Ginseng

Sua raiz é usada, preferencialmente de plantas com mais de seis anos. As raízes frescas podem ser guardadas durante vinte dias, em 25ºC. Duas formas comerciais disponíveis desta erva são o “ginseng branco” (white) que consiste do pó ou extrato seco da raiz desidratada e o “ginseng vermelho” (red) que é preparado através da vaporização das raízes secas descascadas. A raiz do ginseng tem sido utilizada ininterruptamente desde há mais de 1.000 anos, na China, pelas suas propriedades tonificantes. Foi introduzida na Europa a partir do século XVIII e tem sido objeto de numerosos estudos científicos, em função das suas extraordinárias virtudes. O seu nome científico, Panax, vem dos radicais gregos pan (todo) e caxos (cura). Para os chineses, o ginseng é uma autêntica panaceia, capaz de curar uma grande variedade de afecções. Esta erva tem valor elevado devidas as dificuldades de cultivo e sua raridade de acesso nos meios naturais. Em geral, quando encontramos disponível para venda a preços baixos, é uma falsificação que deve ser evitada, ou é outra erva a qual se atribui o nome ginseng equivocadamente. Cada uma de suas variedades tem propriedades diferentes. Seus efeitos são melhores percebidos em um tratamento mínimo de 15 dias, mas não se deve ultrapassar os 60 dias de uso consecutivo. Saiba mais no texto abaixo.

Ginseng é uma das plantas medicinais tônicas.

Nome científico

Panax ginseng C.A. Mey.

Nome conhecido

Panaceia, Cinco-folhas, Ginseng-asiático, Ginseng-coreano, Ginseng-chinês, Ginseng-japonês, Ginseng vermelho (Português), Ginseng (Alemão, Espanhol, Inglês, Francês, Italiano), Ren Shen (Chinês).

Nomes botânicos

Aralia ginseng Baill., Aralia quinquefolia var. ginseng (C.A. Mey.) Regel & Maack, Panax chin-seng Nees, Panax quinquefolium var. coreensis Siebold, Panax quinquefolium var. ginseng (C.A. Mey.) Regel & Maack ex Regel, Panax schin-seng Nees.

Nomes farmacêuticos

Radix ginseng.

Família

Araliaceae.

Partes usadas

Raiz.

Sabor

Doce, amargo, amornante.

Composição química

Ácido fólico, ácido glicurônico, ácidos graxos, ácido nicotínico, ácido olcânico, ácido panacênico, amido, aminoácidos, arabinose, citral, enzimas: amilase e colina, esteroides, frutose, glicose, ginsenina, glicosídeos (ginosídeos), ginsenosídeo, glicose, goma, limoneno, maltose, mucilagem, panaceno, panaquilona, panaxatriol, panaxina, panaxinol, panaxodiol, panaxol, panose, poliacetilenos, ramnose, riboflavina, sacarose, sais minerais: ferro, cobalto, cobre, cálcio, magnésio e manganês, saponina, sesquiterpenos, terpineol e tiamina, vitaminas B, B2, B12 e C.

Propriedades medicinais gerais

Tônico, antidiarreico, sedativo leve, anti-estresse, anti-radicais livres, adaptogênico, antidepressivo, cardiotônico, anticonvulsionante, afrodisíaco, antioxidante, bioestimulante, depurativo, diurético, fortificante, hemostático, hipocolesterolêmico, hipertensor, revitalizante, indutor da liberação de estamina, hipoglicemiante, adaptógeno, estimulante do SNC, imuno-estimulante, adrenérgico, alterativo, analgésico, rejuvenescedor, antiagregante, antialcoólico, antiarrítmico, anticancerígeno, anticolinérgico, anti-inflamatório, anti- AVC, antidiurético, antimitogênico, antiprolactina, antiprostático, anti-psicótico, anti-radiação, antisséptico, antitumoral, antiulcerogênico, anti-rugas, amargo, carminativo, estimulante da caspase, quimiopreventivo, sedativo do SNC, corticotrofinogênico, citotóxico, demulcente, eleva colesterol HDL, emético, energizante, estrogênico, etanolítico, expectorante, gonadotrópico, hematopoiético, hepatoprotetor, hepatotônico, hiperglicêmico, hipertensivo, hipoglicêmico, hipotrigleceridêmico, interferonigêncio, memorigênico, mitogênico, nervino, neurotônico, nicotínico, NKC-gênico, NO-gênico, osteoprotetor, fagocitogênico, inotrópico positivo, radioprotetivo, secretagogo, serotonilítico, sialagogo, espermatogênico, estomáquico, testosteronigênico, timoléptico, tranquilizante, vasodilatador, tônico vascular, estimulante do RNA e DNA, antineoplásico, pulmonário, imunomodulador.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta

Raízes – todas aplicações medicinais.

Indicações para uso interno

Sistema Gastrointestinal: prolapso do reto, digestão lenta, diarreia, disenteria, colite, enterite, gases, esplenite, digestão lenta e também na inapetência.

Sistema Urinário e Genital: menopausa, afecções da próstata, prolapso do útero, impotência, infertilidade masculina (necessário 3 meses de uso), problemas de ereção, dismenorreia, poliúria, pós-menopausa, espermatorreia, retenção urinária, disfunção erétil e também na ejaculação precoce.

Sistema Hepático: nas afecções do fígado, hepatite, malária, estimula todas funções do fígado e preveni danos nas células hepáticas.

Sistema Respiratório: em insuficiência respiratória, dispneia e ainda nos casos de bronquite crônica.

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: anemia, hemorragias, estimula formação de sangue, palpitações, regula o colesterol, previne aterosclerose, cardiomegalia, pancitopenia, prevenção de infartos e isquemia miocardial e promove a redução do risco de ataque cardíaco.

Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: síndrome de fadiga crônica, estresse, aumento da imunidade, estimulante do sistema nervoso central, Aids, nervosismo, depressão, gripe, resfriado, infecções, astenia, neurose obsessiva, demência senil, imunodepressão, leucopenia, degeneração mental, demência senil, choque, neurastenia, estimula as glândulas adrenais e o eixo adrenal-hipotálamo-pituitária e também apresenta ação anti-psicótica.

Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: reumatismo, insuficiência istmo-cervical, hipotonia muscular, distrofias musculares, epilepsia e também em inchaços.

Sistema Renal: para nefrose.

Outros distúrbios: nas convalescenças, aumento da capacidade aeróbica, aumento da libido, diabete tipo 2, incremento da memória e da vitalidade, potencializa efeito da insulina, hipotireoidismo, insônia, cefaleia, câncer do pulmão, câncer de mama, câncer de estômago, cansaço, bócio, pan-hipopituitarismo, carências alimentares, constituição física débil, recuperação física lenta, progéria, constituição débil infantil, sensibilidade ao frio, reforça a energia vital, retarda o envelhecimento, rejuvenescimento, tem a habilidade de incrementar a síntese mitocondrial de ATP, para pacientes de quimioterapia, epistaxe, ressaca, sensação de medo, hipotermia, síndrome de Shehann, doenças virais, vômitos, estimulante da fagocitose, regeneração de deformidades da córnea, desintoxica o organismo de matais pesados, poluição do ar e radiação, equilibra a função da tireoide, auxilia no controle da diabete, para degeneração macular e em casos de pan-hipopituitarismo.

Indicações para uso interno de partes específicas da planta

Raízes – todas as aplicações medicinais.

Indicações para uso externo

Pele e unhas: nas doenças de pele e em feridas.

Outros distúrbios: em inflamações da garganta.

Indicações para uso externo de partes específicas da planta

Raízes – todas as aplicações medicinais.

Para crianças

Em casos de anemia e inapetência.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações)

Não deve ser tomado por mais de 6 semanas consecutivas. Doses elevadas causam cefaleia, palpitação, insônia, aumento da pressão arterial e taquicardias. Não deve ser tomado por mais de 6 semanas consecutivas. Doses elevadas causam cefaleia, palpitação, insônia, aumento da pressão arterial e taquicardias. Não deve ser usado se estiver fazendo uso de anticoagulantes. Evitar na menopausa e em casos de sangramento vaginal. O uso em longo prazo pode causar anormalidades menstruais e seios doloridos em algumas mulheres. Não é recomendado para mulheres grávidas ou amamentando, nem em pessoas com asma, enfisema, infecções agudas e ansiedade. Pode potencializar a ação da glândula pituitária e do hipotálamo, causando reações alérgicas.  

Interações medicamentosas

Quando em uso, deve-se eliminar consumo de cafeína em todas suas formas (café, chás, refrigerantes, nabo, etc.). Em combinação com bupleurum, raiz de peônia, raiz de pinellia, casca de cássia, raiz de gengibre, jujube fruit, raiz de solidéu asiático e raiz de licopódio, trata epilepsia. Deve ser usado com cuidado por pessoas que estejam fazendo uso de anticoagulantes pois pode reduzir o efeito da warfarina. O ginseng pode misturar-se com centela (Centella asiatica), para equilibrar o corpo e a mente. Para concentração e clareza mental, o ginseng pode ser misturado com guaraná. Recomendado uso em associação com Gingko biloba para melhoria da memória.

Toxicidade

Planta segura nas doses recomendadas.

Uso culinário e nutritivo

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Aromaterapia

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Sistemas Florais

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Medicina Chinesa (MTC)

Seu nome chinês é Ren Shen. A erva tonifica o Qi e recupera o Yang devastado, na deficiência do Qi do Pulmão, deficiência do Qi do Rim, deficiência do Qi do Baço, Deficiência do Qi do Coração, na deficiência do Xue, promove a secreção de fluidos, estabiliza o Wei Qi, tonifica o Xue, alivia a sede e acalma o Shen. Evitar seu uso na hiperatividade do Yang do Fígado ou ascensão do fogo do fígado, em casos de fleuma-calor ou excesso de calor, em casos de deficiência (vazio) do Yin do Rim e em casos de insuficiência do Qi crônica. Atua nos canais dos Rins, Coração, Baço/Pâncreas e Pulmão. Considerada uma planta yin, com predominância do elemento água.

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais

Categoria 16 – Ervas para corrigir deficiências •

Ayurveda

A erva equilibra Vata, Pitta e Kapha, mas seu uso em excesso agrava Kapha e Pitta. Sua rasa é doce, picante e amargo, sua virya é quente e sua vipaka é doce. A erva atua em todos os tecidos (dhatus) do corpo humano e tem ação nos sistemas digestivo, respiratório, circulatório, nervoso e reprodutivo. Deve ser usada com cuidado em casos de acúmulo excessivo de Ama. Atua particularmente bem em casos de distúrbios do dosha Vata e nas deficiências dos tecidos na idade avançada. Pode promover o ganho de peso e o crescimento dos tecidos corpóreos, inclusive o tecido nervoso. Para fins de rejuvenescimento pode ser associado o uso com Ashwagandha. Seu uso associado ao gengibre promove a digestão. O ginseng americano tem propriedades similares, mas pode ser mais benéfico para pessoas com Pitta agravado.

Uso homeopático

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Pets e outros animais

Vacas com mastite subclínica causada por Staphylococcus aurens foram submetidas a uma injeção subcutânea com extrato de raiz de Panax ginseng com dose 8 mg/kg por 6 dias consecutivos. Após o final do tratamento, o número de S.aurens infectados começou a decrescer nas vacas que receberão o tratamento. Acredita-se por esta experiência que a administração do ginseng ativou o sistema imunológico das vacas e possa ter contribuído para a recuperação da mastite. O uso em animais tem propriedades anti-fadiga.

Informações em outros sistemas de saúde

O Panax ginseng (Ginseng Coreano) tem variedades similares a espécie coreana. O ginseng americano (Panax quinquefolius) é semelhante ao chinês, exceto no efeito mais suave. Sobretudo tonifica os cinco órgãos: fígado, coração, pulmões, rins e baço. Estudos feitos na China sugerem que o ginseng siberiano (Eleutherococcus senticosus) é especialmente eficaz no alívio da fadiga. Tem um maior efeito estimulante que o ginseng normal; mas também pode acalmar o paciente e reduzir a ansiedade. O ginseng coreano (Panax ginseng) pertence à mesma espécie que o ginseng chinês, mas como este tipo de ginseng cresce em condições ambientais perfeitas as suas qualidades são muito superiores às do ginseng chinês. O ginseng japonês (Panax japonicus) é muito usado pelas ervanárias japonesas em vez do ginseng chinês, pois contém muito menos ginsenósidos e é considerado mais leve. O ginseng himalaio (Panax pseudoginseng Himalaicus) é usado no Himalaia como variante para as pessoas com falta de apetite e como ajuda digestiva. A potência medicinal é mais baixa que a do ginseng chinês. Estudos indicaram que em diversos produtos que alegadamente continha a erva, existe uma concentração muito diferente de sua presença em sua composição, o que pode afetar a efetividade de seus efeitos medicinais.

O que diz a ciência

Cientistas constataram (Vuksan e seus colegas) que administrado concomitantemente ou antes do teste de glicose, pacientes com diabete tipo 2 tiveram uma atenuação de 20% em sua resposta glicêmica. Em pessoas não-diabéticas a diferença só foi notada quando a dose foi administrada, pelo menos, 40 minutos antes do teste. A partir de estudos realizados com a planta Panax ginseng, onde não se conseguiu isolar uma substância que seria o princípio ativo da planta, surgiu o conceito de fitocomplexo, que é definido como um grupo de substâncias de origem vegetal quimicamente relacionadas, cuja atividade farmacológica é necessariamente diferente em intensidade ou em qualidade das ações de um dos princípios ativos isolados (BOTSARIS & MACHADO, 1999). A Comissão E da Alemanha aprova o uso do ginseng para uso sem prescrição médica como tônico para fadiga, dificuldade de concentração, redução da capacidade de trabalho e debilidades em geral. A avaliação da interação do extrato de P. ginseng, administrado na dose de 200 mg/dia a 22 voluntários sadios por 18 dias, com o anti-hipertensivo nifedipina, mostrou um aumentou de 29% nas concentrações plasmáticas do fármaco. Foi considerado como provável mecanismo da interação a inibição do CYP3A4, substrato do fármaco, provocada pela planta. Em estudo realizado com 12 voluntários sadios, não foi verificada interferência do extrato de P. gingseng padronizado em 5% de ginsenosídeos, quando administrado na dose de 500 mg, 3 vezes ao dia por 28 dias, na farmacocinética de cafeína, da debrisoquina, da clorzoxazona e do midazolam, pois não forma verificadas alterações nas quantidades recuperadas destes fármacos na urina. Esses resultados sugerem que o extrato da planta não apresenta atividade nas isoformas CYP1A2, CYP2D6, CYP2E1 e CYP3A4, já que os fármacos utilizados são metabolizados por essas isoformas, respectivamente. Outros relatos de interações farmacocinéticas entre fármacos e plantas medicinais envolvendo o sistema CYP são encontrados na literatura. Interações com plantas da medicina chinesa como o Sho-saiko-to, o Saiboku-to, e a planta Milk thistle (Cardo Mariano) utilizada na Alemanha, são relatadas. Estas plantas, no entanto, não são difundidas no Brasil.

Astrologia

Erva associada ao signo de Escorpião. Indicada para distúrbios relacionados ao trânsito da Lua em Touro, Lua em Câncer, Lua em Leão, Lua em Virgem, Lua em Sagitário, Vênus em Leão, Júpiter em Touro, Júpiter em Gêmeos, Saturno em Touro, Urano em Capricórnio, Urano em Aquário, Netuno em Touro, Netuno em Câncer, Netuno em Peixes, Plutão em Áries, Plutão em Câncer, Plutão em Aquário, Plutão em Peixes. Regente: Lua. Outra fonte (Herbal Magick – a witchs guide to herbal folklore and enchantments), declara que o regente é o Sol.

Indicações energéticas ou mágicas

Planta dedica à deusa Ártemis. Seu elemento é Fogo. Um nome antigo para esta erva é “raiz de feiticeira”.

Habitat

Cultivado na Coréia e China para exportação.

Descrição da planta

É um arbusto resistente, de 30-70 cm de altura, folhas palmatiformes, na maioria das vezes em número de 5 em caules redondos e desprovidos de pelos, contendo verticilos. As folhas pequenas possuem pecíolos largos de forma lanceolada, dispostos em número de 2-4 verticilos nas extremidades. O pedúnculo compõe-se de umbelas de cor branco-esverdeado, contendo 15-30 flores. Os frutos de cor vermelho-claro possuem diâmetro da ordem de 1 cm, contendo de 1-2 sementes brancas. A raiz principal e o grande número de raízes secundárias alcançam 20-30 cm de profundidade. A raiz branca amarronzada completamente desenvolvida mede de 8-20 cm. O diâmetro da raiz principal é de 20 mm e o das raízes secundárias de 5-10 mm. (CHINNA, 1983).

Vamos plantar?

Para o cultivo eficaz do ginseng é necessário um solo solto, rico, com bastantes folhas e cerca de 80% de sombra – que normalmente tem de ser aplicada artificialmente. É difícil cultivar o ginseng ao ar livre com sucesso, pois é necessário um composto rico. A maior parte das espécies deste gênero precisa de tratamento de estufa. A propagação por corte das raízes é o método com maior sucesso, colocando-se os cortes em areia, por baixo de um vidro. As sementes, geralmente obtidas no exterior, são semeadas em potes no princípio da Primavera e precisam de calor suave. Quando as plantas têm alguns centímetros de altura, devem ser transplantadas para canteiros ou orlas protegidas. Precisam de um solo quente, mas com muita sombra.

Artigos relacionados

Fontes de pesquisas utilizadas

http://www.plantamed.com.br/https://azarius.pt/encyclopedia/10/ginseng/ • As plantas e os planetas – Ana Bandeira de Carvalho – Ed. Nova Era • A astrologia da Mãe-Terra – Márcia Starck – Pensamento • Apostila de Fitoterapia Chinesa – Prof. Antonio de Bortolli – Delta Educação • ITF – Índice Terapêutico Fitoterápico – EPUB • Ervas do Sítio – Rosy L. Bornhausen – Bel Comunicação • Ginseng – Anônimo – PDF • Herbal products – Toxicology and clinical pharmacology – Timothy S. Tracy (PhD) and Richard L. Kingston, PharmD – Humana Press • The Consultation in Phytotherapy – the herbal practicioner´s approacho to the patience – Peter Conway – Churchill Livingstone Elsevier • Wicca – A Feitiçaria Moderna – o livro das ervas, magias e sonhos – Gerina Dunwich • Plantas que curam – Enciclopédia das Plantas Medicinais – Volume 1 – Dr. Jorge D. Pamplona Roger • Plantas Medicinais – Manipulação artesanal, uso e costume popular – Angelo L. Robertina – PDF • Manual Ilustrado de Plantas Medicinais – Moacyr Pezati Rigueiro – Paulus • Medical Toxicology of Natural Substances – Foods, Fungi, Medicinal Herbs, Plants and Venomus Animals – Donald G. Barceloux MD, FAACT, FACMT, FACEP – Wiley – a Jonh Wiley & Sons, INC., Publication • Medicinal Plants – utilisation and conservation – 2ª revised and enlarged edition – P. C Trivedi – Aavishkar Publishers, Distributors • Plants, Algae and Fungi – Britannica Illustrated Library • Vademecum de Fitoterapia – Pedro Del Rio Pérez – Quitanda de Rueda (León – España) Diciembre/2005 • Interações Farmacocinéticas entre as plantas Medicinais Hypericum perforatum, Gingko biloba e Panax ginseng e Farmácos Tradicionais – Ana Elisa de Oliveira e Teresa Dalla Costa – Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Farmácia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul • Handbook of Medicinal Herbs – James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Judi duCellier, Peggy-Ann K. Duke – CRC Press • Chinese and related North American Herbs  – phytopharmacology and therapeutics values – Thomas S. C. Li – CRC Press • Veterinary Herbal Medicine – edited by Susan G. Wynn, Barbara J. Fougère – Mosby/Elsevier • Tylers Herbs of Choice – the terapheutic use of phytomedicinals – Dennis V. C. Awang – CRC Press • The Psycopharmacology of Herbal Medicine – plants, drugs that alter mind, brain and behavior – Marcello Spinella – MIT Press • Herbal Tonic Therapies – Daniel B. Mowrey Ph.D -NTC Contemporary • Herbs for Chronic Fadigue – Kathi Keville – NTC Contemporary • Herbs for the Heart – C.J Puotinen – NTC Contemporary • Natural Eye Care – An Encyclopedia – Complementary treatments for improving and saving your eyes – Marc Grossman O.D, LAc & Glen Swarwout, O.D – NTC Contemporary • Herbal medicines in pregnancy and lactation – an evidence-based approach – Edward Mills, Jean-Jacques Dugoua; Dan Perri; Gideon Koren – Taylor and Francis • Fitoterapia Chinesa – As síndromes mais comuns no Ocidente – PDF • Segredos e virtudes  das plantas medicinais – Seleções do Readers Digest • Propiedades y funciones de las plantas en la medicina china. PDF • Enciclopedia de plantas medicinales – Anônimo – PDF • Psycoactive Herbs in Veterinary Behavior Medicine – Stefanie Schwartz – Blackwell Publishing • The Yoga of Herbs – Dr. David Frawley and Dr. Vasant Lad – Lótus Press •