Erva Baleeira

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Esta erva medicinal é o principal componente do Acheflan, um medicamento fitoterápico anti-inflamatório, de uso externo. A Erva Baleeira apresenta características anti-inflamatórias muito similares a Garra do Diabo (Harpagophytum procumbens). Mais informações abaixo.

A Erva Baleeira é uma planta medicinal anti-inflamatória.

Índice - Erva Baleeira

Nomenclatura

Nome Popular

Erva Baleeira

Nome Científico

Cordia verbenacea DC.

Nomes farmacêuticos

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Nome conhecido

Maria-Preta, Maria-Milagrosa, Catinga-de-Barão, Pimenteira, Erva-Preta, Salicina, Balieira-Cambará (Português).

Nomes botânicos

C. curassavica (Jacq.) Roem. & Schult; Varronia curassavica.

Família

Boraginaceae.

Composição

Composição química

Pigmentos flavonoides, salicicatos, salicicato de metila, óleo essencial, açucares, naftoquinonas, artemetina, alantoína, artemina, cordialina A e B, cordiaquinonas, J e K, 5-6-didroxi-3-3-4-6-7-flavona, entametoxi e pentametoxi.

Partes usadas

Casca e folhas.

Sabor

Amargo e adstringente.

Propriedades Medicinais

Propriedades medicinais gerais

Analgésico, anti-inflamatório, anti-hemorrágico, diurético, laxante, fungicida, cicatrizante, anti-infeccioso, tônico, febrífugo, antimalárico, antiparasitário, eupéptico, bactericida e antiulcerativo.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Indicações para uso interno

Sistema Gastrointestinal: é um tônico protetor do sistema digestivo.

Sistema Urinário e Genital: na prostatite.

Sistema Respiratório: na hidropsia.

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: para gota.

Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: para doenças reumáticas, artrite, artralgias, artrite reumatoide, lumbago, em dores ciáticas, em contusões de toda ordem, dores musculares e da coluna vertebral e na mialgia.

Outros distúrbios: alivia febres.

Indicações para uso interno de partes específicas da planta

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Indicações para uso externo

Pele e unhas: em feridas.

Cavidade bucal: para inflamações bucais.

Músculos, ossos e articulações: nas dores musculares e da coluna vertebral e em contusões.

Outros distúrbios: previne o aparecimento de ulcerações.

Indicações para uso externo de partes específicas da planta

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Uso pediátrico

Utilizada em dores da artrite reumatoide juvenil, febre reumática e nas cartilagens de conjugação e em enfermidades da pré-adolescência como a epifisiólise.

Uso Veterinário

A erva combate ectoparasitas em animais.

Cuidados ao Usar

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações)

Seu uso não é recomendado na gestação e lactação. Uso contínuo máximo de 4 semanas.

Interações medicamentosas

Faz boa sinergia com Garra do Diabo (Harpagophytum procumbens) em tratamentos de artrites, artroses, reumatismos e contusões.

Toxicidade

Erva sem toxicidade, nas doses recomendadas.

Nutrição e Energia

Uso culinário e nutritivo

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Aromaterapia

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Sistemas Florais

Florais das Gerais: desejo de justiça, entusiasmados, superansiosos, necessidade de terminar logo todas as tarefas e para inflamações. Florais de Minas: Verbenacea – para obcecados por justiça, fanáticos, entusiasmados, tensos e superansiosos.

Uso homeopático

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Magia e Espiritualidade

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Aspectos Astrológicos

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

MTC e Ayurveda

Medicina Chinesa (MTC)

Erva utilizada para tratamento para síndromes BI. Atua no canal do Fígado e Estômago.

Uso no Ayurveda

A Erva Baleeira reduz Kapha e Pitta e agrava Vata. Sua rasa é amarga e adstringente, sua virya é fria e sua vipaka é picante.

Outros Sistemas Tradicionais

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Método 40-20 PRO

Categorias Medicinais

Categoria 3 – Ervas para agir contra o reumatismo.

Origem e Plantio

Habitat

Planta natural dos trópicos ocorre no México, Caribe e América Central até o sul da América do Sul.

Descrição da planta

É um arbusto com até 2 m de altura, muito ramificado, de onde saem folhas sésseis, pubescentes na face inferior, lanceoladas, agudas, com até 12 cm de comprimento, inflorescência espigosa, densa, com pedúnculos eretos e muitas flores brancas, fruto subgloboso vermelho. Espécie muito comum na região da Mata Atlântica, onde ocorre em abundância em solos arenosos e em áreas de restinga. É uma planta heliófita e higrófita, formando grandes populações em áreas litorâneas, sendo raramente encontrada no interior de matas.

Como plantar

A erva-baleeira se reproduz por meio de sementes ou de mini-estacas das pontas dos ramos de mudas com mais de três anos de idade. As estacas devem ser plantadas diretamente num substrato composto de duas partes de areia e uma parte de terra vegetal.

Ciência e Bibliografia

O que diz a ciência

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Fontes de pesquisas utilizadas

http://www.plantamed.com.br/http://www.jardimdeflores.com.br/ervas/a31baleeira.htm • Plantas medicinais na Amazônia e Mata Atlântica – Luiz Claudio Di Stasi e Clélia Akiko Hiruma-Lima – Editora Unesp • Yoga of Herbs – Dr. David Frawlwy and Dr. Vasant Lad – Lótus Press • ITF – Índice Terapêutico Fitoterápico – EPUB • Estilo Saudável – a conquista da saúde integral – Cátia Fonseca e José Estefno Bassit – Ed. Alaúde •

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Coordenação de pesquisa

Rodrigo Silveira
Ervanarium Escola das Plantas

Índice - Erva Baleeira

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