Ginkgo

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O Ginkgo é uma planta medicinal rica em flavonoides. É considerada um fóssil vivo, pois sua morfologia não mudou em mais de 200 milhões de anos. É a espécie viva mais antiga do mundo. Atribui-se sua longevidade a sua capacidade de resistência aos radicais livres e por sua proteção ao DNA. Está entre as plantas mais consumidas nos Estados Unidos. Esta planta medicinal é nativa da China e foi trazida para a Europa em 1730 e para a América em 1784 e seu uso ornamental é muito popular em todo mundo. O nome Ginkgo é japonês e significa “ameixa prateada”. Sua árvore pode viver mais de mil anos e alguns exemplares sobreviveram à explosão da bomba atômica de Hiroshima em 1945 no Japão. Mais informações abaixo.

Ginkgo Planta Medicinal

Nome científico

Ginkgo biloba L.

Nome conhecido

Ginco-biloba, Ginko biloba (português), Gingko Tree, Maidenhair Tree, Japanese Silver Apricot, Kew tree, Salisburia, (inglês), Arbol de los Escudos (espanhol), Bai guo, Yin xing (chinês).

Nomes botânicos

Salisburia adiantifolia.

Nomes farmacêuticos

Semen et folium Ginkgo bilobae.

Família

Ginkgoaceae.

Partes usadas

Folhas verdes secas, frutos (noz) e sementes.

Sabor

Doce e Ácido (sementes), amargo e adstringente (folhas).

Composição química

Flavonoides como flavonol, flavona, flavonoides glicosídeos, rutósido, quercetol, kempferol, isorramnetol, ginkgetol, isoginkgetol, bilobetol, quercetina, apigenina, luteolina, myricetina, proantocianidinas, bioflavonas diméricas, terpenos lactonas, (terpenoides, diterpenos e terpenos), ginkgolideos A, B e C, bilobalida, sitosterol, pinitol, sequoyitol.

Propriedades medicinais gerais

Vasorelaxante, antioxidante, anti-inflamatório, ansiolítico, cardiocirculatório, broncodilatador, antibiótico, antiagregante, antioxidante, tônico cognitivo, venotônico, estimulante circulatório, antigiogênico, generegulatório, vasodilatador, inibidor PAF, nervino, neuro restaurador, colinérgico, neuroprotetor, anticonvulsionante, inibidor GABA, inibidor MAO, antialérgico, vasoregulador.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta

Sementes – expectorante.

Noz – estabilizante, expectorante, antitússivo sedativo, antiasmático, levemente adstringente e agregante.

Folhas – emenagogo, vasoativo (circulação cerebral).

Indicações para uso interno

Sistema Gastrointestinal: hemorroidas.

Sistema Urinário e Genital: na impotência, corrimento vaginal, TPM e disfunção sexual associada à recaptação seletiva de inibidores de serotonina.

Sistema Respiratório: sinusite e rinite crônica, asma (com muco amarelado) e bronquite.

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: auxilia em casos de aumento da pressão sanguínea devido ao estresse, na doença de Raynaud, promove a circulação sanguínea no cérebro e na periferia do corpo, para problemas circulatórios associados a diabete, elimina radicais livres, previne aterosclerose e trombose, inibidor da agregação plaquetária, para varizes e flebite.

Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: mal de Alzheimer, falta de memória, paralisia facial, demência associada a idade, insuficiência cerebral em idosos, demência do tipo multi-infarto, acelera recuperação em isquemias cerebrais e periféricas, distúrbios cérebro-vasculares, enfermidades geriátricas, distúrbios de concentração, depressão, tonturas, melhora oxigenação cerebral, recuperação de lesões cerebrais, insônia, epilepsia, parestesias, formigamentos, ansiedade, náusea por vertigem, melhora a sociabilidade, para esclerose múltipla, reduz edema cerebral e protege as células do hipocampo contra a indução tóxica do ácido nítrico.

Outros distúrbios: claudicação intermitente, zumbido, perda auditiva precoce, problemas do ouvido interno, dor de cabeça, vertigens, mal da altitude, aumenta a resistência capilar, retinopatia, reduz produção de corticosteroides, degeneração macular, problemas de visão secundários, tratamento de quimioterapia e danos na retina induzidos pela luz, previne o envelhecimento através do bloqueio de enzimas destrutivas chamadas metaloproteinases.

Indicações para uso interno de partes específicas da planta

Sementes tostadas – problemas digestivos e renais, catarro, asma e bronquite.

Noz – asma com catarro, corrimento vaginal e incontinência urinária.

Folhas verdes – aumento da circulação, oxigenação cerebral e muscular, alivio de tonturas e alguns tipos de dor de cabeça, claudicação intermitente, demência, mal de Alzheimer, irrigação cerebral, zumbido, melhoria da memória na idade avançada, mal da altitude, vertigem, TPM, degeneração macular, esclerose múltipla, danos na retina induzidos pela luz e alterações hormonais.

Indicações para uso externo

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Indicações para uso externo de partes específicas da planta

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

 

Para crianças

Uso contraindicado para menores de 12 anos.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações)

Pessoas portadoras de hemofilia devem evitar o uso do Ginkgo, pois esta planta medicinal pode aumentar a incidência de sangramentos. Pode causar hemorragia cerebral em pessoas idosas que apresentem fragilidade vascular cerebral. Também pode causara sangramento ocular, em geral, em pessoas idosas. Pode causar dificuldade para as plaquetas se agregarem e interferir na coagulação sanguínea, em geral, em pessoas idosas. Efeitos adversos de seu uso, listados pela German Comission E, em razão do uso do extrato das folhas são, problemas gastrointestinais, dor de cabeça e rashes cutâneas e outras reações alérgicas. Pode causar diarreia, flatulência, espasmos, cólicas, dor de cabeça, tontura e palpitação. Em alguns casos raros, foi reportada a ocorrência de convulsões. Grávidas devem evitar seu uso, até porque existe uma carência de informações sobre a segurança da utilização da planta durante a gestação ou mesmo na amamentação. Pode aumentar o risco de aparecimento da síndrome serotoninérgica (condição séria e potencialmente fatal caracterizada por diarreia, agitação, flutuações dos sinais vitais, contrações musculares, convulsões, febre e alterações da consciência) quando associado aos inibidores da recaptação de serotonina.

Interações medicamentosas

Existem relatos sobre interações farmacocinéticas desta planta medicinal com fármacos encontrados na literatura, e alguns apresentam resultados conflitantes, como o relato de uma mulher de 80 anos que desenvolveu coma após administração de baixa dose do antidepressivo trazadona e Gingko biloba. Esta interação ocorreu, pois os flavonoides do Gingko promoveram um aumento da atividade gabaérgica devido ao efeito direto no receptor benzodiazepínico, bem como um aumento da função do CYP3A4, resultando em maiores níveis do metabólito ativo da trazadona.  Em outro estudo, avaliou-se a interação do extrato do G. bilobana dose de 120 mg/dia administrado a 22 voluntários sadios por 18 dias, com o anti-hipertensivo nifedipina. Observou-se um aumentou das concentrações plasmáticas do fármaco em 53%. O provável mecanismo foi definido como sendo a inibição do CYP3A4, substrato do fármaco, provocada pelo G. Biloba. A interação farmacocinética do extrato de G. bilobacom o anti-hipertensivo nicardipina também foi relatada. Os autores deste estudo atribuíram a alteração principalmente à indução do metabolismo da isoenzima CYP3A2, substrato do fármaco. Esta erva também apresentou efeitos ansiolíticos em associação com Gengibre (Zingiber officinalis). O Ginkgo também pode ser associado a Melissa (Melissa officinalis) para tratamento de disfunções cognitivas. Outras interações medicamentosas do uso das folhas acontece com Hipérico (Erva de São João), Fluoxetina, Buspirona, Melatonina, Insulina, Inibidores de Oxidase Monoamina, drogas para diminuir a frequência de convulsões, diuréticos Thiazide, Trazodone, Warfarina, drogas que metabolizadas por cytochrome P450 3A4, P450 3A5, P450 1A2 e enzimas P450 2D6. Em um estudo sobre os efeitos de extratos de P. quinquefolius, Ginkgo biloba e Hypericum perforatum na sobrevivência e regeneração de células ganglionares da retina, extratos de ervas usados ​​isoladamente não tiveram sucesso em oferecer neuroproteção para células ópticas lesadas. No entanto, uma mistura das três ervas estendeu significativamente a sobrevivência das células da retina, sugerindo seu sinergismo na produção de um efeito neuroprotetor significativo. Extratos de Ginkgo demonstraram interação com o café, reduzindo seus efeitos estimulantes. Usar esta planta medicinal com cautela quando se estiver fazendo uso de aspirina, anticoagulantes (ou ervas ricas em cumarinas) e substâncias que bloqueiam a adesão de plaquetas sanguíneas (inibidores PAF). Faz interação medicamentosa com Alprazolam e Nifedipina aumentando efeitos adversos. Pode diminuir os efeitos colaterais do Haloperidol quando usado concomitantemente. Faz interação com o Omeoprazol diminuindo sua eficácia terapêutica. Também foi constatado que pode provocar mudanças no estado mental quando associado à buspirona ou Hypericum perforatum. Quando associado com risperidona e/ou fluoxetina há diminuição da disfunção sexual. A associação com papaverina pode acarretar potencialização de efeitos terapêuticos e adversos. Faz interação com Ibuprofeno. Fontes indicam que seja recomendável evitar uso concomitante com alho (allium sativum), gengibre (Zingiber officinalis) e salgueiro (Salix alba). Associa-se esta planta ao Crataego (Crataegus oxyacantha) para tratar doenças coronárias e à Aquiléia (Achillea millefolium) para diminuir varizes.

Toxicidade

A ingestão de mais de 50 sementes tostadas pode provocar intoxicação alimentar, também chamada de Gin-nan que pode levar a perda de consciência, convulsões e até mesmo, óbito. O uso das sementes não tostadas não é seguro para consumo. Em caso de superdosagem, suspender o uso, procurar orientação médica de imediato para que sejam adotadas as medidas habituais de apoio e controle das funções vitais. Doses excessivas podem causar dores de cabeça, febre, tremores, irritabilidade e dispneia.

Uso culinário e nutritivo

O Ginkgo é uma planta medicinal vendida como suplemento alimentar nos E.U.A.

Aromaterapia

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Sistemas Florais

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Medicina Chinesa (MTC)

As sementes são conhecidas pelos nomes: bai guo ou yin xing. Os orientais utilizam o Ginkgo como planta medicinal no tratamento de asma, indigestão, artrite, edemas, enurese, tosse e frieiras com inchaços das mãos e pés, devido a ação do frio e umidade. Na MTC, costumam se usar as sementes, que têm ação nos canais do pulmão e rins. Age de forma a expelir fleuma e umidade, prevenir perdas e reduzir edema. Utilizada em casos de deficiência do Aquecedor Inferior e nos padrões de umidade-calor. Tem efeito antibiótico e regula o Aquecedor Inferior (Jiao). Indicado na obstrução do pulmão por fleuma, com tosse e expectoração profusa e nas síndromes de deficiência do Aquecedor Inferior com presença de leucorreia, urina turva, incontinência urinária e espermatorreia. Recomenda-se uso associado ao Alcaçuz (Glycyrrhizae glabra) para reduzir possíveis efeitos tóxicos. Evitar uso nos padrões de excesso e utilizar por apenas breves períodos por seu componente tóxico. Mais recentemente, desde a década 60, as folhas começaram a ser utilizadas e pesquisas amplamente. Sua ação é no canal do Pulmão e são indicadas para hipercolesterolemia, hipertensão, doenças coronárias, angina pectoris e A.V.C (acidente vascular cerebral).

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais

Categoria 2 – Ervas para calor excessivo dentro do corpo • Categoria 5 – ervas para reduzir a umidade do corpo • Categoria 9 – ervas para promover a digestão* • Categoria 10 – ervas para suprimir a tosse e reduzir catarro* • Categoria 11 – ervas para regular a energia vital (qi) • Categoria 12 – ervas para regular o sangue (xue) – subcategoria 1 • Categoria 14 – ervas para reduzir a ansiedade • Categoria 16 – ervas para corrigir deficiências – subcategoria 1 e 3 • Categoria 17 – ervas para contrair e obstruir os movimentos* • Categoria 19 – ervas para úlceras e tumores – *sementes

Ayurveda

O GInkgo é uma planta medicinal reduz pitta e kapha e agrava Vata. Sua rasa é doce, amarga, ácida e adstringente, sua virya é fria e sua vipaka é doce.

Uso homeopático

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Pets e outros animais

Pode ser utilizado em associação com Melissa (Melissa officinalis) para casos de mal de Alzheimer e outras disfunções cognitivas em cães. Também pode ser uso para casos de mielopatia degenerativa canina, em associação com Açafrão da Terra (Curcuma longa) e Ginseng siberiano (eleutherococcus senticosus). Estudos apontam que o Ginkgo é uma planta medicinal que pode ser um coadjuvante útil ou uma alternativa ao tratamento com selegilina, que se tornou a droga convencional de escolha para animais de estimação com diagnóstico de síndrome de disfunção cognitiva. Também é apontada como uma erva que pode auxiliar os pets se ajustarem à novas residências ou a novos tutores, principalmente aqueles que foram resgatados e adotadas de abrigos. Em combinação com Panax quinquefolium, esta planta se mostrou útil no tratamento de hiperatividade em cães, que não respondem ao treinamento e também em cães que se movimentam excessivamente e na hiperestesia felina. Pets com episódios de convulsão e síndromes vestibular periférica ou cerebral.

Informações em outros sistemas de saúde

Chineses e japoneses comem as sementes tostadas para tratar problemas digestivos e prevenir a embriaguez.

O que diz a ciência

Os extratos secos padronizados de Ginkgo biloba, principalmente o EGb 761 e o LI  1370, são utilizados para a elaboração de medicamentos fitoterápicos. Os resultados de uma revisão sistemática de oito ensaios clínicos demonstraram que o tratamento com tais extratos reduziu, de forma significativa, os sintomas característicos da insuficiência cerebral, quando comparado ao tratamento com placebo. A comparação dos resultados de cinco ensaios realizados com o mesilato de dihidroergotoxina (4,5 mg/dia) e o extrato padronizado de ginkgo EGb 761 (120 mg/dia), durante seis meses, mostrou que ambos têm perfis semelhantes de eficácia no tratamento sintomático da insuficiência cerebral 38. Uma meta-análise de 11 ensaios clínicos mostrou que do extrato padronizado de ginkgo LI 1370 reduziu, de forma significativa, os sintomas da insuficiência cerebral, mas como esta é uma doença complexa, com muitos sinais clínicos, recomenda-se o desenvolvimento de novos ensaios clínicos, para a confirmação da sua eficácia terapêutica 14. O ginkgo é também amplamente estudado como alternativa terapêutica nas demências do tipo Alzheimer e multi-infarto. Os resultados de uma meta-análise de quatro ensaios clínicos mostraram que o extrato padronizado de ginkgo EGb 761 produziu um efeito positivo significativo sobre a função cognitiva em pacientes com doença de Alzheimer 15. Esses resultados foram comparáveis aos do donepezil, um inibidor da colinesterase utilizado no tratamento desta doença 39. Mais recentemente, uma revisão concluiu que o extrato padronizado de ginkgo EGb 761 e os inibidores da acetilcolinesterase de segunda geração (donepezil, rivastigmina e metrifonato) são igualmente eficazes no tratamento da demência leve a moderada 40. Um ensaio clínico, multicêntrico, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, demonstrou que o extrato padronizado de ginkgo EGb 761 foi eficaz na melhora da performance cognitiva em pacientes com doença de Alzheimer leve a moderada 41. Segundo a revisão de Schulz (2003) 42, devido as limitadas opções terapêuticas para o tratamento da demência do tipo Alzheimer, o tratamento com o extrato padronizado de ginkgo EGb 761 parece ser a alternativa terapêutica de escolha em comparação com os inibidores da acetilcolinesterase. Exposição de células de câncer de mama humano à um extrato de Ginkgo, demonstrou expressão alterada dos genes envolvidos na regulação de proliferação celular, diferenciação celular ou apoptose.

Astrologia

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Indicações energéticas ou mágicas

Os orientais associam o Ginkgo como símbolo de longevidade.

Habitat

O Ginkgo é uma planta medicinal nativa da China, Japão e Coréia, também muito difundida nos Estados Unidos e Europa.

Descrição da planta

A árvore pode atingir 35m de altura e suas folhas verdes em formato de pequenos leques ficam amarelas no outono. As sementes são amarelas quando maduras e emitem um odor desagradável.

Vamos plantar?

As folhas devem ser colhidas verdes no final da primavera ou no verão. A árvore pode levar muito tempo para crescer. A planta não se reproduz até os 20 anos de idade, mas pode seguir produtiva por até 1.000 anos.  O Ginkgo é muito robusto e adequado aos climas frios. Prefere locais ensolarados, como solo fértil bem drenado. Pode se propagar por sementes e, caso se queiram frutos, deve-se plantar o macho junto da fêmea. Variedades específicas podem ser plantas por enxertia ou estaquia semilenhosa no verão. O Ginkgo é uma  planta medicinal que requer pouca poda e é praticamente imune a pragas. Colha os frutos maduros quando caírem da árvore e extraia a amêndoa. Colha as folhas quando começarem a mudar de cor no outono e seque-as.

Artigos relacionados

Fontes de pesquisas utilizadas

https://www.saudedireta.com.br/catinc/drugs/bulas/dinaton.pdfhttps://saude.ig.com.br/bemestar/guiaplantasmedicinais/ginkgo-biloba/ref1237835994021.html • Fitoterapia Baseada em Evidências. Parte 1. Medicamentos Fitoterápicos Elaborados com Ginkgo, Hipérico, Kava e Valeriana – Rodrigo Fernandes ALEXANDRE, Fernanda Nath GARCIA & Cláudia Maria Oliveira SIMÕES – Laboratório de Farmacognosia, Departamento de Ciências Farmacêuticas, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal de Santa Catarina • Interações Farmacocinéticas entre as Plantas Medicinais Hypericum perforatum, Gingko biloba e Panax gingseng e Fármacos Tradicionais – Ana Elisa de OLIVEIRA 1,2 & Teresa DALLA COSTA – Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Farmácia • Herbal products – Toxicology and clinical pharmacology – Timothy S. Tracy (PhD) and Richard L. Kingston, PharmD – Humana Press • Medical Toxicology of Natural Substances – Foods, Fungi, Medicinal Herbs, Plants and Venomus Animals – Donald G. Barceloux MD, FAACT, FACMT, FACEP – Wiley – a Jonh Wiley & Sons, INC., Publication • Vademecum de Fitoterapia – Pedro Del Rio Pérez – Quitanda de Rueda (León – España) Diciembre/2005 • Master your metabolism – the all natural (all herbal) way to lose weight – Lewis Harrison – Sourcebooks INC • Veterinary Herbal Medicine – edited by Susan G. Wynn, Barbara J. Fougère – Mosby/Elsevier • The Psycopharmacology of Herbal Medicine – plants, drugs that alter mind, brain and behavior – Marcello Spinella – MIT Press • Herbs for Chronic Fadigue – Kathi Keville – NTC Contemporary • Herbs for the Heart – C.J Puotinen – NTC Contemporary • Herbal medicines in pregnancy and lactation – an evidence-based approach – Edward Mills, Jean-Jacques Dugoua; Dan Perri; Gideon Koren – Taylor and Francis • Psycoactive Herbs in Veterinary Behavior Medicine – Stefanie Schwartz – Blackwell Publishing • Chinese Herbal Medicine – modern aplication of traditional formulas – Chongyun Liu and Angela Tseng with Sue Yang – CRC Press • Pharmacodynamic basis of herbal medicine – Manuchair Ebadi -Taylor and Francis • Medicinal Plants – utilisation and conservation – 2ª revised and enlarged edition – P. C Trivedi – Aavishkar Publishers, Distributors • Fórmulas Mágicas – Dr. Alex Botsaris – Ed. Nova Era • ITF – Índice Terapêutico Fitoterápico – EPUB • Manual de Fitoterapia Chinesa e Plantas Brasileiras – Mary Lannes Salles Leite – Icone Editora • O Livro de Receitas das Ervas Medicinais – 100 plantas de A a Z – Publifolha • O Livro Completo das Ervas – Editora Seleções Readers Digest • The Way of Herbs – Michael Tierra C.A, N.D – Pocket Books •
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