Melissa

É uma planta melífera, de onde vem a origem de seu nome. A melissa tem uma relação estreita com as abelhas. No primeiro século da nossa era, o romano Plínio dizia que as abelhas se deliciavam mais com a erva-cidreira que com qualquer outra planta, e era costume esfregar com ela a caixa onde um novo enxame de abelhas ia ser colocado. Tem aroma semelhante ao limão, quando fresca e nova. Com o tempo vai perdendo esta característica que vai se transformando num odor menos agradável. Esta planta só deve ser guardada seca por um ano, pois após este período, perde as propriedades aromáticas e medicinais. Avicena, o grande médico árabe do século XI, dizia que a melissa “tem a admirável propriedade de alegrar e confortar o coração». Desde o começo do século XVII, os monges carmelitas descalços preparam com esta planta a famosa “água-dos-carmelitas”, que foi um remédio muito popular contra os desmaios, síncopes e crises-de-nervos. É uma das ervas medicinais mais antigas, tendo sido usada por Paracelso, que a chamou de “elixir da vida”. É uma planta da família das “mentas”. A erva deve ser protegida cuidadosamente do contato com a luz e umidade, para que não perca suas propriedades medicinais.

Nome Científico:

Melissa officinalis L.

Nomes botânicos:

Melissa bicornis Klok.

Nomes Farmacêuticos:

Folium Melissae.

Partes usadas:

Partes aéreas e óleo essencial.

Composição Química:

Ácidos caféico, ácidos rosmarínico, ácido clorogênico, ácidos triterpênicos: ursólico e oleânico, óleo essencial (citral, citronelal, citronelol, pineno, limoneno, linalol e geraniol), glicosídeos flavônicos, resinas, sesquiterpenos (cariofileno e outros), succínico, tanino. Seu óleo essencial representa 0,02-0,37%, A erva é composta por mais de 40% demonoterpenos e mais de 35% de sesquiterpenos.

Indicações para uso interno:

Sistema Gastrointestinal: para afecções gástricas, arrotos, cãibras intestinais, diarreia sanguinolenta, tenesmo, inapetência, elimina parasitas intestinais, para síndrome do cólon irritável, na constipação, atonia estomacal, é um excitante gástrico que promove a digestão, cólicas abdominais, meteorismo, anorexia, espasmos gástricos, colite crônica, combate a bactéria H. pylori, fermentações.
Sistema Urinário e Genital: para infertilidade, fortificante do útero, beneficia o sistema reprodutivo feminino, para irregularidade menstrual, dores menstruais, cólicas, cistite, dismenorreia, candidíase,
Sistema Hepático: em problemas hepáticos e biliares, icterícia, estimula produção da bile, disquinesias biliares, hepatite,
Sistema Respiratório: catarros crônicos, tosse, na tosse com muco, asma, bronquite, hiperventilação.
Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: ativa circulação, pericardite, interrompe hemorragias, boa erva para o coração e circulação sanguínea, palpitações, nas afecções cardíacas, aterosclerose, angina, furúnculos,
Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: ansiedade, para crises nervosas, depressão, acalma sintomas de epilepsia, nervosismo, nevralgia facial e dentária, no resfriado, no histerismo, utilizada no tratamento do Mal de Alzheimer, fortificante dos nervos e do cérebro, neuralgia intercostal, distúrbios do sistema nervoso autônomo, nevralgias em geral, convulsões, apoplexia, neurastenia, demência, estimulante da memória, arritmia, herpes zoster.
Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: artralgias, paralisia, espasmos musculares, reumatismo, doenças articulares, dores nas costas,
Outros distúrbios: caxumba, cefalalgia, celulite, debilidade geral, desmaio, dores nos olhos, enjoo, entupimento das mamas, preveni enxaquecas, fadiga, melancolia, nas odontalgias, vertigem, insônia, utilizada em banhos para revigorar, hipocondria, hipertireoidismo, reduz febre, auxilia no trabalho de parto, reduz tumores, melhora a visão, para Síndrome de Déficit de Atenção, na hiperatividade, psicose maníaco-depressiva, para suavizar a psique, hipocondria, no vômito durante a gravidez, para ruído nos ouvidos, vertigem por excesso de trabalho, combate infecções virais, alergias em geral, câncer de fígado, câncer da gengiva, câncer de estômago, câncer do baço, câncer da garganta, dor de ouvido, infecções e inflamações em geral, inquietação, na psicose maníaco-depressiva, mudanças hormonais, melhora a performance cognitiva, varicela (catapora).

Indicações para uso interno de partes específicas da planta::

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Indicações para uso externo:

Pele e unhas: para erupções, chagas, feridas, estimulante cutâneo, herpes, fungos da pele, combate o mixovírus do grupo 2, dermatite, pele ressecada, psoríase,
Cabeça e face: alopecia, cabelo grisalho.
Cavidade bucal: herpes labial, mau hálito, gengivite,
Músculos, ossos e articulações: alivia contusões e edemas,

Indicações para uso externo de partes específicas da planta:

Óleo essencial: picada de inseto, estresse, cansaço, calmante e refrescante da pele, colite crônica, agitação.

Aromaterapia:

O óleo de melissa assemelha-se à erva-doce e à hortelã-pimenta em sua ação digestiva e carminativa. É indicado para combater a náusea, os vômitos e a flatulência.
A essência é considerada como um estupefaciente, ligeiramente tóxico.
Os aromaterapeutas recomendam seu óleo essencial para depressão, ansiedade, dor de cabeça nervosa e insônia.
O óleo essencial desta planta foi já objeto de estudo por diversos autores (Bagdat e Cosge, 2006). Num estudo em diferentes populações de plantas cultivadas na Polónia, Patora e Klimek (2002), verificaram que o teor de óleo essencial, relativamente ao peso fresco da planta, poderá variar entre 0,08-0,25ml/100g ou 0,06-0,167ml/100g. Em outro estudo, Sari e Ceylan (2002) reportaram um teor de óleo essencial que variava entre 0.03 e 0.067%. Este óleo essencial apresenta um característico odor fresco a limão e uma coloração levemente amarelada. Os principais constituintes deste óleo são o citronelal, neral e geranial. Este óleo essencial que vibra na frequência de 102 Mhz e é considerado um estimulante do chakra cardíaco.
Muito recomendado seu uso para banhos de imersão por seu efeito de elevar o ânimo e aliviar a mente. Para esta finalidade, usar apenas 3 gotas em uma banheira. O óleo essencial é fotossensível e não deve ser usado diretamente na pele de quem vai se expor ao sol.
Seu óleo é obtido através da destilação das folhas, cujo rendimento é considerado baixo. Sua produção chegou a ser abandonada até a década de 80. Como é um óleo de alto custo, costuma ser adulterado. Em geral, com óleos mais acessíveis como citronela, erva-príncipe e Litsea cubeba. Opções de baixo valor deste óleo serão, provavelmente, adulteradas.
Tem coloração clara e viscosidade média. É considerado uma nota perfumística de meio com persistência média. Pode ser descrita como uma essência de aroma levemente frutal (lembra o limão) e menta adocicada. É um aroma leve com qualidades rejuvenescedoras e calmantes. Tema ação sobre diversos centros vitais e sobre o metabolismo. Seu uso externo pode causar irritações em algumas pessoas. Deve ser evitado por gestantes.

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais:

Categoria 1 – Ervas para induzir a transpiração • Categoria 3 – ervas para agir contra o reumatismo • Categoria 9 – ervas para promover a digestão • Categoria 10 – ervas para suprimir a tosse e reduzir catarro • Categoria 11 – ervas para regular a energia vital (qi) • Categoria 12 – ervas para regular o sangue (xue) • Categoria 14 – ervas para reduzir a ansiedade • Categoria 15 – ervas para cessar movimentos involuntários • Categoria 19 – ervas para úlceras e tumores • Categoria 20 – ervas para aplicações externas •

Uso homeopático:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Pets e outros animais:

A erva tem efeito sedativo sobre os animais em baixas dosagens. Potencialmente indicada para casos de disfunções cognitivas, depressão, ansiedade relacionada a disfunções cognitivas, infecção por herpes viral e no uso tópico em micoses. Também é indica para tratar casos leves de hipertireoidismo em gatos.

Informações em outros sistemas de saúde:

Índios Cherokees utilizam esta erva para tratar febres e calafrios, e também como um estimulante. Já os Costanoan utilizam para tratar cólicas infantis.

Indicações energéticas ou mágicas:

Na mitologia, a melissa é a ninfa que descobriu a maneira de colher o mel. Esta erva é utilizada para promover equilíbrio emocional e espiritual por sua qualidade de trazer ânimo e alegria.

Nome Conhecido:

Erva-cidreira, Chá-da-frança, Chá-de-tabuleiro, Cidrilha, Citronela, Citronela-menor, Erva-cidreira-européia, Erva-luísa, Cidreira-verdadeira, Limonete, Melitéia, Melissa-romana, Melissa-verdadeira, Salva-do-brasil, Celine, Citronade, Grama-cidreira, Maliteira, Salva-limão, Melitéia (Português), Zitronen melisse, Melissenblatt, Citronenmelisse, Herzkraut (Alemão), Melisa, Toronjil, Torongil, Cedrón, Abejera, Limonera, Torongina, Citronela, Cidreira, Orégano cimarron, Chia de colima, Chia gorda, Cidronela, Balsamito Major, Citraria, Orégano (Espanhol), Mélisse, Citronelle, Celine, Citragon, Herbe du citron, Mélisse Officinale, Piment des Abeilles, Piment des Mouches, Piment des Ruches, Poincirade, Thée de France (Francês), Lemon balm, Bee balm, Sweet balm, Mountain balm, Cure-all, Dropsy plant, Honey plant, Sweet mary, Balm mint, Balm, Common Balm, Cureall (Inglês), Melissa selvática, Apiastro, Citraginne, Cedronella, Erba Cedrata (italiano), Melissae citratae Latim), Baadranjboyaa, Billilotan (Unani), Badaranj Mekka Sabzah, Ram Tulsi (Hindu), Badrunj Buyeh (Persa), Baklut ul Faristum, Rihan Limoni, Tourengane (Árabe), Chan (Croata), Citroen melisse, Melisse (Holandês), Citromfü, Citromszagú Mézfü (Húngaro), Citronmeliss (Sueco), Hamandue Ingabaé (Chiriguano), Hjertensfryd (Dinamarquês), Kovanotu, Oghoul, Oğulotu (Turco), Melisa (Lituano), Melisa Cytrynowa, Rojownik (Polonês), Včelnik (Tcheco), Melissophylon (Grego).

Família:

Lamiaceae.

Sabor:

Doce, adstringente, amargo e refrescante.

Propriedades medicinais gerais:

Antiespasmódico, calmante suave, carminativo, antinevrálgico, emenagogo, sudorífico, estomáquico, colerético, adstringente, analgésico, antialérgico, antidispéptico, antimicrobiano, antisséptico, cicatrizante, cordial, digestivo, diurético, estimulante, hipotensor, relaxante, sedativo, tônico, anti-hemorrágico, vermífugo, antigripal, antitussígeno, relaxante, hipotensor, antidepressivo, aromático, antioxidante, expectorante, antitumoral, antibacteriano, analgésico, anti-herpético, anti-histamínico, anti-hormonal, antimutagênico, antipirético, cardiotônico, cerebrotônico, colinérgico, diaforético, fungicida, hipnótico, miorrelaxante, nervino, estimulante, tranquilizante, uterotônico, antiulcerativo, tônico, anti-gonodotrópico, balsâmico, anti-HIV, ansiolítico, candiditicida, indutor de carpase-3, depressor do Sistema Nervoso Central (SNC), ileorelaxante, lactagogo, orexigênico, inibidor de RT, esternutatório, sudorífico.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta:

Folhas – ação antiviral em diarreias (extrato cru das folhas),
Óleo essencial – estupefaciente.

Para crianças:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações:

Pessoas com hipersensibilidade aos componentes da planta ou com hipotensão.
Deve ser evitada por gestantes com sensibilidade aos componentes. A erva também pode causar diminuição da pulsação e entorpecimento. Deve ser evitada em casos de hipotireoidismo. Pessoas com glaucoma devem evitar o óleo essencial que pode fazer subir a pressão interna do olho. Também deve ser evitada por pessoas com doença de Graves, ainda que várias publicações indiquem a erva precisamente para o tratamento desta doença.

Interações medicamentosas:

A erva faz interação com drogas sedativas, barbitúricos e hormônios para a tireoide.

Toxicidade:

O óleo essencial é considerado moderadamente tóxico, mas deve-se evitar uso em doses elevadas. Duas gramas do óleo essencial podem causar bradicardia, bradipnéia e hipotensão.

Uso culinário e nutritivo:

O mel produzido com seu néctar tem aroma e sabor muito bons. Faz parte da composição dos licores Chartreuse e Benedictino.

Sistemas Florais:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Medicina Chinesa (MTC):

Planta de característica yang, associada ao elemento Terra. Considerada uma erva de característica doce. Promove a circulação do Qi do coração e regula sua circulação. Também indicada para elevação do yang do fígado, deficiência do yin do coração, estagnação do Qi do rim, estagnação do Qi do estômago, estagnação do Qi do útero, para casos de fogo do coração, para invasão de vento-calor externo, no vazio do Jing do Rim, para deficiência do Qi do baço/pâncreas e deficiência do sangue do coração. Atua nos canais do coração, pericárdio, triplo aquecedor, pulmão, fígado, rim, bexiga, vaso governador e vaso concepção.

Ayurveda:

Sua rasa é picante e doce. Sua virya é fria e a vipaka é picante. Esta erva equilibra Vata e reduz Pitta e Kapha.

O que diz a ciência:

Num dos estudos mais recentes, Dastmalchi et al.(2007), analisaram a composição química e a atividade antioxidante de um extrato etanólico, obtido com espécimes de Melissa officinalis L. de origem iraniana, tendo identificado com base no seu comportamento cromatográfico e características espectrais (UV), ácidos hidroxicinâmicos tais como o cafeico, m-cumárico e rosmarínico e diversos flavonoides tais como eridioctiol-7-O-glucósido, hesperidina, hesperitina, naringina e naringenina. Os dados revelados por estes autores confirmam o ácido rosmarínico como o principal constituinte (2,9%do peso seco da planta), bem como a presença de outros ácidos hidroxicinâmicos, tais como, o ácido cafeico, também já identificado nesta espécie (Zgórka e Glowniak, 2006; Carnat et al., 1998; Ziaková e Brandšteterova, 2002 e 2003). Sobre os restantes compostos fenólicos, de cuja presença nesta espécie não havia ainda relatos, estes são referidos pelos autores como sendo comuns em outras espécies da família Lamiaceae (Dastmalchi et al., 2007; Dorman et al., 2003a; Dorman et al.,2003b). Os derivados da luteolina como a luteolina-7-O-glucósido, ou a luteolina 3’-glucoronido, referidos por outros autores (Carnat et al., 1998 e Heitz et al., 2000, respectivamente) como sendo os principais flavonoides desta espécie, ou ainda outros derivados da luteolina, não foram detectados neste estudo, sendo avançada como possível explicação para esta diferença os fatores ambientais e o diferente procedimento extrativo usado.
A comissão E alemã, recomenda a erva como indutora do sono.

Astrologia:

Seu regente é o sol. Quando o Sol estiver sem aspecto, na décima segunda casa, ou se você estiver recebendo um aspecto maléfico do seu regente, como o Sol em Peixes, em quadratura com Netuno. Para esse tipo de manifestação, pode ser usado aromas como da melissa. A erva também deve ser usada em aspectos maléficos de Urano-Mercúrio ou Urano-Marte. Recomendada em distúrbios associados a Lua e Mercúrio em Áries, Mercúrio em Gêmeos, Mercúrio em Leão, Mercúrio em Capricórnio, Mercúrio em Aquário, Vênus em Gêmeos, Júpiter em Áries, Júpiter em Gêmeos, Urano em Áries, Urano em Gêmeos, Urano em Câncer, Urano em Leão, Urano em Escorpião, Netuno em Virgem e Plutão em Gêmeos.

Habitat:

Planta originária da Europa. Cresce em lugares úmidos e sombrios nas regiões meridionais da Europa, Ásia e Norte de África. Atualmente é cultivada por todo o mundo, dadas as suas propriedades culinárias.

Descrição da planta:

Planta herbácea de folhas verdes pequenas com as bordas arredondadas. As flores são raramente vistas, mas são brancas e sem expressão.
Pode atingir a altura de 0,50 m, com forma arredonda, meio irregular. As folhas desprendem forte odor de limão.

Vamos plantar?:

A temperatura ideal para o cultivo da melissa situa-se entre 15°C e 20°C, mas pode ser cultivada com temperaturas oscilando entre 4°C e 25°C. A planta é sensível a temperaturas muito baixas e a geadas.

Esta planta pode ser cultivada em sombra parcial com alta luminosidade ou com luz solar direta.

É melhor que o solo seja bem drenado, leve, fértil e rico em matéria orgânica. Contudo, pode ser cultivada em solos mais pobres. Quanto ao pH do solo, a planta é bem tolerante, podendo ser cultivada em solos com pH entre 4,5 e 7,6. Alguns afirmam que o sabor e o aroma é acentuado quando cultivada em solos relativamente pobres.

Irrigar com frequência para que o solo seja mantido sempre úmido. A planta adulta é, no entanto, resistente a curtos períodos de seca.

Pode ser cultivada a partir de sementes, divisão de touceiras ou por estaquia. As sementes podem ser semeadas em sementeiras, módulos, pequenos vasos e outros recipientes. A germinação das sementes geralmente ocorre em uma a duas semanas, mas pode ser demorada, levando até um ano. As sementes são pequenas e não devem ser enterradas a mais do que 6 mm de profundidade. O ideal é peneirar uma leve camada de terra sobre as sementes ou simplesmente deixá-las na superfície do solo. O transplante para o local definitivo é feito quando as mudas estão com cerca de 10 cm de altura.

O método mais simples de propagação é a divisão de plantas adultas, separando mudas com raízes. A propagação por estaquia é feita cortando ramos de plantas adultas, deixando estes em água até criarem raízes ou plantando estes ramos em vasos com solo bem úmido.

O espaçamento entre as plantas pode variar entre 30 e 60 cm, dependendo da cultivar e das condições de cultivo.

A melissa pode ser cultivada em jardineiras e vasos de tamanho médio ou grande, mas geralmente não se desenvolve tanto quanto as plantas cultivadas no solo.

Retire plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e recursos.

A melissa tem crescimento vigoroso e suas sementes facilmente se espalham e germinam. Assim o local de cultivo deve ser delimitado e as plantas podadas para que não invadam a área destinada a outras culturas.

Embora possam viver por dez anos, as plantas devem ser substituídas em intervalos de 2 a 4 anos para manter uma boa produtividade. Em regiões de inverno muito frio a melissa é cultivada anualmente.

A colheita da melissa pode começar a partir de 90 a 120 dias após o plantio. As folhas podem ser colhidas individualmente ou os ramos podem ser cortados acima de 10 cm do solo. Em plantações comerciais, a colheita é feita assim que começam a surgir as flores.

Fontes de pesquisa utilizadas:

http://www.plantamed.com.br/ • https://hortas.info/como-plantar-melissa • http://www.fazfacil.com.br/jardim/erva_aromatica_erva_cidreira.html • Apostila de Fitoterapia Chinesa – Prof. Antonio de Bortolli – Delta Educação • A astrologia da Mãe-Terra – Márcia Starck – Pensamento • As plantas e os planetas – Ana Bandeira de Carvalho – Ed. Nova Era • As plantas mágicas – Botânica oculta – Paracelso • ITF – Índice Terapêutico Fitoterápico – EPUB • Fórmulas Mágicas – Dr. Alex Botsaris – Ed. Nova Era • Perfeccionamiento en acupuntura, oligoelementos y fitoterapia – Yves Requena • Fitoterapia Amazônica- Fernando Castro da Cruz – Ed. Palpite • 100 Plantas para viver até os 100 anos – Anônimo – PDF • Plantas Medicinais – Usos populares tradicionais – P. Clemente J. Steffen, S.J. – Instituto Anchietano de Pesquisas/Unisinos/2010 • A cura pelos remédios caseiros – Guia de ervas e medicina natural – Raunei Iamoni – Ediouro • Plantas que curam – Enciclopédia das Plantas Medicinais – Volume 1 – Dr. Jorge D. Pamplona Roger • Plantas que curam – Hugo de Caravaca – Virtual Books • CD Rom – Ervas Medicinais – Volume 1 – Anônimo • Plantas Medicinais – Manipulação artesanal, uso e costume popular – Angelo L. Robertina – PDF • Manual Ilustrado de Plantas Medicinais – Moacyr Pezati Rigueiro – Paulus • Coleção de plantas medicinais aromáticas e condimentares – Mery Elizabeth Oliveira Couto – Embrapa • The Western Herbal Tradition – Graeme Tobyn, Alison Denham, Margaret Whitelegg – Churchill Livingstone • Plants, Algae and Fungi – Britannica Illustrated Library • Vademecum de Fitoterapia – Pedro Del Rio Pérez – Quitanda de Rueda (León – España) Diciembre/2005 • Taiwanese Native Medicinal Plants – Phytopharmacology and Therapeutics Values – Thomas S.C. Li, Ph.D. – CRC Press • Handbook of Medicinal Herbs – James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Judi duCellier, Peggy-Ann K. Duke – CRC Press • Master your metabolism – the all natural (all herbal) way to lose weight – Lewis Harrison – Sourcebooks INC • Veterinary Herbal Medicine – edited by Susan G. Wynn, Barbara J. Fougère – Mosby/Elsevier • Tylers Herbs of Choice – the terapheutic use of phytomedicinals – Dennis V. C. Awang – CRC Press • Herbs for Healthy Skin, Hair and Nails – Brigitte Mars – Keats Publishing Inc • Herbal Remedies – Andrew Chevalier – DK • Herbal Manual – the medicinal, toilet, culinary and other uses of 130 of the commonly used herbs – Harold Ward – L.N. Fowler and Co. Ltda • Indian Medicinal Plants – C.P Khare – Springer • Herbal medicines in pregnancy and lactation – an evidence-based approach – Edward Mills, Jean-Jacques Dugoua; Dan Perri; Gideon Koren – Taylor and Francis • Segredos e virtudes das plantas medicinais – Seleções do Readers Digest • Enciclopedia de plantas medicinales – Anônimo – PDF • Psycoactive Herbs in Veterinary Behavior Medicine – Stefanie Schwartz – Blackwell Publishing • Dukes Handbook of Medicinal Plants of Latin America – James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Andrea R. Ottesen – CRC Press • Natural Remedies – their origins and uses – Finn Sandberg & Desmond Corrigan – Taylor and Francis • Anastásia Benvinda – plantas populares – Biblioteca Virtual • Pharmacodynamic basis of herbal medicine – Manuchair Ebadi -Taylor and Francis • Aromacologia – uma ciência de muitos cheiros – Sonia Corazza – Senac Editora • Aromaterapia – a cura pelos óleos essenciais – Marcel Lavabre – Ed. Nova Era • Guia completo de Aromaterapia – Joanna Hoare – Pensamento • The Yoga of Herbs – Dr. David Frawley and Dr. Vasant Lad – Lótus Press •