Ervas Medicinais e os Sabores que podem Curar Tudo

Quando pensamos no sabor de algo, nem sempre nos vem a mente que isto terá um impacto no nosso organismo.

Cada erva, cada planta, tem um, ou mais sabores que lhes confere características medicinais próprias.

Estes sabores têm influência direta na capacidade curativa que uma planta pode apresentar, mas não necessariamente são reconhecidos da mesma forma, pelo nosso paladar.

Mas vamos explicar isso melhor.

Uma erva com sabor doce, pode não ser doce ao paladar.

Ou seja, os sabores das ervas determinam as qualidades energéticas que elas desempenham e não necessariamente, o seu gosto ao serem ingeridas.

Todas as ervas medicinais se apresentam em 6 sabores básicos: doce, amargo, picante, ácido, salgado e adstringente.

Alguns textos também falam sobre a existência do sabor neutro, mas este não existe sem estar associado a outros sabores e sua presença é muto sutil. Dessa forma, vamos deixar este de lado, por hora.

Assim prosseguindo, uma erva pode ser doce ou amarga ou doce e ácida, talvez picante e amarga ou ainda picante, doce e adstringente, etc.

De fato, todas as combinações de sabores são possíveis, mas a presença (ou ausência) de algum destes seis tipos, vai determinar o papel terapêutico que uma erva medicinal pode desempenhar.

Cada sabor representa uma qualidade medicinal.

Assim, sempre é muito importante conhecer qual o sabor, ou os sabores, das ervas medicinais que queremos usar, para confirmar se elas serão capazes de oferecer os recursos medicinais que necessitamos.

Vamos ver agora as propriedades de cada um dos sabores e o que eles promovem em nosso organismo.

DOCE

As ervas de sabor doce têm a mesma natureza do corpo humano e sua ação faz crescer todos os tecidos do corpo. Ativa a longevidade e atua em todos os 5 sentidos, na mente, e da força e melhora a compleição.

Este sabor ajuda a neutralizar envenenamentos e alivia secura e sensações de queimação. Promove a saúde do cabelo e da pele e melhora a qualidade da voz e da energia geral do organismo.

Seu uso em excesso promove a obesidade, flacidez e letargia.

Exemplo de ervas de sabor (predominantemente) doce:

Alcaçuz, Abacate, Pedra Ume Caá, Ginseng e Malva (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

ÁCIDO

Este sabor melhora o paladar dos alimentos, estimula o fogo digestivo, confere resistência ao corpo, revigora, desperta a mente, confere precisão aos 5 sentidos, aumenta a força, elimina gases, dá contentamento ao coração, promove a salivação, melhora a deglutição, hidrata e digere alimentos, além de melhorar a capacidade nutritiva do que é ingerido.

Promove o metabolismo e a circulação.

Seu uso em excesso provoca sensibilidade nos dentes, desidratação, arrepios e eleva as toxinas no sangue.

Exemplo de ervas de sabor ácido:

Limão, Graviola e Crataego (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

SALGADO

Este sabor promove a digestão, a hidratação e ativa o fogo digestivo. Atua como um laxativo, desobstruente e sedativo.

Alivia massas endurecidas, contrações e dissolve acúmulos. Promove a salivação, liquefaz acúmulos de umidade, limpa os vasos, amacia todos os órgãos do corpo e confere sabor aos alimentos.

Seu excesso leva a estagnação do sangue, provoca sede, pode estimular desmaios e sensação de queimação e promover a erosão e perda muscular.

Exemplo de ervas de sabor salgado:

Gergelim, Cálcio de Ostra, Fucus e Chlorella (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

PICANTE

O sabor picante limpa o paladar, incrementa o fogo digestivo, dissolve secreções nasais, clareia os sentimentos e estimula a lacrimejação.

Trata o torpor intestinal, reduz a obesidade, reduz o inchaço abdominal e remove o excesso de líquidos do organismo. Também confere gosto aos alimentos, alivia coceiras, elimina parasitas intestinais, move o sangue e dissolve coágulos, libera obstruções, abre os vasos e dissolve umidades.

Seu uso em excesso pode promover o enfraquecimento da virilidade, desmaios e prostração, perda de consciência e tonturas. Também pode provocar queimação na garganta e sensação de queimação em todo o corpo, aumento da sede e diminuição da força.

Exemplo de ervas de sabor picante:

Gengibre, Pimenta Preta, Agrião, Guaco e Canela (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

AMARGO

Apesar deste sabor agradar a poucas pessoas, quando nos referimos a questões que envolvam o paladar, as ervas amargas são capazes de desintoxicar o organismo, agir como bactericida, eliminar vermes e parasitas intestinais, aliviar sensação de queimação e coceiras, diminuir a sede e alivia inflamações da pele.

O sabor amargo “enxuga a pele e os músculos, diminui a temperatura interna, aliviando febres, promove a digestão e o fortalecimento do fogo digestivo, remove acúmulos de gordura corporal, purifica o organismo e remove acúmulos através da medula, linfas, suor, urina e evacuação.

Seu uso em excesso pode ressecar o organismo.

Exemplo de ervas de sabor amargo:

Carqueja, Alcachofra, Picão Preto, Boldo do Chile e Cardo Mariano (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

ADSTRINGENTE

Este sabor é sedativo, interrompe diarreia, auxilia nas dores das juntas, promove a cicatrização de feridas e machucados, estanca hemorragias e promove a absorção dos fluidos corpóreos.

Este sabor sempre está associado a um outro sabor. Não existe nenhuma erva que seja exclusivamente adstringente.

Em excesso, seu uso pode causar secura na boca, desconforto no coração, constipação, enfraquecimento da voz, escurece a pele, obstrui os canais circulatórios, causa envelhecimento precoce e enfraquecimento geral do corpo.

Exemplo de ervas de sabor adstringente:

Hamamélis (que também é amarga), Hibisco (que também é doce), Sálvia (que também é picante), Pata de Vaca e Tansagem (clique nos nomes para saber mais sobre estas ervas).

Todas ervas tem um sabor de entrada, conhecido no Ayurveda como Rasa.

Mas também contam com um sabor de saída, chamado de efeito pós-digestivo. Esse efeito, conhecido no Ayurveda como Vipaka, é o sabor residual. Ou seja, o sabor final da erva após a sua digestão e este nem sempre é igual ao seu sabor inicial.

Mas meu amigo(a), isso já é assunto para um novo post! 😀

Gosto deste assunto? Deixe seus comentários abaixo para que nós possamos dar continuidade a este tema.

Um grande abraço pra você!

 

 

 

 

 

9 Boas Ervas para quem é Bom de Garfo

Nada melhor do que uma mesa farta, com pessoas queridas reunidas, compartilhando uma refeição feita com cuidado, carinho e ótimos ingredientes, não é mesmo?

A combinação de boas pessoas, bons ingredientes e bons procedimentos só pode ficar melhor se incluirmos também, boas ervas, nesta combinação.

Existem muitas ervas que podem participar do processo de nutrição e assimilação dos alimentos.

Um primeiro grupo é o das ervas condimentares.

Estas são as que serão utilizadas desde o início do processo, seja para marinar, condimentar ou mesmo acrescentar ao final do processo de preparação dos alimentos.

Estas ervas conferem aroma, sabor e também contribuem, desde o início do processo da alimentação, para que a digestão seja adequada e que facilite o trabalho do estômago e demais órgãos.

O segundo grupo de ervas é o que ingerimos após as refeições.

A função destas ervas é de auxiliar o fígado, o estômago, o baço, o pâncreas e os intestinos na tarefa de digerir e assimilar os nutrientes dos alimentos consumidos.

Muitas destas ervas (dos dois grupos) também estão na categoria dos antídotos, ou seja, ervas que são capazes de anular toxinas presentes nos alimentos já no processo de cocção.

Mas neste artigo, vamos nos concentrar nas ervas do segundo grupo: as ervas que auxiliam o processo da digestão.

Existem muitas ervas maravilhosas que podemos (felizmente) escolher e destacar, mas neste texto vamos dar uma atenção especial a um grupo de ervas que atua junto aos principais atores do processo da digestão: Fígado, Estômago, Baço e Intestino Delgado.

Elegemos 9 ervas que tem a propriedade de tornar mais fácil o processo de digerir os alimentos e mover o bolo alimentar, mas que também protegem e regeneram estes importantes órgãos que trabalham duro para nos dar energia e saúde.

Os orientais dizem que toda a saúde começa pelo estômago.

Eles também entendem que este órgão, juntamente com os pulmões, são os responsáveis pela nossa primeira linha de defesa imunológica.

Assim, tratar bem do estômago é mais do que ter uma boa digestão. É cuidar de nossa saúde como um todo.

Selecionamos três ervas maravilhosas para favorecer a digestão e recuperar o estômago: Espinheira Santa, Gengibre e Canela.

1º – Espinheira Santa

A espinheira santa é uma das mais poderosas ervas para recuperar o estômago em qualquer tipo de questão de saúde, mas também tem propriedades que favorecem a digestão e auxiliam na proteção da parede gástrica.

Isso é especialmente importante para pessoas que já apresentam lesões no estômago e que sofrem com dores.

Ao tomar a erva antes das refeições, esta prepara o estômago para receber os sucos gástricos e previne dores ao se alimentar.

Um hábito comum nos estados do Sul e do Centro-Oeste, é o de tomar chimarrão.

A erva-mate é conhecida por sua grande quantidade de xantinas que agridem a parede do estômago, ao longo dos anos. Acrescentar a espinheira santa na mistura com a erva mate pode ajudar (e muito) a manter seu estômago a salvo.

2º – Gengibre

Os orientais dizem que o gengibre é uma das especiarias mais benéficas que existe.

Esta erva pode ser incluída já durante a preparação dos pratos, mas também tem uma função posterior a ingestão de alimentos e deve ser utilizado como um digestivo eficaz após consumir os alimentos.

Para isso, basta tomar 50 ml da decocção de gengibre após se alimentar, para favorecer a digestão e promover o esvaziamento do estômago.

Além disso, se após se alimentar você sentir náuseas, é esta erva que pode lhe ajudar.

Para intoxicações de todo tipo, também prefira a decocção de gengibre, principalmente se a causa forem frutos do mar.

3º – Canela

A canela, a exemplo do gengibre, também tem uma importante função condimentar e é com frequência utilizada na preparação de diversos pratos, principalmente os de sabor doce ou, como na cozinha turca, para preparar carnes vermelhas.

Mas sua função de promotor da atividade gástrica ajudará também no processo digestivo. Uma boa maneira de aproveitar as suas maravilhosas propriedades é através da ingestão de um vinho medicinal de canela. Para fazer este vinho é bem fácil.

VINHO MEDICINAL DE CANELA

Escolha uma garrafa de um vinho que você aprecie e adicione 30g de ramos de canela à bebida e deixe descansar no escuro por 30 dias.

Ao final do prazo, retire a canela e utilize o vinho preparado antes das refeições. A dose indicada é de um cálice de licor, antes de consumir uma refeição. Principalmente se a esta contar com pratos à base de carnes.

As próximas três ervas foram selecionadas por suas propriedades de proteger e estimular as funções hepáticas, que são muito importantes no processo da digestão já que o fígado produz a bile, uma secreção fundamental para a assimilação dos alimentos.

As três ervas selecionadas são: Alcachofra, Carqueja e Boldo do Chile. São as ervas 4, 5 e 6 da nossa indicação.

4º – Alcachofra

A alcachofra é uma erva muito segura que faz o papel de um tônico amargo que estimula a produção abundante de bile.

A bile é a substância que torna possível a absorção das gorduras e de demais substâncias nutritivas no intestino delgado. Além disso, a bile tem propriedades lubrificantes que facilitam o trajeto do bolo alimentar dentro dos intestinos, favorecendo inclusive, a eliminação.

Se você comeu algo e se sentiu pesado, considere tomar uma cápsula de alcachofra de 250 mg.

5º – Carqueja

A carqueja, a exemplo da alcachofra, também é um tônico amargo que estimula a bile. A diferença entre estas duas ervas é que a carqueja tem uma função especial que pode ser desempenhada se for ingerida antes das refeições.

Neste caso, tomada em jejum, os princípios ativos da carqueja irão ser absorvidos nos mesmos receptores intestinais para a gordura. Assim, ao ingerir a carqueja ela irá “ocupar” o lugar onde antes seria absorvida a gordura, que como não consegue ser completamente assimilada, acaba por ser eliminada (em parte), na evacuação.

Isso pode ajudar pessoas que precisam emagrecer ou que tem necessidade de consumir uma dieta pobre em gorduras, por razões de saúde.

É um recurso formidável, mas que deve ser utilizado com muita sabedoria, pois ao contrário do que muitos acreditam, o corpo precisa de gorduras para viver.

6º – Boldo do Chile

Esta erva é muito eficiente em estimular as funções do fígado e da vesícula.

Se você a utilizar com muita moderação, poderá se beneficiar de seus princípios medicinais.

Só não deve exagerar. Tomado com frequência (mais de duas vezes por semana) a erva começa a acumular toxinas que prejudicam a função hepática.

Também se você já sofre com problemas de fígado e vesícula, deverá evitar esta planta. Neste caso, prefira as duas opções acima, que são muito seguras.

A terceira e última parte do nosso artigo fala das ervas que favorecem as funções digestivas do Baço e do Pâncreas.

Estes dois órgãos são responsáveis pelo controle do açúcar no organismo através da produção de insulina.

Algumas pessoas têm problemas em manter seus triglicerídeos e sua glicemia em níveis adequados. Se esse for o seu caso, experimente saber mais sobre as três ervas que selecionamos para você: Pedra Ume Caá, Pata de Vaca e Alcaçuz. Estas são as ervas 7, 8 e 9 da nossa seleção.

7º – Pedra Ume Caá

Esta é uma das mais impressionantes ervas para reduzir a taxa glicêmica do organismo. Após ingerir o chá, seu efeito pode ser percebido em menos de 30 minutos.

Esta erva também é conhecida como “insulina vegetal” e deve ser usada com muita atenção por pessoas que não precisem controlar suas taxas de açúcar.

Mesmo que esse seja o seu caso, use esta erva com atenção se estiver tomando medicamentos para diabete, pois o poder da erva é tão grande que pode potencializar efeitos de outros remédios.

8º – Pata de Vaca

A Pata de Vaca é uma alternativa mais suave ao uso da Pedra Ume Caá.

Suas funções são similares, mas a sua intensidade é menor e pode ser desejável para pessoas que estejam fazendo uso de medicamentos ou que tenham seus níveis glicêmicos apenas levemente fora do padrão ideal.

9º – Alcaçuz

Esta erva é uma das mais benéficas para todo o aparelho digestivo, mas tem a função de favorecer a digestão como um todo e dar energia para o Baço e o Pâncreas em todo o processo.

Além disso, é uma erva que previne envenenamentos e intoxicações alimentares, ajudando os ingredientes de uma refeição a se harmonizar, evitando com isso as indigestões.

Para esse efeito se processar, ingira o chá da erva imediatamente após a refeição.

Então aqui apresentamos 9 ervas medicinais que são amigas do sistema digestivo.

Com estas ervas ao seu alcance, você tem tudo para ter boas refeições e manter a saúde sempre em dia.

Mantenha sua juventude com os antioxidantes.

A maior parte das pessoas gosta de ser jovem, parecer jovem e se sentir jovem.

Mas um dos principais desafios que passamos para reter a juventude é o envelhecimento das células.

A questão é que, com o tempo, nosso organismo realiza cada vez mais esforço para renovar a grande quantidade de células que precisamos para nos manter vivos.

E como para o corpo, uma célula de um rim é mais importante do que uma célula da pele – como na região do pescoço, por exemplo – e os sinais da passagem do tempo vão se acumulando.

Mas se você quiser dar uma curva no relógio e fazer com que a juventude se mantenha por perto durante muito mais tempo então você precisa conhecer os antioxidantes.

Mas o que eles fazem em nosso favor? Muita coisa.

A poluição, a má alimentação com aditivos químicos, os produtos de higiene com química pesada e até o oxigênio que respiramos, vão acumulando elementos residuais que são chamados de radicais livres.

Eles são livres porque no grande baile das substâncias que existe dentro do nosso corpo estes são os elétrons que não encontraram um par para se estabilizar e ficam “livres” passeando pelo corpo e literalmente esbarrando nas paredes das células. E de tanto bater, um dia, as células se rompem e morrem.

Lembre-se que, quanto mais idade nós temos, mais difícil é produzir novas células, então é fácil entender por que não queremos perder as que estão em bom estado, assim sem necessidade.

Aí é que entram as propriedades antioxidantes de determinados alimentos e ervas.

Esta substâncias se ligam aos elétrons livres e fazem um par com cada um deles, impedindo que permaneçam livres promovendo vandalismos com a membrana celular.

Você também pode melhorar sua saúde e favorecer a manutenção da juventude introduzindo regularmente várias ervas e alimentos antioxidantes.

Algumas dessas ervas são o açafrão da terra, moringa, pffáfia, picão preto.

Alguns alimentos e especiarias de fácil acesso que também tem esta propriedade são o alho, manjericão, sálvia, orégano, salsa.

Clique nos nomes das ervas para saber mais.

Livre-se da bagunça química do corpo

Que tal um detox para iniciar o ano ?

Afinal, nas festas de final de ano e no período de férias alguns excessos podem ser cometidos.

Tudo isso cobra um preço do organismo e, principalmente, de nosso sangue.

Álcool, alimentos processados, drogas recreativas (e nem tanto), produtos que passamos na pele como protetores solares e repelentes, gorduras hidrogenadas são apenas alguns dos exemplos de coisas que ingerimos ou assimilamos e que vão parar na corrente sanguínea (e no fígado) causando uma grande bagunça química.

Para piorar esse quadro, quem sofre ainda mais com essa situação são as mulheres, que tem uma relação toda especial com o sangue devido a sua fisiologia, fato percebido de forma clara nas questões que envolvem o ciclo menstrual.

Mais de 60% das questões de saúde e dos transtornos emocionais femininos podem ser corrigidos (ou prevenidos) com a manutenção adequada da química e do pH sanguíneo.

Se você acha que chegou a hora de dar uma atenção na qualidade do seu sangue, pode começar eliminando as substâncias que listamos acima e fazer as duas dicas que estão abaixo:

1º – Tomar um suco verde reforçado, diariamente, durante pelo menos 7 dias consecutivos. Nesse suco você deve acrescentar pelo menos uma fruta (para adoçar e tornar mais palatável), água de coco (pelo menos 200 ml) e folhas verdes escuras variadas (pelo menos 2 tipos). Se quiser fazer esta receita ficar ainda mais bacana, pode adicionar um pedacinho de gengibre fresco e algumas folhas de manjericão, sálvia ou hortelã. Bata no liquidificador, coe (ou não) e vá com tudo. Você tem no máximo 15 minutos para tomar a beberagem se quiser assimilar o máximo de propriedades e nutrientes ativos. 😉

2º – Nestes mesmos 7 dias, tome de uma a duas xícaras de chá (infusão) das seguintes ervas: Urtiga, Dente de Leão, Tansagem e Chapéu de Couro. Se não conseguir todas, pelo menos se esforce para ter o Dente de Leão ou a Urtiga, junto com as outras ervas propostas. Estas duas ervas vão “quelar” as toxinas do seu organismo. Ou seja, vão drená-las para fora do corpo pela urina, suor e pela evacuação. Se a sua eliminação ficar mais escura por alguns dias, não se impressione. É o corpo dizendo adeus as toxinas.

Mas pegue leve. Faça este programa por um máximo de 7 dias.

Se quiser fazer menos tempo, tente pelo menos 3 dias, mas se não der, qualquer coisa que você faça destas dicas já vai ajudar muito.

Você já ouviu falar das PANC´S?

Sabe aquelas plantinhas que consideramos “matinhos” e que nascem espontaneamente em qualquer lugar e que arrancamos e não damos nenhum valor? Engana-se, quem pensa assim, pois elas possuem um alto valor nutricional.

Elas fazem parte das Pancs as plantas que nós não consumimos como forma de alimento simplesmente por falta de costume ou de conhecimento.

Como elas não são encontradas em mercados e são consideradas “mato”, “ervas daninhas” ou “invasoras”, perdemos a oportunidade de consumir alimentos com um alto valor nutricional por falta de informação.

Mesmo ignoradas como alimento por muitas pessoas, as Pancs – Plantas Alimentícias Não Convencionais – são vegetais comestíveis que ganham, cada vez mais espaço na nossa culinária.

Para chamar uma planta de Panc, é importante analisar o local em que essa espécie é encontrada.

Em algumas regiões, uma determinada planta pode ser consumida por uma grande parcela da população e, por isso, não ser considerada uma Panc. Entretanto, em outras áreas, ela assume essa denominação pois seu uso ser ignorado na culinária daquela região.

Mas nem toda Panc apresenta essa característica, já que algumas plantas cultivadas também são denominadas dessa forma. É fundamental não ingerir nenhuma planta que não se conheça, para evitar processos alérgicos e intoxicações graves.

As Pancs podem ser ingeridas em saladas, sucos ou refogadas, porém nem todas as plantas podem ser consumidas da mesma forma.

Existem espécies cuja forma de ingestão dependerá de como prepará-las, como folhas, sementes, rizomas, por exemplo.
Já outras devem ser obrigatoriamente cozidas, pois o cozimento, em alguns casos, é fundamental para eliminar alguma substância tóxica. Além do perigo da intoxicação, cada parte do vegetal tem uma forma correta de ser preparado para que não se perca o seu valor nutricional.

Daí, para se fazer uma dieta com PANCS, não significa sair comendo tudo que se vê pela frente. Há necessidade de informações preliminares e cautela, para se ter a certeza da qualidade da nova alimentação.

Estima-se que o número de plantas consumidas pelo homem subiu de 10 mil para 170 mil nos últimos cem anos. Só no Brasil, há uma biodiversidade enorme a ser pesquisada que possui esse potencial e estima-se que o país tenha em torno de dez mil plantas com potencial de uso alimentício.

A rúcula que consumimos hoje, era considerada erva daninha há pouco tempo.

As Panc´s subaproveitadas, como o tronco da bananeira, os mangarás (corações ou umbigos da bananeira) por exemplo, podem ser cozidos e preparados com outros ingredientes e serem consumidos com sabor refinado, mas acabam sendo desperdiçados, ainda que possuam alto valor nutricional.

Aproveite, cultive e conheça mais as PANCS, você terá um grande ganho em custo-benefício para sua saúde e uma vida de qualidade sustentável.

Forte abraço e até a próxima! 🙂

11 doces razões para comer mel

Os benefícios do mel são inúmeros e impressionantes.

Aqui vão 11 super razões para você incluir o mel em sua alimentação, o quanto antes.

1º – Fortalecimento da imunidade.

Além de fortalecer o sistema imunológico e ser um produto natural com inúmeros benefícios á saúde, o mel nos oferece um açúcar saudável e possui muitos nutrientes essenciais que ajudam o corpo a regular os níveis de açúcar no sangue.

2º – Prevenção de danos cerebrais

3º – Melhoria da pele e dos cabelos

O mel tem propriedades antibióticas e princípios ativos que possibilitam seu uso para tratamento estético. Sua pele e cabelos, podem se beneficiar das propriedades deste presente da natureza.

Suas qualidades antibacterianas são particularmente úteis para a pele, e, quando utilizado juntamente com os outros ingredientes, também pode ser hidratante nutritivo. Para realizar um tratamento de beleza em casa, você provavelmente já tem todos os ingredientes em sua cozinha.

4º – Acelerador do metabolismo

Assim como a pimenta e o chá-verde, o mel pode acelerar o metabolismo. Então, se você está precisando de uma ajuda extra na dieta, fica a dica de adicionar uma xícara de chá-verde com mel para acompanhar um lanche da tarde, sem culpa.

5º – Previne o câncer e doenças cardíacas

O mel contém flavonoides, que são antioxidantes que ajudam a reduzir o risco de contrair alguns tipos de câncer e doenças cardíacas.

6º – Auxiliar no tratamento de úlceras e gastroenterite

Uma pesquisa recente mostra que o tratamento com mel pode ajudar a melhorar distúrbios, como úlceras e gastroenterite bacteriana.

7º – Melhoria da performance física

Além do alto valor energético, o mel possui conhecidas propriedades medicinais. Atletas olímpicos antigos comiam mel e figos secos para melhorar a sua performance. Esse benefício já foi comprovado em estudos modernos.

8º – Fonte de bactérias amigas do organismo

Algumas variedades de mel possuem grandes quantidades de bactérias amigáveis e inclui até seis espécies de lactobacilos e de 4 espécies de bifidobactérias. Isto pode explicar muitas das “propriedades terapêuticas misteriosas de mel. ”

9º – Poderoso cicatrizante

Na Grécia antiga, Hipócrates aplicava mel para curar feridas e os romanos qualificavam o pólen de “pó que dá vida”. Na França, milhares de pacientes utilizaram ataduras de mel no serviço de cirurgia digestiva do hospital de Limoges (centro).

10º – Equilíbrio dos doshas

O mel tem sido utilizado na medicina ayurvédica na Índia há pelo menos 4.000 anos e considera-se que ele afeta todos os três desequilíbrios materiais primitivos do corpo de forma positiva. O mel é referido nessa cultura como Yogavahi, pois tem a qualidade de penetrar nos tecidos mais profundos do corpo. Quando o mel é usado com outras preparações a base de plantas, ele melhora a qualidade medicinal dessas preparações promovendo o acesso aos tecidos mais profundos.

11º – Melhoria da visão, do peso e da sexualidade masculina

Se diz também que o mel é útil para a melhora da acuidade visual, perda de peso, para a cura da impotência e da ejaculação precoce, em distúrbios do trato urinário, na asma brônquica, diarreia e nas náuseas.

Sem abelhas, sem mel.

Das 20.000 espécies conhecidas de abelhas, apenas 7 produzem mel.

Como já dizia Albert Einstein, sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora. Sem flora, não há animais, sem animais, não haverá raça humana. Se as abelhas desaparecerem da face da terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência.

Assim podemos relacionar o grau de importância desses pequenos e poderosos insetos, à vida como conhecemos no planeta Terra.

Muito mais que um alimento saudável, ou poderoso bactericida, o mel de abelhas tem vários benefícios fundamentais a nossa saúde.