Chapéu de Couro

Esta planta é uma depuradora de águas contaminadas e ornamental em lagos e aquários. O gênero Echinodorus, descrito por Louis Claude Marie Richars e Georg Engelmann, inclui 48 espécies tropicais com distribuição restrita às Américas e à África, muitas delas usadas como medicinais, e outras, como ornamentais.

 

Nome Científico:

Echinodorus macrophyllus Mich

Nomes botânicos:

Alisma macrophyllum Kunth, Echinodorus scaber Rataj., Echinodorus grandiflorus (Cham. e Schlech.) Mitcheli., E. muricatus. Gomphrena hyspidula.

Nomes Farmacêuticos:

Echinodorus folium et Echinodorus radix

Partes usadas:

Folhas, suco do caule e rizoma.

Composição Química:

Alcaloides, flavonoides, iodo, holosídeos, heterosídeos cardiotônicos, resinas, sais minerais, saponina, tanino, triterpenos.

Indicações para uso interno:

Sistema Gastrointestinal: afecções do estômago, úlceras,

Sistema Urinário e Genital: inflamação da bexiga, sífilis, doenças das vias urinárias, prisão de ventre, cistite, retenção urinária, uremia, anúria, prostatite, albuminúria.

Sistema Hepático: cálculos da vesícula biliar, insuficiência hepática, afecções do fígado, problemas da vesícula, vitiligo, esteatose hepática,

Sistema Respiratório: infecções das vias respiratórias, inflamações da garganta,

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: ácido úrico, gota, limpa impurezas do sangue, pressão alta, aterosclerose, mau colesterol, hipercolesterolemia, doença ateromatosa, doença aterosclerótica, demência aterosclerótica,

Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: nevralgia, gripe,

Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: artrite, reumatismo, dores nas juntas, lumbago, lombalgia crônica, dores nas costas,

Sistema Renal: cálculos renais, doenças renais, nefrite, pielonefrite, insuficiência renal,

Outros distúrbios: hidropsia, bócio, edemas, erupções cutâneas, para convalescença e debilidade orgânica, hidrofobia, picada de cobra, síndrome de Cushing, lipodistrofia, dores de cabeça, elimina lombrigas (ascaris),

Indicações para uso interno de partes específicas da planta::

Folhas – artrite aguda

Rizomas – hérnia.

Suco do Caule – dores de barriga,

Indicações para uso externo:

Pele e unhas: manchas da pele, moléstias da pele, sarna.

Outros distúrbios: prostatite (banho de assento).

Indicações para uso externo de partes específicas da planta:

Raízes – dermatoses, furúnculos, hérnia, reumatismo, hepatite crônica (cataplasma na região do fígado),

Folhas – erupções cutâneas, úlceras varicosas, dores reumáticas, eczemas, erisipela

Suco do caulepicadas de cobra.

Aromaterapia:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais:

Categoria 3 – Ervas para agir contra o reumatismo • Categoria 12 – Ervas para regular o sangue.

Uso homeopático:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Pets e outros animais:

As folhas são apropriadas para o consumo do gado.

Informações em outros sistemas de saúde:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Indicações energéticas ou mágicas:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Nome Conhecido:

Aguapé, Chá-de-campanha, Chá-de-mineiro, Chá-do-pobre, Congonha-do-brejo, Erva-de-bugre, Erva-do-brejo, Erva-do-pântano (português).

Família:

Alismataceae.

Sabor:

<p>Amargo e refrescante.</p>

Propriedades medicinais gerais:

Diurético, depurativo, antirreumático, anti-inflamatório, laxativo, hepático, colagogo, adstringente, tônico, antiartrítico, antissifilítico, energético, hipotensor, antinevrálgico, antilítico, antinefrítico, emoliente, anti-helmíntico, uricosúrico.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta:

Suco do caule – antiofídico.

Para crianças:

As mesmas indicações que para adultos, porém, nas doses infantis.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Interações medicamentosas:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Toxicidade:

Não apresenta toxicidade nas doses terapêuticas. O uso crônico demonstrou efeitos tóxicos.

Uso culinário e nutritivo:

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Sistemas Florais:

Florais da Floresta: “Trago força de Oxumaré. Sou desobstruidora dos caminhos atravancados por cargas energéticas pesadas. Trago suavidade e esperança. Sou poderosa na dissolução dos bloqueadores de mente, como o medo, a dúvida, o sono, o esmorecimento. Auxílio o trabalho dos médiuns de limpeza agindo como tonificador do sistema de eliminação dos resíduos de energia densa. Trabalho no corpo mental e astral. Pela limpeza do segundo chakra faço a ligação com energias ancestrais e abro o contato com outros mundos. Absorvo as forças da lua e com ela trago à consciência, os fantasmas ocultos nos pensamentos baixos. No sol, aumento a possibilidade de purificar. Com simplicidade alimento os corpos sutis, liberando as emoções sombrias que geram as doenças do corpo físico. “
Florais da Amazônia: efeito purificador. Aciona o mecanismo de eliminação. Trabalha com os líquidos do corpo, limpa e purifica energeticamente. Boa para dissolver nódulos e fazer a energia circular. É a água refletindo o sol, transformando-se em arco-íris, é uma ponte. Importante para médiuns que captam muita energia negativa e terapeutas em geral. Ativa a energia vital e o rejuvenescimento.
Florais de Minas: faz parte da fórmula Efluvium que propõe uma lavagem ou limpeza do sistema excretor etérico. A fórmula é indicada para pessoas com rigidez emocional e psíquica que somatizam sujidades, mucosidade e arenosidades.
Participa ainda da fórmula de fito floral Exsultat Liquor que propõe atuar nos revestimentos etéricos do corpo e fortalece o invólucro corporal sutil. Também presente na fórmula fito floral Imunis que propõe tonificar e modular as defesas físicas e etéricas. Participa ainda do fito floral Magnificat Liquor que propõe produzir equilíbrio entre a nutrição da alma e a voracidade do corpo e auxilia a tratar obesidade.

Medicina Chinesa (MTC):

A erva purifica o sangue (xue) e também é indicada em casos de invasão de vento-umidade nas articulações. Tonifica o Xue do Fígado e o Yang dos Rins e da Bexiga. Atua nos canais do fígado, bexiga e rins. Seu elemento predominante é a água.

Ayurveda:

Esta erva reduz pitta e kapha e agrava vata. Sua rasa é amarga e sua virya é fria. Sua vipaka é picante.

O que diz a ciência:

Esta erva apresenta forte atividade contra bactérias Gram-positivas.

Astrologia:

Erva utilizada em distúrbios relacionados ao trânsito da Lua em Touro, Lua em Libra, Lua em Peixes, Mercúrio em Libra, Mercúrio em Sagitário, Vênus em Sagitário, Vênus em Peixes, Júpiter em Câncer, Júpiter em Leão, Saturno em Áries, Saturno em Sagitário, Urano em Libra, Urano em Sagitário, Netuno em Libra, Netuno em Sagitário, Netuno em Escorpião, Plutão em Libra, Plutão em Sagitário, Plutão em Capricórnio. Seu regente é a Lua.

Habitat:

Espécie paludosa, autóctone da América Tropical, incluindo o Brasil, sendo encontrada nas margens dos rios, lagos, canais de drenagem e baixadas pantanosas. Originariamente encontrava-se abundantemente nas várzeas alagadiças.

Descrição da planta:

Planta herbácea vivaz, ereta, que cresce cerca de 1,5 m em altura. Apresenta folhas simples, longo-pecioladas, inteiras, coriáceas, eretas, oblongo-lanceoladas ou cordiformes, com 11 a 13 nervuras e cerca de 30 a 40 cm de diâmetro. As nervuras são salientes e as bordas maiores são curvadas em forma de chapéu. As flores são brancas, hermafroditas e dispostas em panícula verticilada. Fruto tipo aquênio, verde quando imaturo e castanho, quando maturo, contendo uma semente.

Vamos plantar?:

Para iniciar o plantio de chapéu-de-couro certifique-se que as sementes sejam de boa qualidade. Procure obter variedades adaptadas ao clima e solo da região. Outra opção são mudas formadas no caule a partir da germinação da semente presa à planta. O extrativismo na natureza é permitido somente com licença ambiental, que pode ser obtida em órgãos competentes.
Várzeas, lagos, margens de rios e canais de drenagem são ambientes adequados para a produção de chapéu-de-couro.
A erva adapta-se bem em locais úmidos e sombreados.
Por ser uma planta aquática, seu desenvolvimento vai bem em terrenos alagados ou brejosos. Assegure que o solo local seja livre de contaminações, como metais pesados, resíduos químicos e coliformes.
Faça o plantio em covas com espaçamento de 50 por 70 centímetros entre plantas. Não há necessidade de adubação, pois o solo de várzea, em geral, é bastante fértil.
As folhas devem ser colhidas antes de ocorrer a floração da planta. Durante a primavera e o verão é o período mais adequado para a colheita. Pique as folhas para facilitar a secagem.
A colheita acontece na primavera e no verão.

Fontes de pesquisa utilizadas:

http://www.plantamed.com.br/ • http://artinline.bighost.com.br/luia/florais1.htm • http://www.ibhep.com.br/index_arquivos/fifloraisminas.htm • https://celeirodobrasil.com.br/como-plantar-chapeu-de-couro/ • A vida cura a vida – Pe. Paulo Wendling – Paulinas • Anastásia Benvinda – plantas populares – Biblioteca Virtual • As plantas e os planetas – Ana Bandeira de Carvalho – Ed. Nova Era • CD Rom – Ervas Medicinais – Volume 1 – Anônimo • Coleção de plantas medicinais aromáticas e condimentares – Mery Elizabeth Oliveira Couto – Embrapa • A cura pelos remédios caseiros – Guia de ervas e medicina natural – Raunei Iamoni – Ediouro • Plantas medicinais na Amazônia e Mata Atlântica – Luiz Claudio Di Stasi e Clélia Akiko Hiruma-Lima – Editora Unesp • The Yoga of Herbs – Dr. David Frawlwy and Dr. Vasant Lad – Lótus Press • ITF – Índice Terapêutico Fitoterápico – EPUB • Plantas que curam – Enio Emmanuel Sanguinetti – Editora Rigel • Fórmulas Mágicas – Dr. Alex Botsaris – Ed. Nova Era •