Feno Grego

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O Feno Grego é uma das plantas medicinais mais antigas. Suas folhas são empregadas em preparações vegetais e já são usadas há muito tempo. Existem relatos da sua utilização para fins medicinais no antigo Egito e no tempo dos romanos. O papiro de Ebers, documento médico egípcio do século XV a.C, já a recomendava como emplastro para curar queimaduras. Hipócrates salienta as propriedades curativas da mucilagem contida na sua farinha. Foi denominada Feno Grego porque se cultivava abundantemente em todos os países mediterrâneos, e em especial na Grécia, apesar de que a sua proveniência ter sido originalmente o Oriente Médio. As sementes devem ser guardadas em local fresco e seco dentro de um frasco escuro. As mulheres dos haréns do norte da África e do Oriente Médio, principalmente as turcas, perfumavam seus hálitos e eliminavam o odor desagradável do corpo com banhos e loções feitas com as sementes do feno-grego. Tem aplicação medicinal efetiva a partir do consumo de 50 g por dia. Mais informações abaixo.

Nome científico

Trigonella foenum-graecum L.

Nome conhecido

Alforva, Ervinha, Caroba, Alforna, Alfarva, Fenacho (Português), Fenugreek, Greek Hayes, Greek Clover, Greek Hay, Bird´S Foot (Inglês), Alholva, Heno Griego, Alolva,  Fenogreco (Espanhol), Fenugrek, Fenugrec,  Foin  Grec, Saine Graine, Graine Joyeux, Sainegrain, Senegrain, Sennegrain (Francês), Fieno Greco Comune, Fiengreco, Finegreitje (Italiano), Hu Lu Ba, Hu-Lu-Pa, Hu La Pa, K’u Tou, Wu Ru Ba (Chinês), Mêthi, Haenugraeb, Methishah, Methi-Shak (Bengali), Hulbah, Hawmar, Helba, Hilba, Hulabaha, Tamr Hindi (Árabe), Shamli (Afegani), Holba (Argelino), Bockshorn, Bockshornklee, Finegreitze, Finmaregretjen, Griechische Heu, Griechische Heusamen, Hornklee, Schabbzieberklee, Siebengezeit (Alemão), Methi, Muthi (Hindi), Houlba (Marroquino), Shamlia, Shamlit, Shanbalid (Persa), Fenigrekova  Trava,  Gretskaya  Sochevitsa, Pagitnik, Pazhitnik, Treugolka (Russo), Methika, Bahuparni, Dipani, Gandhabija, Chandrika, Gandhaphala, Jyoti, Kairavi, Kunchika, Mantha, Medhika, Methika, Methi, Methini, Misrapushpa, Munindraka (Sânscrito), Ukubal,  Asumodhagam, Uluva, Mathi, Uluhal (Singalês), Al Harba, Tokfist (Malinês), Boukeras, Tilis Boukeras (Grego), Boyotu, Cemen Otu (Turco), Bukkekorn (Dinamarquês), Fenegriek, Hoornklaver (Holandês), Fienu (Maltês), Gorog Lepkeszeg (Húngaro), Halba, Halna Kalabat, Kelabat, Uluva (Malaio), Helbek (Egípcio), Koroha (Japonês), Methi (Nepalês), Methi (Urdu), Penantazi (Birmanês), Shamli (Afegão), Shamlid, Shanbalid (Iraniano).

Nomes botânicos

Trigonella tibetana (Alef.) Vassilcz.,

Nomes farmacêuticos

Semen Trigonellae Foeni-graeci.

Família

Fabaceae.

Partes usadas

Sementes, frutos e folhas.

Sabor

Amargo.

Composição química

Ácido malônico, albuminas, carpaína, glicídeosluteonina, oligossacarídeos, proteínas, quercetina, trigogenina, carbo-hidratos, (principalmente mucilagens galactomananas), prótidos, compostos fosforados (lecitina, fitina), colina, trigonelina, saponosídeos esteroídicos (diosgenina/yamogenina, fenogrequina), fitosteróis (colesterol, sitosterol), flavonóides (vitexina, saponaretina, trigonelina, homoorientina), ácidos graxos insaturados (oléico, linoléico, palmítico), traços de cumarinas, ferro, manganês, vitamina A, niacina, tiamina, riboflavina, traços de óleo essencial rico em anetol.

Propriedades medicinais gerais

Aperitivo, antianêmico, anti-inflamatório, antisséptico, antitumoral, antitussígeno, demulcente, digestivo, emoliente, estimulante, fortificante, galactagogo, hepatoprotetor, hipoglicêmico suave, laxante, revigorante geral, tônico, fortificante, diurético, vermífugo, analéptico, analgésico, anti-helmíntico, antiaderente, antiagregante, antiateroesclerótico, anticistítico, antidiabético, antihiperlipidêmico, anti-hipertensivo, antineoplásico, antioxidante, antisséptico, antiespasmódico, afrodisíaco, antiviral, adstringente, cardiotônico, carminativo, inibidor da caspase-3, quimiopreventivo, colagogo, contraceptivo, emenagogo, estrogênico, expectorante, febrífugo, hidragogo, hiperêmico, hipocolesterolêmico, hipolípidêmico, hipotriglieridêmico, imuno-estimulante, insetífugo, lactagogo, lipogênico, lipolítico, mastogênico, mucilaginoso, miorrelaxante, nematicida, orexigênico, parturiente, inibidor de protease, retinoprotetor, secretolítico, espermicida, precursor de esteroides, uropoiético, uterogênico, vulnerário, rejuvenescedor (anti-agging), oxitóxico, uteroestimulante, abortifaciente, estimulante linfático, alterativo e nutritivo.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta

Folhas – antipirético.

Indicações para uso interno

Sistema Gastrointestinal: na dispepsia hiposecretora, gastrite, intestino preso, perda de peso, cólicas, flatulência, disenteria, diarreia, dispepsia, perda de apetite, desinflama e protege as mucosas digestivas e intestinais, úlceras, distensão abdominal, constipação, colite, enterite, gastrite, combate a bactéria Helicobater, esplenite, estomatite, úlcera, vômito e náusea e vermes.

Sistema Urinário e Genital: na amenorreia, leucorreia (com secreção branca e malcheirosa), cólicas, frigidez, dismenorreia, edema, impotência, orquite, oxaluria, espermatorreia, sífilis, uterite, vaginite, doenças venéreas, debilidade seminal, para relaxar o útero, ejaculação precoce, recomendada para uso pós-parto para clarificar o útero, estimula a libido e na menopausa.

Sistema Hepático: na hepatomegalia, colecistite, hepatite, para limpezas do fígado, estimulante hepático, dá suporte as funções do fígado,

Sistema Respiratório: para tosse crônica, na convalescença de tuberculosos, inflamações de garganta, elimina mucosidade dos pulmões, hidropisia, tuberculose, utilizado para amolecer e expelir muco e para infecções pulmonares.

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: na anemia ferropênica, gota, aterosclerose, nas cardiopatias em geral, pressão alta, reduz colesterol, reduz os triglicerídeos, na hiperlipidemia e equilibra os níveis de açúcar no sangue.

Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: para anorexia, astenia, crianças com dificuldades no desenvolvimento físico e psíquico, inflamações, adenopatia, exaustão, em infecções em geral, nas inflamações em geral, isquemia, linfadenite, neuralgia, neurastenia e escrófula.

Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: para lombalgia, osteomalacia, panarício, distrofia muscular, mialgia, osteomielite, reumatismo, raquitismo, ciática e ulcus cruris (úlcera da perna).

Sistema Renal: para cálculo renal (pedras nos rins), nefrite e dá suporte as funções dos rins.

Outros distúrbios: para celulite, constituição física frágil, diabete mellitus e diabete insipidus, furúnculos, febre e dor em diversas partes do corpo, que ocorrem após o  parto, estimula a produção de leite materno, no câncer de abdômen, câncer de bexiga, câncer de mama, câncer de cervix, câncer de cólon, câncer de olho, câncer glandular, câncer de virilha, câncer de intestino, câncer de rim, câncer de fígado, câncer de parótida, câncer de reto, câncer de baço, câncer de estômago, câncer de garganta, câncer de útero, câncer de úvula, catapora, lepra, mastite, oftalmia, parotite, faringite, varíola e tonsilite.

Indicações para uso interno de partes específicas da planta

Raízes – dores e reumatismo (decocção).

Sementes – esplenomegalia (decocção), menorragia, hipertensão, bronquite e elimina catarro.

Indicações para uso externo

Pele e unhas: carbúnculo.

Indicações para uso externo de partes específicas da planta

Raízes – dores e reumatismo (decocção).

Sementes – esplenomegalia (decocção), menorragia, hipertensão, bronquite e elimina catarro.

Para crianças

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações)

Evitar o uso medicinal durante a gravidez e na lactação. Seu uso alimentar apresenta risco mínimo. Controlar a glicemia de pacientes diabéticos insulinodependentes, pois reduz a absorção de glucídios. Uso externo repetido pode causar reações adversas na pele.  Doses elevadas também não são recomendadas em pessoas com baixa atividade da tireoide.

Interações medicamentosas

A Comissão E da Alemanha, não reporta interações no uso das sementes. Fibras altamente mucilaginosas do Feno Grego podem interferir na absorção de outras drogas. Outras fontes assinalam a possibilidade de interação com drogas para tratamento de diabete, corticosteroides, terapia hormonal e inibidores de monoamina oxidase. Em dosagens muito elevadas, pode interferir na absorção do ferro pelo organismo. Associado ao alho, eleva suas propriedades de combate a infecções. Evitar uso também se estiver fazendo uso de anticoagulantes.

Toxicidade

O Feno Grego é uma das plantas medicinais seguras como alimento e como erva medicinal, nas doses recomendadas. Porém, deve ser evitada durante a gravidez e a lactação.

Uso culinário e nutritivo

O Feno Grego é uma das plantas medicinais que é adicionada ao tempero denominado curry. Pode representar de 5 a 20% desta receita. Como alimento, fornece ainda proteínas de fácil assimilação (27 % do peso das sementes), minerais (ferro, fósforo, enxofre) e vitaminas. Tem sabor desagradável, mas que pode ser melhorado com essência de limão ou de hortelã. A farinha pode ser usada à vontade, com mel ou geleias, para melhorar o sabor. O Feno Grego é uma planta medicinal rica em cobre. Utilizado na culinária para preparo de frangos e carne de gado e é capaz de fornecer entre 16 e 18% de proteínas. Suas folhas são muito saborosas.

Aromaterapia

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Sistemas Florais

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Medicina Chinesa (MTC)

Na medicina tradicional chinesa é indicado evitar a erva em problemas dos rins, dor abdominal ou testicular (que agrava com o frio), dor de hérnia, dor lombar e em edemas nas pernas. Erva contraindicada em casos de deficiência do yin, calor e umidade-mucosidades-calor. Tem atuação nos canais do fígado e rins.

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais

Categoria 5 – ervas para reduzir a umidade do corpo • Categoria 6 – ervas para lubrificar os sintomas secos • Categoria 9 – ervas para promover a digestão • Categoria 10 – ervas para suprimir a tosse e reduzir catarro • Categoria 16 – ervas para corrigir deficiências • Categoria 19 – ervas para úlceras e tumores • Categoria 20 – ervas para aplicações externas.

Ayurveda

O Feno Grego é uma das plantas medicinais que reduzem vata e kapha e agravam pitta. Sua rasa é amarga, sua virya é quente e sua vipaka é picante. Erva que promove a digestão e remove toxinas (ama). Atua nos canais (srotas) digestivo, respiratório, urinário, reprodutivo e na lactação. É uma erva leve, macia e viscosa que atua nos tecidos (dhatus) plasmático, sanguíneo, adiposo, medular, nervoso e reprodutivo. Encoraja que vata se mova para baixo. Combinar com gurmar, turmeric, neem e trikatu para tratamento de diabete. Combinar com guggul e turmeric para tratamento de colesterol elevado. Combinar com funcho, cominho e coentro para tratamento de inchaços e constipação. Associar com ashoka e shatavari para problemas menstruais. Combinar com shatavari e funcho para produção de leite materno. Associar com noz moscada, ashwagandha, kapikacchu e bala para problemas reprodutivos masculinos. Combinar com punarnava, guggulu e trikatu para inchaços relacionados a artrites. Contraindicado em condições de pitta muito elevado. Faz parte da famosa fórmula conhecida como caturbija.

Uso homeopático

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Pets e outros animais

Nos países árabes, ainda se cultiva como planta forraginosa para o gado. Utilizado como parte de fórmula para cremes para pele seca em cavalos. Tem efeito hipoglicêmico e hipocolesterolêmico em animais. Utilizado em tratamentos de cães diabéticos. Recomendada por Lawson (1824) como uma das várias ervas utilizadas em tratamento de cavalos debilitados. Seu pó é utilizado para tornar a forragem mais palatável na alimentação do gado. Usos veterinários potenciais são no tratamento de diabetes, aumento da produção de leite, imunomodulador, na hiperlipidemia, bronquite, ulceras gástricas (principalmente em cavalos), na convalescença, anorexia e como pó no tratamento de feridas e machucados.

Informações em outros sistemas de saúde

Os árabes utilizam as sementes fervidas junto com tâmaras e figos secos para tratar bronquite e catarro. Iranianos usam a semente para menorragia. Libaneses fazem um milk-shake com as sementes para hipertensão. Também usam o pó para tratar diabete, dispepsia, febres, fraturas, problemas de pulmão, coração e tireoide. Usam ainda as raízes para tratar dores e reumatismo. Povos do norte da África utilizam as sementes fervidas para tratar esplenomegalia. Na Arábia Saudita é utilizada para eliminar pedras nos rins (cálculos renais).

O que diz a ciência

O feno grego reduz a absorção da glicose no trato gastrointestinal. Seu constituinte 4-hidroxyisoleucina pode estimular diretamente a insulina. Em pacientes de diabete do tipo 2, a erva demonstrou incrementar a secreção de células beta, aumentando a resistência à insulina e diminuindo significativamente os níveis de triglicerídeos, aumentando as lipoproteínas de alta densidade. O consumo de feno grego pode estar associado com a diminuição de oxalatos de cálcio depositados nos rins. Das sementes do Feno Grego são extraídos hormônios para a produção de pílulas de contraceptivos. Seus efeitos têm sido comparados ao do Omeoprazol em testes de úlceras gástricas induzidas em ratos (Pandian, 2002).

Astrologia

O Feno Grego é uma das plantas medicinais associadas por Culpeper ao signo de Gêmeos.

Indicações energéticas ou mágicas

Planta associada ao culto do deus Apolo. Erva citada na Bíblia cristã, no livro de Números 11: 5-6. Utilizar sementes de feno grego no balde de limpeza da residência e passar um esfregão com esta mistura nos pisos para atrair dinheiro para a casa.

Habitat

Esta planta cresce espontaneamente nas planícies superiores do rio Ganges e é cultivada largamente nas regiões subtropicais e tropicais.

Descrição da planta

O Feno Grego é uma das plantas medicinais que possui duas variedades.  A variedade mais alta é utilizada como ração de animais e a variedade anã é utilizada na culinária assim como para propósitos terapêuticos. É uma planta anual, com 30 a 60 cm. de altura. Três pequenas folhas unidas a um pecíolo circundam o topo desta planta.  As flores são brancas ou branco amareladas.  As sementes são marrons esverdeadas e alongadas com um profundo entalhe que atravessa uma das extremidades, dando-lhes uma aparência de gancho. As sementes secas são amareladas. Sua colheita é geralmente feita no final do inverno.

Vamos plantar?

Sua colheita é geralmente feita no final do inverno. O feno grego prefere o pleno sol. Deve ser plantada com 4 centímetros de distância em solos bem drenados. Se for plantada a partir de sementes, a germinação leva cerca de uma semana. Plantas de feno-grego não podem ser facilmente transplantadas, por isso devem ser plantadas diretamente no jardim. Para o crescimento contínuo, semear a cada três semanas. As plantas precisam de cerca de quatro meses para amadurecer e deverá crescer entre 30 e 60 cm à medida que amadurece. Quando as sementes estão maduras, toda a planta é cortada ou arrancada e levada a secar. As sementes são colhidas a partir de legumes antes de estarem totalmente maduros. Estes devem ser levados para secar, juntamente com as folhas da planta.

Artigos relacionados

Fontes de pesquisas utilizadas

http://www.plantamed.com.br/http://jardim.98905.com/plants-flowers-herbs/growing-herbs/1009106960.html • Fitoterapia na Diabetes na Medicina Ayurvédica – Dr. Bhagwan Dash (D.A.M.S, H.P.A, M.A, Ph.D) – Editora Chakpori • Wicca – A Feitiçaria Moderna – o livro das ervas, magias e sonhos – Gerina Dunwich • A cura pelos remédios caseiros – Guia de ervas e medicina natural – Raunei Iamoni – Ediouro • As plantas que curam – enciclopédia de plantas medicinais – Volume 1 – Dr. Jorge D. Pamplona Roger • Manual Ilustrado de Plantas Medicinais – Moacyr Pezati Rigueiro – Paulus • A astrologia da Mãe-Terra – Márcia Starck – Pensamento • Apostila Fito Chinesa II – Prof. Antonio de Bortolli – Delta Educação • As plantas e os planetas – Ana Bandeira de Carvalho – Ed. Nova Era • Segredos e virtudes  das plantas medicinais – Seleções do Readers Digest • Ervas do Sítio – Rosy L. Bornhausen – Bel Comunicação • Dukes Handbook of Medicinal Plants of the Bible – James A. Duke with Peggy-Ann K. Duke and Judith L. duCellier – CRC Press • Vademecum de Fitoterapia – Pedro Del Rio Pérez – Quitanda de Rueda (León – España) Diciembre/2005 • Master your metabolism – the all natural (all herbal) way to lose weight – Lewis Harrison – Sourcebooks INC • Herbal medicines in pregnancy and lactation – an evidence-based approach – Edward Mills, Jean-Jacques Dugoua; Dan Perri; Gideon Koren – Taylor and Francis • Canadian Medicinal Crops – Ernest Small e Paul M. Catling – NRC Research Press • The Ayurveda Encyclopedia – Swami Sadashiva Tirtha • The Big Herbal Encyclopedia – Anônimo – PDF • Handbook of Medicinal Herbs – James A. Duke with Mary Jo Bogenschutz-Godwin, Judi duCellier, Peggy-Ann K. Duke – CRC Press • Chinese and related North American Herbs  – phytopharmacology and therapeutics values – Thomas S. C. Li – CRC Press • Ayurvedic medicine – the principles of tradicional practice – Sebastian Pole – Churchill Livingstone • Veterinary Herbal Medicine – edited by Susan G. Wynn, Barbara J. Fougère – Mosby/Elsevier • Family Homeopathy – a practical guide for home treatment – Paul Calinnan – NTC Contemporary • Herbal Remedies – Andrew Chevalier – DK • Turmeric – the genus curcuma – P.N Ravindran, K. Nirmal Babu & K. Sivaradam – CRC Press •
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