Ervas Medicinais e os Sabores que podem Curar Tudo

Quando pensamos no sabor de algo, nem sempre nos vem a mente que isto terá um impacto no nosso organismo.

Cada erva, cada planta, tem um, ou mais sabores que lhes confere características medicinais próprias.

Estes sabores têm influência direta na capacidade curativa que uma planta pode apresentar, mas não necessariamente são reconhecidos da mesma forma, pelo nosso paladar.

Mas vamos explicar isso melhor.

Uma erva com sabor doce, pode não ser doce ao paladar.

Ou seja, os sabores das ervas determinam as qualidades energéticas que elas desempenham e não necessariamente, o seu gosto ao serem ingeridas.

Todas as ervas medicinais se apresentam em 6 sabores básicos: doce, amargo, picante, ácido, salgado e adstringente.

Alguns textos também falam sobre a existência do sabor neutro, mas este não existe sem estar associado a outros sabores e sua presença é muto sutil. Dessa forma, vamos deixar este de lado, por hora.

Assim prosseguindo, uma erva pode ser doce ou amarga ou doce e ácida, talvez picante e amarga ou ainda picante, doce e adstringente, etc.

De fato, todas as combinações de sabores são possíveis, mas a presença (ou ausência) de algum destes seis tipos, vai determinar o papel terapêutico que uma erva medicinal pode desempenhar.

Cada sabor representa uma qualidade medicinal.

Assim, sempre é muito importante conhecer qual o sabor, ou os sabores, das ervas medicinais que queremos usar, para confirmar se elas serão capazes de oferecer os recursos medicinais que necessitamos.

Vamos ver agora as propriedades de cada um dos sabores e o que eles promovem em nosso organismo.

DOCE

As ervas de sabor doce têm a mesma natureza do corpo humano e sua ação faz crescer todos os tecidos do corpo. Ativa a longevidade e atua em todos os 5 sentidos, na mente, e da força e melhora a compleição.

Este sabor ajuda a neutralizar envenenamentos e alivia secura e sensações de queimação. Promove a saúde do cabelo e da pele e melhora a qualidade da voz e da energia geral do organismo.

Seu uso em excesso promove a obesidade, flacidez e letargia.

Exemplo de ervas de sabor (predominantemente) doce:

Alcaçuz, Abacate, Pedra Ume Caá, Ginseng e Malva (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

ÁCIDO

Este sabor melhora o paladar dos alimentos, estimula o fogo digestivo, confere resistência ao corpo, revigora, desperta a mente, confere precisão aos 5 sentidos, aumenta a força, elimina gases, dá contentamento ao coração, promove a salivação, melhora a deglutição, hidrata e digere alimentos, além de melhorar a capacidade nutritiva do que é ingerido.

Promove o metabolismo e a circulação.

Seu uso em excesso provoca sensibilidade nos dentes, desidratação, arrepios e eleva as toxinas no sangue.

Exemplo de ervas de sabor ácido:

Limão, Graviola e Crataego (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

SALGADO

Este sabor promove a digestão, a hidratação e ativa o fogo digestivo. Atua como um laxativo, desobstruente e sedativo.

Alivia massas endurecidas, contrações e dissolve acúmulos. Promove a salivação, liquefaz acúmulos de umidade, limpa os vasos, amacia todos os órgãos do corpo e confere sabor aos alimentos.

Seu excesso leva a estagnação do sangue, provoca sede, pode estimular desmaios e sensação de queimação e promover a erosão e perda muscular.

Exemplo de ervas de sabor salgado:

Gergelim, Cálcio de Ostra, Fucus e Chlorella (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

PICANTE

O sabor picante limpa o paladar, incrementa o fogo digestivo, dissolve secreções nasais, clareia os sentimentos e estimula a lacrimejação.

Trata o torpor intestinal, reduz a obesidade, reduz o inchaço abdominal e remove o excesso de líquidos do organismo. Também confere gosto aos alimentos, alivia coceiras, elimina parasitas intestinais, move o sangue e dissolve coágulos, libera obstruções, abre os vasos e dissolve umidades.

Seu uso em excesso pode promover o enfraquecimento da virilidade, desmaios e prostração, perda de consciência e tonturas. Também pode provocar queimação na garganta e sensação de queimação em todo o corpo, aumento da sede e diminuição da força.

Exemplo de ervas de sabor picante:

Gengibre, Pimenta Preta, Agrião, Guaco e Canela (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

AMARGO

Apesar deste sabor agradar a poucas pessoas, quando nos referimos a questões que envolvam o paladar, as ervas amargas são capazes de desintoxicar o organismo, agir como bactericida, eliminar vermes e parasitas intestinais, aliviar sensação de queimação e coceiras, diminuir a sede e alivia inflamações da pele.

O sabor amargo “enxuga a pele e os músculos, diminui a temperatura interna, aliviando febres, promove a digestão e o fortalecimento do fogo digestivo, remove acúmulos de gordura corporal, purifica o organismo e remove acúmulos através da medula, linfas, suor, urina e evacuação.

Seu uso em excesso pode ressecar o organismo.

Exemplo de ervas de sabor amargo:

Carqueja, Alcachofra, Picão Preto, Boldo do Chile e Cardo Mariano (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

ADSTRINGENTE

Este sabor é sedativo, interrompe diarreia, auxilia nas dores das juntas, promove a cicatrização de feridas e machucados, estanca hemorragias e promove a absorção dos fluidos corpóreos.

Este sabor sempre está associado a um outro sabor. Não existe nenhuma erva que seja exclusivamente adstringente.

Em excesso, seu uso pode causar secura na boca, desconforto no coração, constipação, enfraquecimento da voz, escurece a pele, obstrui os canais circulatórios, causa envelhecimento precoce e enfraquecimento geral do corpo.

Exemplo de ervas de sabor adstringente:

Hamamélis (que também é amarga), Hibisco (que também é doce), Sálvia (que também é picante), Pata de Vaca e Tansagem (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

Todas ervas tem um sabor de entrada, conhecido no Ayurveda como Rasa.

Mas também contam com um sabor de saída, chamado de efeito pós-digestivo. Esse efeito, conhecido no Ayurveda como Vipaka, é o sabor residual. Ou seja, o sabor final da erva após a sua digestão e este nem sempre é igual ao seu sabor inicial.

Mas meu amigo(a), isso já é assunto para um novo post! 😀

Gosto deste assunto? Deixe seus comentários abaixo para que nós possamos dar continuidade a este tema.

Um grande abraço pra você!

 

 

 

 

 

9 Boas Ervas para quem é Bom de Garfo

Nada melhor do que uma mesa farta, com pessoas queridas reunidas, compartilhando uma refeição feita com cuidado, carinho e ótimos ingredientes, não é mesmo?

A combinação de boas pessoas, bons ingredientes e bons procedimentos só pode ficar melhor se incluirmos também, boas ervas, nesta combinação.

Existem muitas ervas que podem participar do processo de nutrição e assimilação dos alimentos.

Um primeiro grupo é o das ervas condimentares.

Estas são as que serão utilizadas desde o início do processo, seja para marinar, condimentar ou mesmo acrescentar ao final do processo de preparação dos alimentos.

Estas ervas conferem aroma, sabor e também contribuem, desde o início do processo da alimentação, para que a digestão seja adequada e que facilite o trabalho do estômago e demais órgãos.

O segundo grupo de ervas é o que ingerimos após as refeições.

A função destas ervas é de auxiliar o fígado, o estômago, o baço, o pâncreas e os intestinos na tarefa de digerir e assimilar os nutrientes dos alimentos consumidos.

Muitas destas ervas (dos dois grupos) também estão na categoria dos antídotos, ou seja, ervas que são capazes de anular toxinas presentes nos alimentos já no processo de cocção.

Mas neste artigo, vamos nos concentrar nas ervas do segundo grupo: as ervas que auxiliam o processo da digestão.

Existem muitas ervas maravilhosas que podemos (felizmente) escolher e destacar, mas neste texto vamos dar uma atenção especial a um grupo de ervas que atua junto aos principais atores do processo da digestão: Fígado, Estômago, Baço e Intestino Delgado.

Elegemos 9 ervas que tem a propriedade de tornar mais fácil o processo de digerir os alimentos e mover o bolo alimentar, mas que também protegem e regeneram estes importantes órgãos que trabalham duro para nos dar energia e saúde.

Os orientais dizem que toda a saúde começa pelo estômago.

Eles também entendem que este órgão, juntamente com os pulmões, são os responsáveis pela nossa primeira linha de defesa imunológica.

Assim, tratar bem do estômago é mais do que ter uma boa digestão. É cuidar de nossa saúde como um todo.

Selecionamos três ervas maravilhosas para favorecer a digestão e recuperar o estômago: Espinheira Santa, Gengibre e Canela.

1º – Espinheira Santa

A espinheira santa é uma das mais poderosas ervas para recuperar o estômago em qualquer tipo de questão de saúde, mas também tem propriedades que favorecem a digestão e auxiliam na proteção da parede gástrica.

Isso é especialmente importante para pessoas que já apresentam lesões no estômago e que sofrem com dores.

Ao tomar a erva antes das refeições, esta prepara o estômago para receber os sucos gástricos e previne dores ao se alimentar.

Um hábito comum nos estados do Sul e do Centro-Oeste, é o de tomar chimarrão.

A erva-mate é conhecida por sua grande quantidade de xantinas que agridem a parede do estômago, ao longo dos anos. Acrescentar a espinheira santa na mistura com a erva mate pode ajudar (e muito) a manter seu estômago a salvo.

2º – Gengibre

Os orientais dizem que o gengibre é uma das especiarias mais benéficas que existe.

Esta erva pode ser incluída já durante a preparação dos pratos, mas também tem uma função posterior a ingestão de alimentos e deve ser utilizado como um digestivo eficaz após consumir os alimentos.

Para isso, basta tomar 50 ml da decocção de gengibre após se alimentar, para favorecer a digestão e promover o esvaziamento do estômago.

Além disso, se após se alimentar você sentir náuseas, é esta erva que pode lhe ajudar.

Para intoxicações de todo tipo, também prefira a decocção de gengibre, principalmente se a causa forem frutos do mar.

3º – Canela

A canela, a exemplo do gengibre, também tem uma importante função condimentar e é com frequência utilizada na preparação de diversos pratos, principalmente os de sabor doce ou, como na cozinha turca, para preparar carnes vermelhas.

Mas sua função de promotor da atividade gástrica ajudará também no processo digestivo. Uma boa maneira de aproveitar as suas maravilhosas propriedades é através da ingestão de um vinho medicinal de canela. Para fazer este vinho é bem fácil.

VINHO MEDICINAL DE CANELA

Escolha uma garrafa de um vinho que você aprecie e adicione 30g de ramos de canela à bebida e deixe descansar no escuro por 30 dias.

Ao final do prazo, retire a canela e utilize o vinho preparado antes das refeições. A dose indicada é de um cálice de licor, antes de consumir uma refeição. Principalmente se a esta contar com pratos à base de carnes.

As próximas três ervas foram selecionadas por suas propriedades de proteger e estimular as funções hepáticas, que são muito importantes no processo da digestão já que o fígado produz a bile, uma secreção fundamental para a assimilação dos alimentos.

As três ervas selecionadas são: Alcachofra, Carqueja e Boldo do Chile. São as ervas 4, 5 e 6 da nossa indicação.

4º – Alcachofra

A alcachofra é uma erva muito segura que faz o papel de um tônico amargo que estimula a produção abundante de bile.

A bile é a substância que torna possível a absorção das gorduras e de demais substâncias nutritivas no intestino delgado. Além disso, a bile tem propriedades lubrificantes que facilitam o trajeto do bolo alimentar dentro dos intestinos, favorecendo inclusive, a eliminação.

Se você comeu algo e se sentiu pesado, considere tomar uma cápsula de alcachofra de 250 mg.

5º – Carqueja

A carqueja, a exemplo da alcachofra, também é um tônico amargo que estimula a bile. A diferença entre estas duas ervas é que a carqueja tem uma função especial que pode ser desempenhada se for ingerida antes das refeições.

Neste caso, tomada em jejum, os princípios ativos da carqueja irão ser absorvidos nos mesmos receptores intestinais para a gordura. Assim, ao ingerir a carqueja ela irá “ocupar” o lugar onde antes seria absorvida a gordura, que como não consegue ser completamente assimilada, acaba por ser eliminada (em parte), na evacuação.

Isso pode ajudar pessoas que precisam emagrecer ou que tem necessidade de consumir uma dieta pobre em gorduras, por razões de saúde.

É um recurso formidável, mas que deve ser utilizado com muita sabedoria, pois ao contrário do que muitos acreditam, o corpo precisa de gorduras para viver.

6º – Boldo do Chile

Esta erva é muito eficiente em estimular as funções do fígado e da vesícula.

Se você a utilizar com muita moderação, poderá se beneficiar de seus princípios medicinais.

Só não deve exagerar. Tomado com frequência (mais de duas vezes por semana) a erva começa a acumular toxinas que prejudicam a função hepática.

Também se você já sofre com problemas de fígado e vesícula, deverá evitar esta planta. Neste caso, prefira as duas opções acima, que são muito seguras.

A terceira e última parte do nosso artigo fala das ervas que favorecem as funções digestivas do Baço e do Pâncreas.

Estes dois órgãos são responsáveis pelo controle do açúcar no organismo através da produção de insulina.

Algumas pessoas têm problemas em manter seus triglicerídeos e sua glicemia em níveis adequados. Se esse for o seu caso, experimente saber mais sobre as três ervas que selecionamos para você: Pedra Ume Caá, Pata de Vaca e Alcaçuz. Estas são as ervas 7, 8 e 9 da nossa seleção.

7º – Pedra Ume Caá

Esta é uma das mais impressionantes ervas para reduzir a taxa glicêmica do organismo. Após ingerir o chá, seu efeito pode ser percebido em menos de 30 minutos.

Esta erva também é conhecida como “insulina vegetal” e deve ser usada com muita atenção por pessoas que não precisem controlar suas taxas de açúcar.

Mesmo que esse seja o seu caso, use esta erva com atenção se estiver tomando medicamentos para diabete, pois o poder da erva é tão grande que pode potencializar efeitos de outros remédios.

8º – Pata de Vaca

A Pata de Vaca é uma alternativa mais suave ao uso da Pedra Ume Caá.

Suas funções são similares, mas a sua intensidade é menor e pode ser desejável para pessoas que estejam fazendo uso de medicamentos ou que tenham seus níveis glicêmicos apenas levemente fora do padrão ideal.

9º – Alcaçuz

Esta erva é uma das mais benéficas para todo o aparelho digestivo, mas tem a função de favorecer a digestão como um todo e dar energia para o Baço e o Pâncreas em todo o processo.

Além disso, é uma erva que previne envenenamentos e intoxicações alimentares, ajudando os ingredientes de uma refeição a se harmonizar, evitando com isso as indigestões.

Para esse efeito se processar, ingira o chá da erva imediatamente após a refeição.

Então aqui apresentamos 9 ervas medicinais que são amigas do sistema digestivo.

Com estas ervas ao seu alcance, você tem tudo para ter boas refeições e manter a saúde sempre em dia.

O remédio amargo cura?

Bom mesmo é o remédio amargo! – diziam os antigos.

Mas porque?

Bem, para entender isso melhor, precisamos primeiramente saber que o sabor das ervas tem sim influência sobre a sua ação sobre determinados órgãos internos.

Por exemplo, as ervas de sabor doce, atuam sobre o baço e o estômago. Já as de sabor picante, agem sobre o pulmão, e assim por diante.

Mas e as ervas de sabor amargo?

Estas agem sobre o fígado, que é um dos principais órgãos do nosso corpo. Tão importante que, inclusive, é um dos únicos órgãos que consegue se regenerar, mesmo quando somos adultos (quando cuidamos bem dele, claro!).

O fígado atua em diversas áreas do organismo como na digestão, excreção, regula algumas funções menstruais, acumula e processa algumas substâncias do sangue, além de ser o senhor do metabolismo e da visão.

Em inglês, o nome para o fígado é Liver, que pode ser traduzido como “vivente” ou “o que vive”.

As ervas amargas tem especial atuação sobre o fígado e por isso que o remédio amargo, muitas vezes, é o bom, por que recupera e regulariza as funções do fígado – o vivente que nos faz viver bem e felizes.

Algumas ervas amargas excelentes para você conhecer mais:

FEL DA TERRA (clique aqui para mais informações)

CARQUEJA (clique aqui)

PICÃO PRETO (clique aqui)

FEDEGOSO (clique aqui)

CARDO MARIANO (clique aqui) 

Se você gostou destas informações, fique a vontade para compartilhar ou adicionar este link a sua página.

Só lembre de creditar a fonte, ok? 😉

O valor da GHEE medicada

Nos tempos atuais, quando as estruturas emocionais ou mentais são abaladas por inúmeras situações em contextos desestabilizadores no cotidiano, o sistema esquelético é impactado por sintomatizações que registram moléstias nas articulações, ora percebidas como rotas de fluxo de energias, bem como endereço de substâncias específicas. Em observação à relação de plantas medicinais elencadas pelo Método 40-20 da ERVANARIUM, e categorizadas como ervas para cuidar de reumatismo, foram selecionadas duas específicas plantas medicinais, dentre as 40 ervas, para tratar tais moléstias. Considerando critérios particulares do autor quanto ao critério de praticidade e aceitação para o paciente, foi estabelecida a estratégia do uso tópico. Desta forma, foi agregado o valor terapêutico da Ghee medicada com as ervas selecionadas para a formulação.

As ervas selecionadas, e pertencentes à categoria para agir contra o reumatismo são a Cordia verbenacea DC. e a Harpagophytum procumbens DC., que também participam do elenco de espécies vegetais RENISUS, a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS.

Por ser uma espécie medicinal de amplo uso tradicional e de interesse para validação de suas ações farmacológicas anti-inflamatória e analgésica, a serem recomendadas para Artralgias e doenças reumáticas, a Harpagophytum procumbens DC., cujo nome popular é Garra-do-Diabo, foi escolhida.

A restrição para o uso interno da Garra-do-Diabo, por gestantes, cabe à justificativa de sua ação Ocitócica (ALONSO, BISSET, BRINKER).

A ação farmacológica anti-inflamatória da Cordia verbenacea DC., cujo nome popular é Erva-Baleeira, considerando a parte das folhas, é também citada pelo PROPLAM.

O critério de seleção destas duas espécies medicinais foi a interação medicamentosa positiva de sinergia entre a Garra-do-Diabo e a Erva-Baleeira, consolida esta formulação na forma de pó de planta.

A referência e a adoção da Ghee, que medicada com ervas medicinais passa à denominação de Ghrita, na medicina Ayurvédica, traz o valor agregado, de ser algo além de apenas um veículo inócuo para as plantas medicinais, o valor de ser a “essência das plantas”.

Os locais de aplicação desta formulação devem ser apontados como os pontos de dor e regiões adjacentes servida por tendões, músculos, ligamentos, cartilagens e fáscia muscular, estes os elementos conexos do sistema esquelético, identificados por práticas vibracionais ou mesmo por tradicionais diagnósticos das medicinas orientais.

O autor foi participante do Primeiro Congresso Internacional de Prática Integrativas e Complementares e Saúde Pública, ocorrido de 12 à 15 de março de 2018, na cidade do Rio de Janeiro. Neste congresso as discussões sobre o perfil do prescritor de fitoterápico, bem como os óbices metodológicos para a comprovação cientifica das plantas medicinais para oficialização, estão sendo vistas à luz de novas questões e atributos.

Aprenda mais sobre o uso prático e seguro das ervas medicinais no curso de Fitoterapia Contemporânea – Método 40-20.

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Curso com certificação pelo ERVANARIUM.

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