Algodoeiro

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As sementes do algodoeiro contêm 20% de óleo rico em ácidos graxos poli saturados, altamente recomendáveis para quem sofra de excesso de colesterol no sangue. As raízes, o óleo e as sementes devem ser guardados em local fresco e seco, dentro de um frasco escuro. O algodoeiro é uma planta medicinal disseminada em todo o mundo e suas muitas variedades em basicamente as mesmas propriedades medicinais. O óleo de semente de algodão contém um composto fenólico conhecido como gossipol. Esta substância demonstrou ser um agente anti-fertilidade para humanos com uma eficácia de 99 por cento.

Algodoeiro Planta Medicinal

Nome científico

Gossypium herbaceum

Nome conhecido

Xilo, Algodão-do-Pantanal, Amaniú, Muginha, Algodão Crioulo, Algodão da Costa, Algodão das Barbados, Algodoeiro-americano, Algodão-de-pernambuco, Algodão-folha-de-parreira (português), Algodonero, Algodonal, Algodón, Algodoncillo, Algodonero, Algodonero de las Barbados, Algodonero Herbaceo (espanhol), Cottonier, Coton des Indes Occidentales, Cotonnier  d’Egypte, Cotonnier de Malta, Cotonnier Herbace, Cotonnier Serere (francês), Cotton, American-Egyptian Cotton, American Pima Cotton, Brazilian  Cotton, Arabian Cotton, Egyptian Cotton, Gallini Cotton, Kidney Cotton, Long-Staple  Cotton, Peruvian Cotton, Sea Island Cotton, Tree Cotton, Short Staple Cotton, Syrian Cotton (inglês), Baumwollenstrauch,  Baumwollpflanze, Sea Island Baumwolle, Krautiger Baumwollstrauc (alemão), Cotone, Cotone Asiatico (italiano), Karpas, Karpasi, Maghani, Purvam (sânscrito), Katoenstruik (holandês), Kuttun, Fitan, Kurtam Ussu, Kutn (árabe), Mien Hua, Ts’ao Mien, Ku Chung, Ya La Po Mie (chinês), Pamuk (Turco), Pambah (persa), Hlopchatnik (russo).

Nomes botânicos

Gossypium arboreum L., Gossypium evertum O. F. Cook & J. Hubb.; G. peruvianum Cav.; G. vitifolium Lam., Gossypium barbadense L.. Gossypium abyssinicumWatt.; Gossypium africanumWatt.; Gossypium arboreumvar. wrightianumTod.; Gossypium cambayensevar. wrightianumTod.; Gossypium eglandulosumCav.; Gossypium obtusifoliumRoxb. & G. Don; Gossypium punctatumvar. acerifoliumTod.; Gossypium wrightianumTod.

Nomes farmacêuticos

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Família

Malvaceae.

Partes usadas

Sementes, folhas, flores, óleo das sementes e casca da raiz.

Sabor

Doce, ácida e quente.

Composição química

Gossypol, mucilagens, acetovanilona, aflatoxina B (sementes), hemigossypol, hirsutrina, Methoxylhemigosipol, flavonoides.

Propriedades medicinais gerais

Abortivo, adstringente, emoliente, diurético, galactogênico, vulnerário, emenagogo, acaricida, antiemético, anti-fertilidade, antisséptico, cicatrizante, climatérico, galactagogo, contraceptivo, febrífugo, hemostático, hipotensor, lactagogo, oxitoxico, peitoral, amebicida, antimutagênico, antioxidante, antiproliferante, antineoplásico, antiespermatogênico, afrodisíaco, hipercolesterolêmico, hipertrigliceridemico, anti-inflamatório (uso tópico), hipocolesterolêmico, bactericida, hipoglicêmico, laxativo, nervino, uterotônico, anticefalálgico, vasoconstritor.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta

Raízes – abortivo (casca da raiz), emenagogo.

Sementes – anti-fertilidade, emenagogo.

Folhas – emoliente, bactericida, emético.

Sumo – expectorante, antimalárico (sumo das folhas).

Indicações para uso interno

Sistema Gastrointestinal: na disenteria, colite, diarreia, enterite, gases, gastrite, hematoquezia, hemorroidas, pólipos, dor de estômago, tenesmo e constipação.

Sistema Urinário e Genital: para dor uterina, hemorragia pós-parto, hemorragia uterino, herpes, provocar espasmos e contração uterina, menstruação abundante, cólica menstrual, disúria, dismenorreia, amenorreia, miomas, impotência, oligúria, vaginite, orquite, metrorragia, gonorreia, estrangúria e cistite.

Sistema Hepático: na hepatite.

Sistema Respiratório: para inflamações das vias respiratórias, elimina catarro, asma, fraqueza pulmonar, inflamação dos brônquios (bronquite), resfriado, pressão alta e rinite.

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: para anemia, sangramentos e taquicardia.

Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: para convulsões, hipocondria, neuralgia, adenopatia, epilepsia e herpes.

Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: no reumatismo,

Sistema Renal: para infecção renal.

Outros distúrbios:  ague, câncer de abdômen, câncer de mama, câncer de cólon, câncer de nariz, câncer de útero, câncer de laringe, câncer de pulmão, câncer de próstata, carcinoma,  cólera, filaria, dor de cabeça, infecções e inflamações, laringite, leucemia, náusea, oftalmia, dores, parasitas, tumores, indução do parto, fibroma, lepra, náusea matinal, micromastia, neuroblastoma e psoríase.

Indicações para uso interno de partes específicas da planta

Raízes – provocam contrações uterinas (casca da raiz), parar sangramentos uterinos (casca da raiz), desordens urinárias, fibromas uterinos (casca da raiz), malária, febre de malta.

Sementes – amenorreia, dismenorreia, colesterol, tumores indolentes (fumigação das sementes),

Folhas – bronquite e catarro, cólera (decocção), dor de cabeça (inalação das folhas queimadas), gastrite, cólicas, tosse, disenteria, febre, gases, dor menstrual, disenteria, hemorragias dos ovários, desarranjos menstruais e náuseas.

Sumo – problemas oculares (suco das folhas aplicado nos olhos),

Cinzas da plúmula – feridas (aplicar cinza das folhas).

Indicações para uso externo

Pele e unhas: calmante das mucosas da pele inflamadas, aliviar queimadura, cravos, picada de cobra, picada de insetos, espinhas, curar feridas, abcessos, dermatite, sardas, fungos, micose, verrugas, sarna.

Cavidade bucal: dor de dente.

Indicações para uso externo de partes específicas da planta

Sementes – abcessos dentários (massa feita com as sementes) e dermatite por hera venenosa (sementes amassadas).

Folhas – queimaduras (cataplasmas da folha fresca), dermatite, hemorroidas (aplicação do pó das folhas), verrugas.

Para crianças

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações)

O algodoeiro é uma planta medicinal que deve ser evitada durante a gravidez. Evitar uso em casos de irritação urogenital. O uso pode provocar esterilização masculina. Pode provocar hipopotassemia (redução nos níveis de potássio).

Interações medicamentosas

Pode fazer interação com drogas metabolizadas por enzimas P-450, agentes alquilantes, glicosídeos cardíacos, diuréticos, isoproterenol, barbitúricos, laxantes estimulantes e Terapia de reposição para tireoide.

Toxicidade

O algodoeiro é considerada planta medicinal segura, nas dosagens recomendadas.

Uso culinário e nutritivo

Seu óleo é utilizado na indústria alimentícia.

Aromaterapia

O óleo do algodoeiro é utilizado na indústria de cosméticos e sabonetes devido a sua ação emoliente sobre a pele.

Sistemas Florais

Sistema Florais de Saint Germaino floral Algodão trabalha a visão e a audição no nível da alma. Faz a limpeza, remove obstáculos (bloqueios) em nossa audição supra física. Refaz a conexão de nossa personalidade com nosso Eu Superior. Essência floral benéfica para pessoas que ocupam cargos em posição de comando: governantes, líderes revolucionários, líderes políticos, dirigentes sindicais, etc. Atua também em nossos corpos físico e sutil, costurando rombos em nossa aura causados por traumas físicos e psíquicos, ou produzidos pela mediunidade forçada e não natural no indivíduo. É considerado um floral de limpeza profunda e que auxilia a perceber a realidade ao redor.

Medicina Chinesa (MTC)

Seu nome chinês é Mian Zi Soo. O algodoeiro é uma planta medicinal que trata problemas relacionados a deficiência do yang, em especial do yang do rim. Esta planta deve ser evitada em casos de deficiência de yin e de plenitude calor. Atua nos canais do rim e fígado.

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais

Categoria 1 – Ervas para induzir a transpiração • Categoria 10 – ervas para suprimir a tosse e reduzir catarro • Categoria 12 – ervas para regular o sangue (xue) • Categoria 19 – ervas para úlceras e tumores • Categoria 20 – ervas para aplicações externas •

Ayurveda

Seu nome ayurvédico é Kaarpaasi ou Kaarpaasa. O algodoeiro é uma planta medicinal que reduz vata e agrava Pitta e Kapha. Sua rasa é doce, sua virya é quente e sua vipaka é doce. No ayurveda, as flores são utilizadas para reduzir a biliosidade, mas também como antialucinogênico, lactogogo, refrigerante e tônico. Também utilizam as folhas para anemia, oligúria e otite. As sementes são usadas como afrodisíaco, lactogogo e para tonificar as mamas. Também usam a planta para picadas de cobra, picadas de escorpião, doenças de pele e descargas uterinas.

Uso homeopático

O uso homeopático desta planta medicinal é feito em casos de trabalho de parto prolongado, com contrações intermitentes e indolores, e cansaço intenso desproporcional ao sofrimento. A indicação é de 6C, uma dose por hora.

Pets e outros animais

Uso veterinário em vacas, cavalos, porcos e ovelhas, nas dosagens recomendadas para cada espécie e dimensões do animal. Das sementes do algodoeiro é obtido um extrato que aumenta a produção de leite em vacas, quando administrado diariamente.

Informações em outros sistemas de saúde

Os bolivianos utilizam a decocção das folhas para tratamento da cólera. Cubanos usam a planta como diurético. Haitianos inalam a fumaça das folhas queimadas para dor de cabeça e colocam o suco das folhas nos olhos como colírio para problemas oculares e esfregam as folhas sobre a pele para tratar dermatite. Também usam a decocção das folhas para tratar gastrite. Peruanos usam as cinzas do algodão para tratar feridas. Também usam o pó das folhas pulverizadas para tratar hemorroidas e uma massa feita com as sementes para abcessos dentários. Além disso, peruanos tomam o chá da decocção das folhas para tratar cólicas, tosse, disenteria, febre, gases, dor menstrual e náuseas. Yucantanenses usam a planta para tratar problemas dos brônquios, intestinos e pulmões. Africanos utilizam as folhas em decocção para disenteria e dor de cabeça. Indianos usam as raízes para desordens urinárias. Populares do Brasil usam a casca da raiz para tratar fibromas uterinos. O povo Bamba do norte da Rodésia usam as folhas para eliminar verrugas. Na Guiana Francesa se usam as sementes em fumigações para tumores indolentes (de desenvolvimento lento). Libaneses utilizam a raiz para tratar malária, febre de malta e as mulheres usam como emenagogo e lactagogo. Eles consideram o óleo de algodão como um dos óleos mais estimulantes. Além disso, esmagam a sementes para aplicar na pele para dermatite por hera venenosa.

O que diz a ciência

Observou-se pelos chineses que as regiões onde se consome óleo de algodão a natalidade é pequena. Estão sendo feitos estudos do óleo de algodão, pois acredita-se que possa ser um contraceptivo masculino.

Astrologia

O algodoeiro é uma planta medicinal regida por Vênus.

Indicações energéticas ou mágicas

Planta associada a Oxalá nas tradições afro-brasileiras.

Habitat

Planta medicinal originária da Ásia, embora se encontre cultivada nas zonas quentes de quase todo o mundo.

Descrição da planta

Planta herbácea que atinge até um metro de altura. As folhas são divididas em 3 ou 5 lóbulos. As flores são solitárias e vistosas, com 5 pétalas de cor amarela ou branca, e cada uma delas com uma mancha de cor púrpura na sua base. O fruto ê uma cápsula ovoide de 5-6 cm, que contém várias sementes cobertas de uma fibra branca: o algodão.

Vamos plantar?

As plantas de algodão são perenes por natureza. No entanto, uma vez que esperamos realizar uma produção bastante uniforme e satisfatória todos os anos, cultivamos anualmente. Infelizmente, o algodão só pode ser cultivado comercialmente em áreas com condições de crescimento específicas. A compra de sementes de algodão frescas e cuidadosamente selecionadas é o primeiro passo para um bom rendimento. O segundo passo é a preparação do campo, para que possa receber as sementes e facilitar sua germinação. A semeadura de sementes de algodão ocorre durante a primavera. A fertilização, irrigação e o Controle de Pragas são extremamente importantes para ter um bom rendimento e representam a maioria dos custos. Infelizmente, as plantas de algodão são muito sensíveis a várias ervas daninhas, que competem com elas em termos de água, nutrientes e acesso à luz solar. As técnicas e gestão de controle de ervas daninhas do algodão diferem significativamente entre os países. A colheita de algodão ocorre durante o outono. Imediatamente após a colheita, destruímos as plantas, para que possamos semear as sementes novamente na próxima primavera em um campo vazio.

Artigos relacionados

Fontes de pesquisas utilizadas

http://www.plantamed.com.br/https://www.fsg.com.br/essencias/florais/algodao-gossypium-religiosum/https://wikifarmer.com/pt-br/cultivo-do-algodao/ • 100 Plantas para viver até os 100 anos – Anônimo – PDF • A cura pelos remédios caseiros – Guia de ervas e medicina natural – Raunei Iamoni – Ediouro • Plantas que curam – Enciclopédia das Plantas Medicinais – Volume 1 – Dr. Jorge D. Pamplona Roger • Apostila de Fitoterapia Chinesa – Prof. Antonio de Bortolli – Delta Educação • Segredos e virtudes  das plantas medicinais – Seleções do Readers Digest • Dukes Handbook of Medicinal Plants of  Latin America – James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Andrea R. Ottesen – CRC Press • Medicinal Plants – utilisation and conservation – 2ª revised and enlarged edition – P. C Trivedi – Aavishkar Publishers, Distributors • Dukes Handbook of Medicinal Plants of the Bible – James A. Duke with Peggy-Ann K. Duke and Judith L. duCellier – CRC Press • Handbook of Medicinal Herbs – James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Judi duCellier, Peggy-Ann K. Duke – CRC Press • Chinese and related North American Herbs  – phytopharmacology and therapeutics values – Thomas S. C. Li – CRC Press • Veterinary Herbal Medicine – edited by Susan G. Wynn, Barbara J. Fougère – Mosby/Elsevier • Family Homeopathy – a practical guide for home treatment – Paul Calinnan – NTC Contemporary • Ayurvedic medicine – the principles of tradicional practice – Sebastian Pole – Churchill Livingstone • Herbal medicines in pregnancy and lactation – an evidence-based approach – Edward Mills, Jean-Jacques Dugoua; Dan Perri; Gideon Koren – Taylor and Francis • Plantas medicinais na Amazônia e Mata Atlântica – Luiz Claudio Di Stasi e Clélia Akiko Hiruma-Lima – Editora Unesp • Enciclopedia de plantas medicinales – Anônimo – PDF • Pharmacodynamic basis of herbal medicine – Manuchair Ebadi -Taylor and Francis • Plantas que curam – Enio Emmanuel Sanguinetti – Editora Rigel • The Yoga of Herbs – Dr. David Frawley and Dr. Vasant Lad – Lótus Press •
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