Sabugueiro

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A história do sabugueiro é, sem dúvida, tão longa como a do homem, pois foram encontrados alguns vestígios desta árvore em estações arqueológicas da Idade da Pedra na Suíça e no Norte de Itália. Sabe-se também que os Gregos na Antiguidade, a utilizavam vulgarmente, bem como os habitantes da antiga Roma. Uma antiga lenda conta que a cruz em que Cristo foi pregado, era feita de madeira de sabugueiro. A crença popular afirma que cortar o troco dessa árvore dá azar. Culpeper utilizava esta planta medicinal para tratar picadas de veneno de cobra. Seus galhos fornecem matéria corante, amarela escura ou verde-maçã. A medula do caule é empregada em microscopia, para o preparo de cortes de precisão, em experimentos de física eletrostática. De suas sementes, se extrai um óleo de uso industrial. Também é considerada uma planta ornamental. Conhecida como planta medicinal que promove a formação de urina, suor e leite. A infusão de sabugueiro é usada para clarear e amaciar a pele, em cremes contra rugas, loções tônicas e loções para os olhos. Os seus frutos são usados para doçaria e as crianças do campo usam a sua madeira para fazer apitos. Veja mais informações abaixo.

O sabugueiro é uma das plantas medicinais mais eficientes para tratar sarampo

Nome científico

Sambucus nigra L.

Nome conhecido

Sabugueiro-do-Brasil, Sabugueiro do Rio Grande, Sabugueiro-Negro, Sabugueiro-da-Europa, Sabugueirinho, Sabugo-Negro (Português), Sauco, Sauco BlancoSaúco Europeo, Sabuco, Canillero, Linsusa (Espanhol), Hu Gu Xiao (Chinês), Elder Tree, European Elder, Elderberry, Black Elder (Inglês), Sureau Noir (Francês).

Nomes botânicos

Sambucus formosana nakai (China), S. canadensis l. Sambucus racemosa l.

Nomes farmacêuticos

Flos Sambuci nigra et Cortex sambuci.

Família

Sambucaceae/Caprifoliaceae.

Partes usadas

Casca da raiz e do caule (liber), raiz, folha, frutos e flor (parte mais usada).

Sabor

Flores são picantes, amargas e refrescantes. Os frutos são levemente doces, ácidas e refrescantes.

Composição química

Colina, rutina, quercitina, sambunigrina, taninos, mucilagem e vitamina A e C, cianogeninas, lignanas, glicosídeos fenólicos, flavonoides, ácido fenólico, antociânicos, taninos e triterpenos. As flores têm nitrato de potássio, além disso, pequenas quantidades de amigdalina, saponinas, um óleo essencial e éter. Na casca, encontra-se uma resina de efeito drástico e nas bagas pretas tirosinas com abundância de vitaminas A, D e C. São mais ricas em vitaminas B do que qualquer outra variedade. As bagas contêm, além disso, ácidos málico, tartárico, valeriânico, tânico, óleo essencial, simburigrina-amigdalina, solina, resinas, hidratos de carbono, glicose e um pouco de albumina. Nas sementes, encontram-se ácidos graxos láurico, mirístico, tetradecênico, palmítico, heptadecênico, esteárico, oléico, linoleico e linolênico.

Propriedades medicinais gerais

Antitussivo, anti-icterícia, depurativo, purgativo, anti-hidróptico, emenagogo, antioxidante, antirreumático, excitante, anti-hemorroidal, drástico, antifebril, cicatrizante, galactagogo, refrescante, resoluto, descongestionante, antigripal, antitérmico, antiviral, béquico, desintoxicante, alterativo, antipirético, carminativo, cianogênico, hemostático, intoxicante, venenoso, sedativo e venotônico.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta

Raízes – laxante, purgante.

Casca – laxante, adstringente, estimulante, diaforético e circulatório suave.

Líber – purgante, catártico, hidragogo, emético e diurético.

Bagas – laxante e tonificante.

Flores – anti-inflamatório, emético, catártico, sudorífico, diaforético, anticatarral, estimulante, circulatório suave e antiespasmódico.

Folhas – inseticida, expectorante, vulnerário, emoliente e diaforético.

Indicações para uso interno

Sistema Gastrointestinal: para constipação, dispepsia, gases, gastrite, dor de estômago,

Sistema Urinário e Genital: para disúria, cistite, infecção urinária, sífilis, gonorreia, estimula a micção e elimina inchaços.

Sistema Hepático: na intoxicação hepática e na hepatite.

Sistema Respiratório: em defluxos, bronquites, asma, acalma a tosse, elimina catarro, rinite alérgica, pleurisia, faringite, difteria e para pneumonia.

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: para ácido úrico, gota, purifica o sangue, cardiopatias, arteriosclerose, varizes e na epistaxe.

Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: nas viroses, febre, nevralgia, febre do feno, escarlatina, doenças infecciosas febris de evolução (bacteriana), herpes, aneurisma, estresse, escrófula, inflamações, infecções, neuralgia, neurose e no delírio febril.

Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: para artrite, espasmos, reumatismo, dor ciática, dores articulares, mialgias,

Sistema Renal: nas afecções renais, litíase urinária e nefrite.

Outros distúrbios: para aliviar manchas do rosto em mulheres grávidas, dores de cabeça, câncer de mama, angina da garganta, sarampo, erupções cutâneas, dor gotosa, mastite, enxaqueca, varicela (catapora), varíola, furúnculos, abscessos, obesidade, psoríase, conjuntivite, lactação deficiente, rubéola, tratamento de tabagismo, oftalmias, crupe, terçol e na erisipela.

Indicações para uso interno de partes específicas da planta

Raízes – retenção urinária.

Casca – retenção urinária e epilepsia.

Líber – hidropisia, ascite, barriga d´água.

Flores – trata gripes e resfriados, para catarro nasal e sinusite.

Frutos (Bagas) – ricas em vitamina C, trata gripes e resfriados, para catarro nasal e sinusite, indicado contra os vírus influenza A e B, também usado para epilepsia, purifica o sangue e limpa os rins.

Folhas – retenção urinária.

Indicações para uso externo

Pele e unhas: para dermatose, bolhas, manchas (banhos), para equilibrar peles oleosas e secas na região da face, queimadura de sol (cataplasma), clareia a pele, abscessos e frieiras.

Cabeça e face: dá brilho ao cabelo, oftalmias, fragilidade capilar, dor de dente e terçol.

Cavidade bucal: para rouquidão com muco e inflamação da laringe, sem vontade de ingerir líquidos (gargarejos com a infusão).

Músculos, ossos e articulações: para dores articulares,

Outros distúrbios: para hemorroidas, picadas de insetos e varizes.

Indicações para uso externo de partes específicas da planta

Raízes – retenção urinária.

Casca – retenção urinária e epilepsia.

Líber – hidropisia, ascite, barriga d´água.

Flores – trata gripes e resfriados, para catarro nasal e sinusite.

Frutos (Bagas) – ricas em vitamina C, trata gripes e resfriados, para catarro nasal e sinusite, indicado contra os vírus influenza A e B, também usado para epilepsia, purifica o sangue e limpa os rins.

Folhas – retenção urinária.

Para crianças

Em doenças eruptivas infantis como rubéola, sarampo e escarlatina.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações)

Evitar usar internamente, as folhas e frutos verdes, pois podem causar diarreia e outras moléstias. O sabugueiro só deve ser usado seco, pois a erva fresca pode ser tóxica. A erva deve ser evitada na gravidez.

Interações medicamentosas

Erva utilizada em associação com Hortelã-Pimenta (Mentha piperita) e Aquiléia (Achylea millefollium) para tratar resfriados com febre. Também se associa a Tansagem (Plantago major) para eliminação de catarro. Associa-se o sabugueiro com a Urtiga (Urtica dioica) para tratamento de rinite alérgica.

Toxicidade

O uso da planta fresca (folhas e frutos verdes) deve ser evitada por ser considerada tóxica. Podem causar diarreia e cólicas intestinais em pessoas sensíveis. O sabugueiro só deve ser usado seco, pois a erva fresca pode ser tóxica.

Uso culinário e nutritivo

As suas flores são utilizadas, em camadas alternadas, para a conservação da maçã e para conferir aroma de moscatel, ao vinho branco. Os frutos são comestíveis, podendo ser utilizados no preparo de bebidas vinosas, doces e sopas. As bagas são comestíveis, de cor negra quando maduras. As bagas combinam também com preparação de maçãs, guisados, pastéis, tortas e xaropes. É um aromatizador de compotas de frutas, saladas, pudins gelatinosos.

Aromaterapia

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Sistemas Florais

Florais das Geraisfalta de controle do próprio corpo físico, tremores, disritmias, tiques nervosos, movimentos involuntários de origem nervosa. Florais de MinasSambucus – sobrecarga, medo do descontrole físico-psíquico e de perder a cabeça.

Medicina Chinesa (MTC)

Seu nome chinês é Hu Gu Xiao. Erva fria que retira calor do Xue (sangue). Elimina fogo do Fígado e do Pulmão, elimina vento e umidade, move o sangue e reduz fleuma. Utilizada em tratamentos de síndrome Bi. Move a estagnação do Qi do Rim e do Fígado. É uma erva que promove a micção e frena líquidos. Tem atuação nos canais do Pulmão, Bexiga, Rins e Fígado. Em caso de diarreia, deficiência do yin ou plenitude-calor, esta não deve ser usada. O uso prolongado aquece muito, o que faz com que surja a deficiência do yin e, consequentemente, plenitude-calor. É uma erva com característica do elemento água, tanto yin, como yang.

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais

Categoria 2 – Ervas para calor excessivo dentro do corpo • Categoria 10 – Ervas para suprimir a tosse e reduzir catarro • Categoria 12 – Ervas para regular o sangue (Xue) • Categoria 20 – Ervas para aplicações externas.

Ayurveda

O sabugueiro reduz Pitta e Kapha e equilibra Vata. Sua rasa é amarga e picante, sua virya é fria e sua vipaka é picante.

Uso homeopático

Sambucus 6C, a cada 3 ou 4 horas para náusea e vômito, quando há tosse. Sambucus 6C, a cada 30 ou 60 minutos em casos de asma agravada por pó doméstico e ácaros de poeira. Sambucus 6C, a cada 2 ou 3 horas para casos de corrimento nasal diurno e nariz obstruído a noite.

Pets e outros animais

Ovelhas e animais de fazenda que tem acesso a sua casca e as folhas jovens costumam fazer uso da planta para curarem-se a si mesmos. Indicado o uso veterinário para sinusite crônica, renite e infecções do aparelho respiratório.

Informações em outros sistemas de saúde

Nativos norte-americanos usavam a casca e as raízes como emético e laxativo e também para lesões cutâneas em uso tópico. As flores eram usadas para febres, como laxante e também para cólicas em bebês. As bagas (frutos) eram usadas como alimento e para fazer bebidas, incluindo vinho. Também eram usadas como laxante e para tratar reumatismo. Os índios Cherokee usavam a planta para tratar gripes e sinusite e faziam gargarejos para tratar tonsilites e dores de garganta, para tosses e para constipação leve. Usavam ainda a erva externamente para inflamações da pele, além de dores ciáticas e neuralgias. Na região da Mata Atlântica, a infusão das folhas é indicada contra febres e resfriados, ao passo que a infusão das flores é usada contra dores musculares, gripes fortes e varicela.

O que diz a ciência

A Comissão E da Alemanha indica esta erva para tratamento de gripes e também com finalidades diaforéticas e anticatarrais. A nigrina b, é uma lectina isolada das cascas de Sambucus nigra, que apresenta estrutura e atividade enzimática semelhante à daricina, porém com uma toxicidade menor em camundongos (Battellietal.,1997). De estrutura semelhante, também foi isolada a nigrina F, com ausência de atividade tóxica (Girbesetal.,1996). As lectinas de S.nigra, também foram capazes de induzir à agregação de neutrófilos (Timoshenkoetal.,1995). O reatival, uma formulação de plantas preparada com Mentha piperita, Artemisia absinthium, Salvia officinalis, Prunus spinosa, Centaurium minus, Sambucus nigra e Polygonum viculare, promoveu atividade antioxidante (Stajneretal.,1997). O extrato hidroalcoólico de S.nigra, indicado para hidropisia, apresentou atividades analgésica, anti-inflamatória e antipirética, sem apresentar sinais de toxicidade (Nunesetal.,1997ae1997b).

Astrologia

O sabugueiro é uma planta medicinal regida pelo o planeta Vênus.

Indicações energéticas ou mágicas

Acreditava-se que o sabugueiro mantinha as bruxas a distância. Seu elemento é considerado o ar, mas outra fonte (Herbal Magick – a witchs guide to herbal folklore and enchantments), aponta seu elemento como água. Seus galhos são tradicionalmente usados para fazer varinhas mágicas. O sabugueiro é originário da Europa e já é usado desde a Idade da Pedra por vários povos. Durante muito tempo, encontrava-se esta árvore perto das povoações, pois se acreditava que atraíam os espíritos do bem. Seus nomes pagãos são Olhos do Diabo (Devil´s eyes) e Árvore da Perdição (Tree of doom). É uma árvore sagrada para Holda e Vênus.

Habitat

Seu nome é comum a diversos arbustos que variam de 2 a 6 metros de altura, ramos lenhosos com casca pardacenta e flores avermelhadas ou brancas, cheirando a amêndoas amargas. Aproveitam-se as flores, folhas e a parte interna do caule lenhoso, sempre previamente secos.

Descrição da planta

Seu nome é comum a diversos arbustos que variam de 2 a 6 metros de altura, ramos lenhosos com casca pardacenta e flores avermelhadas ou brancas, cheirando a amêndoas amargas. Aproveitam-se as flores, folhas e a parte interna do caule lenhoso, sempre previamente secos.

Vamos plantar?

Planta prefere solos ricos em matéria orgânica e bem drenados. As sementes de sabugueiro têm uma profunda dormência dentro delas, que requer um certo grau de paciência para superar, mas é geralmente bastante fácil de obter elevados níveis de germinação com os procedimentos corretos. Primeiro prepare um substrato (pode ser uma mistura de perlite, areia e vermiculita) que precisa estar úmido (mas não molhado). Se ao apertar o substrato sair água, é que está muito molhado e suas sementes podem se afogar e morrer. Misture as sementes no substrato, tendo certeza de que tem suficiente volume de material para manter as sementes separadas. Coloque a mistura de sementes em um saco plástico transparente (tipo zip-lock). Escreva a data no saco para que você saiba quando o pré-tratamento foi iniciado. Agora as sementes precisam de um período de pré-tratamento de aquecimento e devem ser mantidas em temperaturas de 20 Celsius por um período de pelo menos dez semanas. Não é crítico se este período durar uma semana ou duas mais do que isso. Durante este tempo, certifique-se que o substrato não seque em qualquer fase ou ele será ineficaz. Depois disso, as sementes necessitam de um período de frio para quebrar a parte final da dormência. Isso é facilmente alcançado colocando o saco na geladeira (em 4 graus Celsius) durante pelo menos catorze semanas.  É perfeitamente possível que as sementes germinem no saco quando eles estiverem prontos para fazê-lo. Nesse caso, basta retirar do saco e planta-las cuidadosamente. Quando o período de pré-tratamento tiver terminado, a semente deve estar pronta para ser plantada. Pequenas quantidades podem ser semeadas em vasos ou bandejas cheias de sementes, com um composto de boa qualidade que as cubra com uma fina camada de não mais de 1 cm de profundidade. Não exponha as sementes semeadas recentemente a altas temperaturas acima de 25 graus Celsius. Mantenha as mudas bem regadas e livres de plantas daninhas. O crescimento no primeiro ano é geralmente entre 20 e 50 cm, em função do tempo de germinação. Deixe crescer as mudas por 1 ou 2 anos antes do plantio em uma posição permanente.

Artigos relacionados

Fontes de pesquisas utilizadas

http://www.plantamed.com.br/https://www.portalsaofrancisco.com.br/alimentos/sabugueirohttp://manuaisdecultivo-plantamundo.blogspot.com/2017/06/sabugueiro-sambucus-sp-todas-as-especies.html • 100 Plantas para viver até os 100 anos – Anônimo – PDF • Fitogeografia Amazônica- Fernando Castro da Cruz – Ed. Palpite • Ervas Medicinais – Guia natural para cuidar de sua saúde – Andrew Chevallier – Publifolha • A cura pela natureza – enciclopédia familiar dos remédios naturais – Jean Aikenbaum e Piotr Daszkiewicz – Editora Estampa • La vuelta a los vegetales – Carlos Hugo Burgstaller Chiriani – Hachette • Anastásia Benvinda – plantas populares – Biblioteca Virtual • Plantas Medicinais – Manipulação artesanal, uso e costume popular – Angelo L. Robertina – PDF • As plantas e os planetas – Ana Bandeira de Carvalho – Ed. Nova Era • Plantas   Medicinais   de   uso   popular – J.M Albuquerque – ABEAS/MEC • As plantas curam – A. Balbach – Ed. Vida Plena • Dicionário   das   plantas  úteis   do Brasil   e   das   exóticas   cultivadas – P.M Corrêa – Ministério da Agricultura/IBDF, 1984 • In vitro propagation of jícama  Polymnia sonchifolia Popppig e Endlicher): a neglected andean crop – J.E Estrella y J.E Lazarte – HortScience • Jornada   paulista   de   plantas medicinais –  M.A Mpalantinos , J.P Parente, R.M Kuster –  CPQBA  – UNICAMP, 1997 •  Criminal application of carqueja – J.R Obligio – Revista da Associação Médica da Argentina, 1934 • Analgesic  and  anti-inflammatory   screening   of   two Brasilian medicinal plants: a positive and a false-positive result – C. Souccar e A. J Lapa – Ciência e Cultura, 1997 • Chinese and related North American Herbs  – phytopharmacology and therapeutics values – Thomas S. C. Li – CRC Press • Vademecum de Fitoterapia – Pedro Del Rio Pérez – Quitanda de Rueda (León – España) Diciembre/2005 • Florais das Gerais – Catálogo • Florais de Minas – Catálogo • Propriedades mágicas das ervas – Anônimo – PDF • Plantas que curam – Enciclopédia das Plantas Medicinais – Volume 1 – Dr. Jorge D. Pamplona Roger • CD Rom – Ervas Medicinais – Volume 1 – Anônimo • Manual Ilustrado de Plantas Medicinais – Moacyr Pezati Rigueiro – Paulus • Medical Toxicology of Natural Substances – Foods, Fungi, Medicinal Herbs, Plants and Venomus Animals – Donald G. Barceloux MD, FAACT, FACMT, FACEP – Wiley – a Jonh Wiley & Sons, INC., Publication • Medicinal Plants in Folk Tradition – an ethobothany of Britain and Ireland- David E. Allen and Gabrielle Hatfield – Timber Press • Handbook of Medicinal Herbs – James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Judi duCellier, Peggy-Ann K. Duke – CRC Press • Apostila Fórmulas Chinesas – Fitoterapia II – Prof. Antonio de Bortolli – Delta Educação • Traditional Medicinal Plants and Malaria – Edited by Merlin Willcox, Gerard Bodeker and Philippe Rasoanaivo – CRC Press • Veterinary Herbal Medicine – edited by Susan G. Wynn, Barbara J. Fougère – Mosby/Elsevier • Herbs for Healthy Skin, Hair and Nails – Brigitte Mars – Keats Publishing Inc • Family Homeopathy – a practical guide for home treatment – Paul Calinnan – NTC Contemporary • Herbal Manual – the medicinal, toilet, culinary and other uses of 130 of the commonly used herbs – Harold Ward – L.N. Fowler and Co. Ltda • Indian Medicinal Plants – C.P Khare – Springer • Segredos e virtudes  das plantas medicinais – Seleções do Readers Digest • Plantas medicinais na Amazônia e Mata Atlântica – Luiz Claudio Di Stasi e Clélia Akiko Hiruma-Lima – Editora Unesp • Enciclopedia de plantas medicinales – Anônimo – PDF • Perfeccionamiento en acupuntura, oligoelementos y fitoterapia – Yves Requena • Natural Remedies – their origins and uses – Finn Sandberg & Desmond Corrigan – Taylor and Francis • Encyclopedia of Homeopathy – the definitive home guide to homeopathic remedies and treatments  for commons ailments – Dr. Andrew Lockie, MRCGP, FFHom – DK Delhi • Herbal Magick – a witchs guide to herbal folklore  and enchantments – Gerina Dunwick – New Page Books •
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