Dente de Leão

Oitenta e cinco tipos diferentes de insetos se alimentam do dente-de-leão. O pico da potência da erva se dá na estação fria, quando deve ser colhida para melhor resultado medicinal. A planta contém mais Vitamina A do que se encontra em cenouras.

 

Nome Científico:

Taraxacum officinale Weber ex F.H. Wigg.

Nomes botânicos:

Leontodon taraxacum L., Taraxacum dens-leonis Desf., Taraxacum retroflexumLindb. F.

Nomes Farmacêuticos:

Herba taraxaci.

Partes usadas:

Raiz e folhas.

Composição Química:

Ácido caféico, ácido cítrico, ácido dioxinâmico, ácido p-oxifenilacético, ácido tartárico, ácidos graxos, alcaloides, amerina, aminoácidos, apigenina, carboidratos, carotenoides, cobalto, cobre, colina, compostos nitrogenados, estigmasterol, ferro, fitosterol, flavonóides, fósforo, frutose, glicosídeo (taraxacosídeo), inulina, lactucopicrina, látex, levulina, luteolina, magnésio, matéria graxa, mucilagem, níquel, óleo essencial, pectina, potássio, pro-vitamina A, resina, sais de cálcio, saponinas, silicatos, sitosterol, soda, sódio, stigmasterol, taninos, taraxacina, taraxacosídeos, taraxasterol, taraxerol, vitaminas: A, B1, C, PP, D; xantofilas.

Indicações para uso interno:

Sistema Gastrointestinal: diarreias agudas, acidez gástrica e úlcera péptica, irregularidades do ritmo intestinal, úlceras, intoxicação alimentar, hemorroidas, pancreatite, melhora a assimilação dos alimentos, sua ação elimina sobras de comida no estômago, purifica o baço, pâncreas, aumenta a secreção dos sucos digestivos, azia, cólicas, congestão, disenteria, flatulência, gastrite, pancreatite, escorbuto, esplenite, dor de estômago, alivia fermentações,

Sistema Urinário e Genital: para infecção urinária, endometriose, TPM, purifica a bexiga, candidíase, cálculos na bexiga, cistite, edemas, dismenorreia, gonorreia, oliguria, uretrite, urolitíase, uterite, doenças venéreas,

Sistema Hepático: drenador hepático, hepatite aguda, febre com icterícia, aumenta produção de bile, facilita o esvaziamento da vesícula biliar, purifica a vesícula biliar, disquinesias biliares, colelitíase, cirrose, cálculos biliares, hepatite B, insuficiência hepática,

Sistema Respiratório: para febres por faringite ou amigdalite, pneumonia, tosse, bronquite, catarro, tuberculose, dispneia,

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: anemia, acidose, aterosclerose, gota, problemas cardíacos, reduz colesterol em reações causadas por emoções intensas,

Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: resfriados, glândulas linfáticas inchadas, tonifica todo o organismo, fortificante dos nervos, nervosismo, Mal de Alzheimer, anorexia, herpes, neurose, esclerose, escrófula,

Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: inflamação crônica da pelve, nutre os ossos e afasta osteoporose, melhora o movimento articular, reumatismo, ossos fracos ou fraturados, dores nas costas,

Sistema Renal: purifica os rins, cálculos renais,

Outros distúrbios: para mordida de cobra, anti-inflamatório em doenças bacterianas, apendicite, problemas das mamas como câncer, mastite e tumores, cistos, rico em sais minerais, celulite, obesidade, malária, diabetes, doenças da pele, câncer de lábio, escarlatina, dores internas em geral, insônia, adenoma, maleita, alcoolismo, desnutrição, câncer de bexiga, câncer de intestino, câncer de fígado, câncer de baço, calafrios, dores de cabeça, impetigo, endurecimentos, mucosidades, vertigens, vômitos, rejuvenescimento, olhos vermelhos, pielose.

Indicações para uso interno de partes específicas da planta::

Raízes – depurativo do sangue, desintoxicação do fígado,

Indicações para uso externo:

Pele e unhas: eczema, carbúnculo, abscessos, acne, para infecções cutâneas como furunculoses e erisipela, picada de insetos, doenças da pele, cânceres externos, verrugas, ferimentos, bolhas, ulcerações, dermatose, coceira, manchas hepáticas, psoríase, contusões.

Cabeça e face: conjuntivite, olhos doloridos,

Cavidade bucal: cáries, dor de dente, inflamações da gengiva, boca e garganta, problemas dentários,

Músculos, ossos e articulações: inchaços,

Outros distúrbios: candidíase, picada de cobra,

Indicações para uso externo de partes específicas da planta:

Seiva do caule- sardas e manchas da pele.

Aromaterapia:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais:

Categoria 2 – Ervas para reduzir calor excessivo do corpo • Categoria 5 – ervas para reduzir a umidade do corpo • Categoria 9 – ervas para promover a digestão • Categoria 10 – ervas para suprimir a tosse e reduzir catarro • Categoria 16 – ervas para corrigir deficiências • Categoria 17 – ervas para contrair e obstruir os movimentos • Categoria 19 – ervas para úlceras e tumores • Categoria 20 – ervas para aplicações externas.

Uso homeopático:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Pets e outros animais:

A erva é um dos melhores alimentos para porcos e galinhas. Cavalos também irão comer as partes verdes e as raízes se elas estiverem misturadas a ração. As folhas são consumidas pelo urso Grizzly, esquilos, alces e porcos-espinhos. Cabras, porcos e coelhos consomem toda a planta. Quando vacas consomem dente-de-leão, elas produzem mais leite.

Informações em outros sistemas de saúde:

Os índios americanos da tribo Crow utilizam a seiva do caule da planta várias vezes ao dia para remover verrugas. Utilizam também o caldo feito com raiz de dente-de-leão para problemas do fígado, rins e trato geniturinário.

Indicações energéticas ou mágicas:

Na Era Vitoriana, a flor do dente-de-leão significava amor. Também era um símbolo de desejos, boas-vindas, fidelidade e adivinhação.
Se a pessoa esfregar em si mesma a planta, será bem-vinda em todos os lugares e conseguirá o que deseja. Soprando as plúmulas, o número que permanecer preso ao caule será o número de filhos que se terá na vida. Amantes devem soprar as plúmulas na direção de seu amado para enviar mensagens de afeto. Se for feito um pedido soprando as plúmulas e todas voarem, seu pedido será atendido. Se nascerem dentes-de-leão no canto nordeste de sua casa, isso indica que novos ventos positivos soprarão para você. Atribui-se a erva a capacidade de invocar os espíritos, desenvolvimento das capacidades psíquicas e visão do futuro. Planta sagrada no culto à Hecate.

Nome Conhecido:

Alface-de-cão, Alface-de-côco, Amargosa, Amor-dos-homens, Chicória-louca, Chicória-silvestre, Coroa-de-monge, Dente-de-leão-dos-jardins, Frango, Leutodonte, Quartilho, Radite-bravo, Relógio-dos-estudantes, Salada-de-toupeira, Soprão, Taraxaco, Taraxacum (Português), Diente de leon (Espanhol), Dent de lion (Francês), Dandelion (Inglês), Tarassco comune, Dente di leone (Italiano), Pugongying (Chinês).

Família:

Asteraceae.

Sabor:

Amargo, doce e frio.

Propriedades medicinais gerais:

Anti-inflamatório, antitérmico, antibacteriano, antitóxico, antiviral, colagogo, estomáquico, antidispéptico, laxativo, galactagogo, anti-infeccioso, resolutivo, aperitivo, digestivo, depurativo, hepatoprotetor, refrescante, desintoxicante, colerético, aquarético, sudorífico, estomáquico, tônico, alergênico, inibidor de alpha-glucosidase, alterativo, antídoto, antiedêmico, antioxidante, antirreumático, antisséptico, antiespasmódico, antitumoral, aperiente, adstringente, bifidogênico, canditicida, carminativo, inibidor de COX-2, citotóxico, demulcente, desobstruente, diaforético, hepatotônico, hipoglicemiante, indutor de IL-1alpha, imuno-estimulante, inibidor iNOS, insulinogênico, intoxicante, lactagogo, litolítico, orexigênico, pancreaprotetor, fototóxico, prébiótico, salurético, secretagogo, sialagogo, estimulante, indutor de TNF-alpha, nutritivo, antifúngico, aperitivo.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta:

Folhas – diurético.

Para crianças:

As mesmas aplicações indicadas para adultos.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações:

Evitar seu uso em casos de náusea, vômito, nas diarreias crônicas, na esofagite e em obstruções do duto biliar.
A erva pode causar reações alérgicas em pessoas sensíveis. Em doses elevadas, pode ser tóxica causando diarreia, náuseas, vômitos e azia intensa.
Usar cuidadosamente em pessoas com vazio do Qi do Estômago e do BP.
Evitar uso em pessoas com problemas renais.

Interações medicamentosas:

Pode fazer interação com drogas antidiabéticas, antiácidos, bloqueadores de H2, lítio, diuréticos pobres em potássio e inibidores da bomba de prótons.

Toxicidade:

Planta segura nas doses recomendadas. Uma superdosagem pode provocar diarreia leve. Utilizar em colecistite apenas sob orientação de profissional habilitado. Algumas pessoas podem apresentar alergia aos componentes da erva e experimentar sintomas de asma e febre. Não apresenta efeito cumulativo no organismo.

Uso culinário e nutritivo:

As raízes torradas servem para substituir o café, juntamente com raiz de chicória que tem propriedades similares. As folhas são utilizadas na alimentação na forma de saladas. Rico em sais minerais, fibras, micronutrientes, lecitina e substâncias biologicamente ativas, além de ser uma fonte de reposição de potássio.

Sistemas Florais:

Florais das Gerais: em casos de dissociação entre o pensamento, o sentimento e as atitudes, superficialidade, fanatismo, debilidades nos órgãos de percepção.
Florais de Minas: para superficialidade, fanatismo, visão grosseira da realidade, debilidade sensorial, dificuldade de percepção, assimilação e aprendizado.

Medicina Chinesa (MTC):

Seu nome chinês é Pugongying.
Erva recomendada para tratamento de condições de invasão de vento-calor no Fígado, eliminar calor tóxico, eliminar fleuma-umidade-calor, para estagnação do Qi do Fígado, eliminar fogo da Vesícula Biliar, no vazio do yin do Fígado, drenar calor do Estômago, em sintomas de calor-umidade do Jiao médio, para reduzir abscessos e dissipar nódulos. Resolve umidade.
Esta é uma erva acumuladora de fluidos que deve ser usada sempre em associação a um diurético.
Para tratar furúnculos e carbúnculos utilizar associado à Viola odorata (Zihuadiding). Para icterícia do tipo umidade-calor usar em conjunto com Artemísia capilaris (Yinchenhao). O Dente de Leão descende o calor e pode ser usado em condições de calor por estagnação de alimentos e para remover calor do sangue (Xue). Tem atuação nos canais do Fígado, Vesícula Biliar, Rins, Bexiga, Baço/Pâncreas, Estômago e Pulmões.

Ayurveda:

O Dente de Leão eleva Vata e diminui Pitta e Kapha. Deve ser usado com cautela por pessoas do tipo Vata puro.
É uma erva que dissolve ama (toxinas).
No Ayurveda, é planta governada por Saturno que é responsável pelas plantas frescas, amargas e desintoxicantes. Seus nomes ayurvédicos são Dugdh-pheni, Luutaari, Payaswani.
Atua nos tecidos (dhatus) plasmático e sanguíneo e nos sistemas circulatório, digestivo, urinário e linfático.
Deve ser consumida com atenção, pois pode agravar Vata. É uma planta excelente para quem tem uma alimentação rica em carnes, gorduras e frituras. Sua rasa é doce e amarga e sua virya é fria. Sua vipaka é picante.

O que diz a ciência:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Astrologia:

Seu regente é o planeta Júpiter. Considerada uma erva do elemento ar e associada ao signo de Sagitário. Atua em distúrbios relacionados ao trânsito de Marte em Câncer e Urano em Leão.

Habitat:

Planta proveniente de clima temperado, principalmente da Europa.

Descrição da planta:

É uma planta herbácea vivaz, acaule, lactescente, cespitosa, que cresce de 5 a 30 cm em altura e cuja raiz pivotante amarelada pode atingir até 40cm. A parte aérea é anual, mas a subterrânea é perene. Folhas em roseta basilar densa, glabras, radicais, oblongas ou lanceoladas, polimorfas, runcinado-pinatífitas ou pinatipartidas, segmentos ou lobos desiguais, triangulares ou oblongos, agudos, incisados ou denteado-acuminados, sendo o terminal mais amplo, com os segmentos laterais virados para a base. Flores amarelo-intenso, liguladas, formando um grande capítulo com invólucro duplo de brácteas externas mais curtas voltadas para baixo, disposto sobre um comprido pedúnculo radical de cerca de 15 a 30 cm, glabro ou araquináceo, ereto, oco, monocéfalo, cilíndrico, fistuloso. Fruto aquênio cinzento-azulado, oblongo-fusiforme, estriado, terminando com papilhos de pelos brancos, radiados, sedosos, formando uma armação globóide que se rompe facilmente com o vento, resultando na disseminação das sementes. Rizoma vertical, espesso, castanho-escuro e esbranquiçada no corte, exsudando látex branco, com cerca de 1 cm de diâmetro, de onde partem simultaneamente as folhas e os escapos floríferos.

Vamos plantar?:

O dente-de-leão cresce melhor em clima temperado ou clima subtropical, e pode resistir a temperaturas muito baixas, embora perca todas as folhas.
Pode ser cultivado com luz solar direta ou em sombra parcial e em praticamente qualquer tipo de solo, mas cresce melhor se este for bem drenado, profundo, fértil e rico em matéria orgânica.
A planta também é bastante tolerante quanto ao pH do solo, mas um pH entre 5 e 6,8 é recomendado.
Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, sem que fique encharcado.
Preferencialmente semeie no local definitivo da horta. Se semeado em sementeiras e outros recipientes, o transplante deve ser feito assim que as mudas possam ser manuseadas.
As sementes devem ficar na superfície do solo ou podem ser cobertas apenas por uma leve camada de terra peneirada ou de serragem. A germinação pode levar de cinco dias a três semanas.
Embora menos comum, o dente-de-leão também pode ser propagado usando pedaços de raiz.
O espaçamento entre as plantas pode ser de 35 cm. O dente-de-leão pode ser plantado em vasos, mas estes precisam ter no mínimo 30 cm de altura para a planta se desenvolver razoavelmente, pois a raiz primária desta planta cresce bastante, podendo ultrapassar a 1 m de profundidade, quando cultivada no solo.
Retire sempre as plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.
O dente-de-leão é considerado uma planta invasora que pode causar problemas em algumas plantações. Para manter suas plantas sob controle, as flores devem ser sempre colhidas, impedindo que as cipselas com os papi sejam formadas (os frutos secos com os “paraquedas”, contendo uma semente cada um).
Se as sementes são necessárias, colha assim que estiverem formadas, pois as cipselas são dispersadas facilmente pelo vento quando estão maduras.
Embora seja considerada uma planta invasora, comum em jardins, plantações e pastagens, em alguns casos sua presença pode ser benéfica, uma vez que pode ser uma boa planta companheira para outras culturas, e pode servir como alimento tanto para humanos quanto para animais.
Para ficarem menos amargas, as folhas podem ser branqueadas, cobrindo a planta com um balde ou outro recipiente totalmente opaco, impedindo assim a planta de receber luz. Isso não deve ser feito nos casos em que a planta está sendo cultivada para fins medicinais.
Geralmente é recomendado que as folhas comecem a ser colhidas aos 90 dias, mas folhas de plantas mais jovens são menos amargas.
As folhas mais desenvolvidas, sendo mais amargas, podem ser consumidas em pratos cozidos, refogados, assados ou fritos. As folhas mais novas são um pouco menos amargas e são mais tenras, e podem ser consumidas cruas em saladas. Folhas branqueadas (estioladas) são colhidas quando estão com uma coloração amarelo-esbranquiçada.
As flores podem ir sendo colhidas e congeladas até conseguir a quantidade necessária ou podem ser usadas misturadas com as folhas. Já as raízes podem ser colhidas com aproximadamente um ano.
Plantas selvagens são igualmente comestíveis, embora normalmente sejam mais amargas que as cultivadas. Todavia, é necessário ter cautela para não colher plantas contaminadas com pesticidas ou outras substâncias tóxicas.

Fontes de pesquisa utilizadas:

http://www.plantamed.com.br/ • https://hortas.info/como-plantar-dente-de-leao • 100 Plantas para viver até os 100 anos – PDF • A taste of heritage – crow indian recipes and herbal medicine – Alma Hogan Snell – Lincoln and London • A astrologia da Mãe-Terra – Márcia Starck – Pensamento • Plantas Medicinais – Manipulação artesanal, uso e costume popular – Angelo L. Robertina – PDF • As plantas e os planetas – Ana Bandeira de Carvalho – Ed. Nova Era • Master your metabolism – the all natural (all herbal) way to lose weight – Lewis Harrison – Sourcebooks INC • Medicinal Plants in Folk Tradition – an ethobothany of Britain and Ireland- David E. Allen and Gabrielle Hatfield – Timber Press • As plantas que curam – enciclopédia de plantas medicinais – Volume 1 – Dr. Jorge D. Pamplona Roger • Practical Handbook of Plant Alchemy – Manfred M. Junius • Propiedades y funciones de las plantas en la medicina china. pdf • Tylers Herbs of Choice – the terapheutic use of phytomedicinals – Dennis V. C. Awang – CRC Press • Wicca – A Feitiçaria Moderna – o livro das ervas, magias e sonhos – Gerina Dunwich • CD Rom – Ervas Medicinais – Volume 1 • Chinese and related North American Herbs – phytopharmacology and therapeutics values – Thomas S. C. Li – CRC Press • Dandelion Medicine – Brigitte Mars – Storey Books • Vademecum de Fitoterapia – Pedro del Rio Pérez • Dukes Handbook of Medicinal Plants of the Bible – James A. Duke with Peggy-Ann K. Duke and Judith L. duCellier – CRC Press • Enciclopedia de plantas medicinales – PDF • Handbook of Medicinal Herbs – James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Judi duCellier, Peggy-Ann K. Duke – CRC Press • Herbal Manual – the medicinal, toilet, culinary and other uses of 130 of the commonly used herbs – Harold Ward – L.N. Fowler and Co. Ltda • Herbal medicines in pregnancy and lactation – an evidence-based approach – Edward Mills, Jean-Jacques Dugoua; Dan Perri; Gideon Koren – Taylor and Francis • Herbal Tonic Therapies – Daniel B. Mowrey Ph.D -NTC Contemporary • Herbal Magick – a witchs guide to herbal folklore and enchantments – Gerina Dunwick – New Page Books • Herbal Home Remedy Book – simple recipes for tinctures, teas, salves, tonics and syrups – Joyce A. Wardwell – Storey Books • Herbologia Chinesa – PDF • Herbs for Healthy Skin, Hair and Nails – Brigitte Mars – Keats Publishing Inc • Herbs for the Heart – C.J Puotinen – NTC Comtemporary • Indian Medicinal Plants – C.P Khare – Springer • ITF – Índice Terapêutico Fitoterápico – EPUB • Yoga of Herbs – Dr. David Frawley and Dr. Vasant Lad – Lótus Press • A vida cura a vida – Pe. Paulo Wendling – Paulinas •