brasileira (conhecida popularmente como arapuá) é capaz de ocupar áreas degradadas e compensar o declínio de outros polinizadores que não resistem à degradação de uma área.

A origem das abelhas iniciou-se paralelamente ao surgimento das primeiras plantas. As flores eram fonte de alimento para as abelhas primitivas que forneciam as suas crias somente como complemento.

As primeiras abelhas surgiram a partir das vespas, diferindo posteriormente em anatomia, fisiologia e comportamento.

Enquanto as abelhas se especializaram em produtos de origem vegetal (pólen, néctar e óleos), produtos estes muito importantes para o consumo humano, as vespas mantiveram os hábitos primitivos de caçar outros insetos e aranhas para fornecer alimentos às larvas (GULLAN & CRANSTON 2007).

A relevância dessa relação nos beneficiou muito com produtos riquíssimos e poderosos para nossa alimentação e saúde como o mel, que tem propriedades medicinais, especialmente relacionadas ao fortalecimento do sistema imunológico, propriedades antibacterianas, antifúngicas, anti-inflamatórias, cicatrizantes, analgésicas, sedativas, expectorantes, emolientes, digestivas, laxativas e diuréticas.

Outro produto proveniente do trabalho das abelhas é a própolis verde que contém ácidos muito eficientes na prevenção e tratamento do câncer. Seus princípios ativos proporcionam excelentes resultados contra bactérias e vírus.

A geleia real é um outro alimento especial que nos é ofertado pela ação das abelhas.

A geléia produzida pelas abelhas é tão rica e poderosa que contém em sua composição proteínas, carboidratos, 14 vitaminas, hormônios, enzimas, 13 minerais, 18 aminoácidos, substâncias biocatalizadoras nos processos de regeneração de células desenvolvendo importantes ações no corpo humano.

Tudo isso acontece graças ao pólen das plantas (que é o alimento das abelhas) que se destaca por possuir princípios ativos para a cura de várias doenças através das plantas medicinais do qual ele é coletado.

Gosto muito de enfatizar uma explanação de uma especialista em ecossistemas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (Gemmill-Herren / FAO).

Ela diz que a planta investe mais recursos na flor que foi polinizada por insetos do que a que sofreu sua propagação por outros meios, e isso significa que a fruta que nasce desta flor terá maior valor nutricional, medicinal e um melhor sabor.

Assim, reconstruir constantemente nossa interação com o planeta, a favor da harmônica integração de tudo que nele vive e existe, resultará em uma vida sustentavelmente mais feliz.

Katy Ramos é bióloga e pedagoga, proprietária da KR.AMBIENTAL e atuante desde 1994 em projetos sociais, educativos e ambientais e agora, colaboradora do ERVANARIUM.

Por que a hora do chá é as 17h?

A Índia foi colonizada pelos britânicos durante mais de 200 anos e muitos dos hábitos ingleses foram modificados por este verdadeiro “choque cultural” ocorrido entre duas visões de mundo tão diversas.

Dentre as mudanças que afetaram a vida inglesa, temos o hábito do chá das 5 ou, para ser mais exato, das 17 horas.

Muita coisa já foi dita sobre isso, mas uma razão para a hora do chá ser as 5, e não as 3 ou às 4 horas, tem haver com a nossa fisiologia.

Os indianos, muito mais avançados do que os ingleses no conhecimento sobre a saúde humana, sabem que das 15 às 17 horas é o horário da bexiga.

Neste horário, a energia de nosso corpo está mais intensa nos canais da bexiga, que é um órgão que sabidamente se ressente do excesso de calor e umidade.

Calor e umidade são uma das principais causas das infecções urinárias.

Por isso crianças que não são trocadas com frequencia ou pessoas que não se higienizam após o sexo, são tão propensas a esse tipo de distúrbio de saúde.

Assim, quem toma chá quente (ou mesmo café e chimarrão!) neste horário, está concentrando umidade (água) e calor (água quente) no organismo, em um dos horários menos propícios para isso.

A partir das 17 horas tudo muda e podemos consumir líquidos quentes com tranquilidade e até de forma bem positiva.

Pense nisso ao tomar seu café no meio da tarde ou ao fazer um tratamento a base de chás.

As vezes não sabemos por que um tratamento não está dando o resultado desejado e uma possibilidade pode ter haver com o horário onde são administradas as doses.

O efeito medicinal de seu tratamento pode ser bastante prejudicado se você tomar uma dose entre 15 e 17 horas.

O corpo é bem mais complexo do que imaginamos e tudo tem hora e lugar certo para acontecer, se quisermos ter boa saúde.

Se você deseja aprender mais sobre como funciona a energia do seu corpo, pode começar acessando o vídeo abaixo:

Você está hidratado?

SINTOMAS

Os sintomas da desidratação são bem conhecidos: vômitos, diarreia, boca seca e grudenta, pouca urina ou muito amarela (principalmente ao longo do dia), ausência de fluido lacrimal, olhos fundos (encovados), moleira baixa (nos nenês) e até mesmo, em casos ainda mais graves, letargia e coma.

O mais surpreendente é que existe outro conjunto de sinais que indicam não necessariamente uma desidratação clássica, mas algo que poderia ser chamado de forma mais apropriada como SUB-HIDRATAÇÃO.

A sub-hidratação é bem mais furtiva do que a desidratação clássica, mas nos prejudica muito e, por ser mais complicada de detectar, pode acompanhar algumas pessoas por toda a vida.

Um dos perigos da sub-hidratação é que, como sabemos, a água é o combustível básico para o bom funcionamento de todo o corpo e, principalmente, do cérebro.

Assim, várias funções vitais importantes entram em baixa quando não estamos devidamente hidratados.

Outro aspecto importante é que mesmo os medicamentos têm dificuldade de agir da forma esperada quando nossos níveis de hidratação não estão adequados, pois o cérebro tem dificuldade de enviar comandos corretos.

Imagine quantas pessoas que recebem um tratamento apropriado, mas que o organismo não reage adequadamente apenas por que o equilíbrio hidro químico do corpo está deficiente!

Dessa forma, é importante entender que qualquer tratamento, de qualquer tipo de terapia, deve iniciar com a confirmação de que estamos devidamente hidratados.

Caso isso não ocorra, você pode ter o melhor tratamento do mundo e seu organismo não será capaz de reagir da forma certa.

Quer saber se você está sub-hidratado?

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As conexões ocultas do seu corpo

Os orientais se dedicaram ao longo de milênios a compreender as conexões internas entre diversos órgãos vitais e demais estruturas do nosso corpo.

Por exemplo, tudo que abre e fecha no corpo, ou seja, esfíncteres como olhos, ânus, boca e até nossa capacidade de abrir e fechar determinados músculos como o períneo e a mão, depende da qualidade da energia do baço.

Outro exemplo, é que a qualidade de nossa visão está diretamente relacionada a qualidade do sangue do fígado.

Mesmo terapeutas nem sempre sabem que o fígado armazena até 3 litros de sangue dentro de si e que a qualidade das substâncias químicas que ingerimos irá interferir na química de boa parte de nosso sangue.

E no fim das contas, isso vai afetar a qualidade de nossa visão.

Mas isso é só o começo.

Existe muito mais para se saber e entender, mesmo que você só queira obter autoconhecimento, o que é muito importante.

Agora se você for um terapeuta, este conhecimento é fundamental.

Sem saber as conexões internas dos órgãos internos é muito dificil fazer uma avaliação com um mínimo de precisão e determinar a melhor forma de abordar um problema.

Se você gostou do assunto e deseja saber mais, disponibilizo aqui o link para assistir a primeira aula de meu curso – Energia e Saúde Natural, gratuitamente para você.

Nesta aula apresento as funções fisiológicas e energéticas do fígado e suas co-relações com diversas partes do corpo e seu funcionamento.

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Pernas cansadas nunca mais

A Castanha da Índia tem propriedades excelentes para fortalecer o sistema circulatório, aliviar cãibras e cansaço nas pernas.

Veja como proceder:

Adicione 5 colheres de sopa de pó de castanha-da-índia em uma garrafa de álcool etílico a 70%. Fechar a garrafa e deixar descansando por duas semanas em uma janela à luz do sol.

Coloque, a seguir, o preparado em uma garrafa escura, limpa e bem tampada e conserve ao abrigo do sol. Para a utilização, dilua 5 colheres de sopa em 1 litro de água e faça imersão.

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