Babosa

Existe uma grande controvérsia sobre a segurança quanto ao uso interno suco da babosa. Pessoas que são adeptas de seu uso, por vezes, incrementam o suco com gengibre e mel. Médicos americanos usam o suco da babosa para tratar queimaduras nucleares e de outras radiações. Existem mais de 200 espécies de aloés. Juntamente com o Aloé vera, o mais utilizado é o Aloé ferox Miller. Em Portugal foram introduzidas cerca de 50 espécies, algumas das quais bem representadas nos arredores de Lisboa, principalmente na margem direita do Tejo. Esta planta é originária da África, sendo conhecida pelos gregos e romanos que utilizavam o gel para tratar feridas. Durante a Idade Média foi usado como purgante. Atualmente, esta planta é muito cultivada na Índia e um pouco por todo o mundo. O gel é usado para problemas dérmicos, enquanto que a planta seca tem um efeito laxante. Alegada como um dos ingredientes secretos da beleza de Cleópatra. Mais informações no texto abaixo.

Nome científico

Aloe vera L. ex Webb.

Nome conhecido

Aloé vulgaris, Aloé barbadensis, Aloés, Azebre, Caraguatá, Erva babosa, Aloé perfoliata, Babosa-de-botica, Babosa medicinal, Barbosa, Erva-de-azebre, Babosa-folha-miúda, Babosa-de-jardim, Caraguatá-de-jardim, (Português), Aloes (latim), Aloe (inglês e italiano), Áloe, Savila, Zábila, Pita zábiia (Espanhol), Aloés (Francês), Lu Hui (Chinês).

Nomes botânicos

Aloe barbadensis DC., Aloe barbadensis Mill., Aloe barbadensis Mill. var. vulgaris, Aloe pemk., Aloe perfoliata Vell., Aloe perfoliata var. vulgaris Aubl., Aloe vera (L.) Burm. f., Aloe vulgaris Lam., Aloe arborescens Mill, Aloe barbadensis-officinalis.

Nomes farmacêuticos

Herba Aloes.

Família

Liliáceas/ Aloeaceae.

Partes usadas

Principalmente a seiva das folhas, mas também raiz e flores.

Sabor

Amargo.

Composição química

Polissacárido (glucose), prostaglandinas (ácidos gordos cíclicos e oxigenados), outros ácidos gordos (gama-linoleico), prostaglandinas, enzimas (amilase), antraquinonas (aloína), aminoácidos essenciais (lisina, isoleucina, fenilanina, valina, leucina, mettionina, triptofano e teonina), aminoácidos não essenciais (ácido aspártico, ácido glutâmico, alanna, prolina, histidina, serina, glicina, arginina, tirosina), vitaminas (vitaminas A, B1, B5, B6, B12, C, E), sais minerais (cálcio, fósforo, cobre, ferro, magnésio, manganês, potássio, sódio, titânio, zinco, iodo, enxofre, níquel, boro), barbalodina, aloquinodina, emodina, aloetina, ácido pícrico, resinas.

Propriedades medicinais gerais

Emenagogo, purgativo, refrigerante, rejuvenescedor, expectorante, antipirético, abortivo, anti-inflamatório (uso tópico), umectante (uso tópico), emoliente (uso tópico), demulcente (uso tópico), regenerador (uso tópico), cicatrizante (uso tópico), antisséptico (uso tópico), resolutivo, adstringente, anestésico, anticancerígeno, anti-hemorrágico, anti-oftálmico, antí-prurítico, antitóxico, bactericida, cicatrizante, colerético, dilatador capilar, estimulante granulatório, fungicida, hidratante, limpador natural, proteolítico, virucida, vulnerário, depurativo, tonificante.

Propriedades medicinais de partes específicas da planta

Raízes – diurético.

Flores – carminativo.

Seiva – vermífugo.

Indicações para uso interno

APESAR DAS INFORMAÇÕES EXISTENTES NA LITERATURA, DESACONSELHAMOS O USO INTERNO DA BABOSA IN NATURA, POR FALTA DE COMPROVAÇÃO CONFIÁVEL DE USO SEGURO POR VIA INTERNA.

Sistema Gastrointestinal: obstipação crônica, purificador dos intestinos, colite, constipação, disenteria, inflamação intestinal, problema digestivo, úlceras pépticas e estomacais.

Sistema Urinário e Genital: amenorreia, fluxo escasso, cólicas, distúrbios nos ovários, cistos, miomas, tonifica e rejuvenesce o útero,

Sistema Hepático: hepatite, icterícia, hepato-esplenomegalia,

Sistema Respiratório: asma, tuberculose,

Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: reduz colesterol, anemia, arteriosclerose, hipertensão.

Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: adenomegalia, esclerose múltipla, gripe,

Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: reumatismo, bursite, artrite, dor muscular,

Outros distúrbios: regula metabolismo dos lipídios e açucares, diabetes, febres de origem inflamatória, acne, alopecia, aids, cancro (de pele, digestivo e do cólon), dermatite, doenças dos olhos, dor de cabeça, erupção cutânea, estimulante do crescimento, inflamação em geral, insônia,

Indicações para uso interno de partes específicas da planta

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Indicações para uso externo

Pele e unhas: ferimentos, hidratar a pele, infecção de pele, pé de atleta, queimaduras solares, doenças inflamatórias da pele, acne, psoríase, eczemas pruriginosos, picadas de insetos, refresca a pele, auxilia tratamento de úlceras nas pernas, queimadura comuns, parar de roer unhas (pó sobre as unhas), espinhas, cravos, antirrugas, manchas, câncer de pele, herpes facial, dermatites, pele seca, alergia, removedor de maquilagem, pós-barba, desodorante, pós-depilação, pós-sol, rejuvenescimento.

Cabeça e face: queda de cabelo, seborreia, inflamações nos olhos, cabelos secos, caspa,

Cavidade bucal: lábios rachados,

Indicações para uso externo de partes específicas da planta

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Para crianças

Seu uso deve ser evitado uso em crianças de berço, pois pode causar regurgitamento.

Quando não devemos usar esta erva (contraindicações)

Seu uso interno não é recomendado no Brasil, de acordo com a CONAFIT (Comissão Nacional de Assessoramento em Fitoterápicos) na resolução – RDC nº17, de 24-04-2000. Evitar uso interno durante a gravidez, em hemorragias uterinas, em casos de menstruações abundantes, em crianças, em enterocolite, na inflamação do apêndice, inflamação do útero, inflamação da vesícula biliar, inflamação dos rins, prostatite, cistite, grandes varizes, hemorroidas com sangramento. Na amamentação, o uso interno pode causar diarreia na criança. Seu efeito laxativo drástico pode trazer complicação ao aparelho digestivo. Evitar uso interno para crianças, mulheres grávidas, que amamentam, no período da menstruação (provoca congestionamento dos órgãos pélvicos), com inflamações uterinas e ovarianas, predisposição ao aborto, também para aqueles que sofrem de hemorróidas, fissuras anais, cálculos da bexiga, varizes, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites, cistites, disenterias, nas nefrites. Ter cautela no uso interno, pois em doses acima do normal podem provocar nefrites. O uso externo deve ser preferido. Ocasionalmente pode também causar dores abdominais, fortes diarreias (que os defensores do uso afirmam ser o “efeito limpeza”) e, em doses elevadas, pode causar inflamação nos rins. O uso interno prolongado provoca hipocalemia, diminui a sensibilidade do intestino, necessitando aumento gradativo da dose, ocasionando o surgimento de hemorroidas. O uso externo da polpa ocasionalmente pode ressecar excessivamente a pele, neste caso é também contraindicada para tratamento de doenças cutâneas. Pode causar irritação dérmica e ocular, além de intoxicação aguda, podendo levar à morte. O uso de apenas 8 g do pó pode até levar a morte. Em doses elevadas, podem ocorrer desmaios, hipotensão, hipotermia e nefrite.

Interações medicamentosas

O pó deve ser consorciado com ervas carminativas como açafrão, pétalas de rosa ou erva-doce, para evitar cólicas intestinais.

Toxicidade

O gel ou sumo de aloés pode provocar reações alérgicas quando se aplicado sobre a pele. Uma de cada 200 pessoas, aproximadamente, é alérgica ao aloés. Se poucos minutos depois de espalhar umas gotas de sumo de aloés sobre a pele das costas, aparecer um ligeiro rubor e comichão, é sinal de alergia ao aloés.

Uso culinário e nutritivo

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Aromaterapia

O óleo de Aloe Vera concentra suas mais importantes características e é altamente explorado pela indústria farmacêutica na composição de diversos medicamentos, principalmente para tratamentos de pele, graças às suas propriedades regenerativas. Ele reduz as impurezas da pele, agindo como limpador, eliminando aquelas manchas indesejadas, e é também um excelente aliado no tratamento de acne e na redução das temidas rugas, por eliminar as camadas velhas de pele, além de deixá-la com um aspecto mais macio devido ao seu poder de hidratação. Em relação as suas propriedades regenerativas, o óleo é ainda empregado no tratamento de feridas por promover a cicatrização, além de ser uma ótima opção para tratar as queimaduras, pois é um anti-inflamatório natural. O óleo de babosa é útil ainda como tratamento auxiliar para artrite, asma, sinusite, dores musculares e problemas digestivos devido às suas enzimas que contribuem para o processo da digestão. O uso irrestrito do óleo pode provocar algumas reações alérgicas isoladas, que variam de pessoa para pessoa. Em caso de qualquer sinal de intolerância ao mesmo, seu uso deve ser imediatamente interrompido. (fonte: ttps://www.oleobeneficios.com.br/oleo-aloe-vera-babosa-beneficios-propriedades/).

Sistemas Florais

Florais da Califórnia: para atividade criativa integrada com energia vital plena; expressão ativa do fogo da alma. Utilizado para quem dá ênfase excessiva nas forças da vontade e num “fervor” criativo; esgotamento ou hábito de trabalhar demais. Aquele que necessita da essência floral Aloe Vera “queima a vela nas duas pontas”. Tem uma abundância inata de energias ígneas, mas tende a usá-las de modo excessivo e literalmente “se consome”. Típico da personalidade Aloe Vera é o viciado em trabalho, workaholic, cujo ímpeto é tão intenso que ele negligencia as próprias necessidades físicas e emocionais, sacrificando muitas vezes o descanso, a alimentação e o contato social a fim de alcançar seus objetivos. Tal atitude enfraquece sua capacidade de experimentar a vida de um modo apaixonado, empobrecendo a vida emocional e drenando do corpo a energia vital. Embora a força de vontade possa levar tal pessoa muito longe, ela acaba por atingir o ponto de exaustão, esgotamento ou colapso. Aloe Vera ajuda os aspectos anímicos e físicos a alcançarem uma maior harmonia, pois traz a nutrição proveniente da polaridade água da vida – as qualidades fluidas de renovação e rejuvenescimento. Quando a alma aprende a equilibrar as forças ígneas da vontade com a fonte de sentimento localizada no coração, um extraordinário fluxo de criatividade positiva e espiritualidade pode ser vivenciado. Florais de Saint Germain: a energia desta essência floral vem mostrar a importância de se sentir vivo e da disposição de seguir em frente com alegria e com o coração aberto, sem medo. Trabalha a baixa autoestima. Para os que foram traídos e carregam o sentimento de desvalorização por se sentirem hostilizados, carregam um sentimento de inadequação, sentimento de negação de si mesmos, sentimento de solidão. A cristalização desta energia Aloe pode se manifestar no físico: colite, taquicardia, flatulência, hemorroidas, irritação no cólon. Florais do Sul: a essência age nos sentimentos profundos de traição. É indicada em qualquer situação onde houve rompimento de tecidos. Florais do Cerrado: indicado para pessoas que passaram por tristezas profundas, desilusões, decepções. Por conta disso, sentem-se tristes, desanimadas, e não veem mais sentido na vida, tornando-se suicidas em potencial, quer a nível consciente ou inconsciente. Indivíduos que apresentam tendência a concentrar a energia no plano mental, com dificuldade de vivenciar o momento presente. Este floral trabalha o fluxo de energia mental, energizando o corpo físico. Fortalece a aura humana, momentaneamente dispersa, renovando o ânimo e a vontade de viver. Propicia ao indivíduo que entre em contato com suas perdas e dores, como um guerreiro que enfrenta as batalhas com coragem, possibilitando a cura. Ajuda a dissolver o inconsciente coletivo da dor. A dor no corpo físico. Aconselho usar a babosa com reservas, pode provocar irritação quando entra em contato com a emoção reprimida.

Medicina Chinesa (MTC)

Seu nome chinês é Lu Hui. Indicado para estagnação de Qi (energia) dos intestinos, fogo do fígado, estagnação de Qi do útero, de Qi do estômago e de Qi do fígado. Evitar tomar esta planta isoladamente. Se for consumir, adicione um pouco de gengibre, tamarindo ou semente de funcho para minimizar os efeitos de cólicas abdominais. Não deve ser usada por longos períodos de tempo. Seu elemento é o fogo e a planta atua nos canais do Fígado, Baço/Pâncreas e Coração.

Relacionado com as seguintes categorias das ervas medicinais

Categoria 20 – ervas para uso externo.

Ayurveda

Seu nome ayurvédico é Kumari. O gel, em pequenas doses, é tridosha. O pó reduz Pitta e Kapha e aumenta Vata. Sua rasa e amarga, adstringente, doce e picante, sua virya é fria e sua vipaka é doce. É considerado um dos principais tônicos hepáticos, junto com Bhringaraj. Tonifica todos os fogos (agni), ao mesmo tempo. O gel deve ser usado sem resquícios da casca. Atua em todos os tecidos, porém com mais intensidade no circulatório, reprodutivo feminino, digestivo, nervoso e excretório. Em pequenas doses, tonifica o estômago. Em grandes doses é purgativo. Controla excesso de Pitta. É rejuvenescedor para o tipo Pitta.

Uso homeopático

Na diarreia, utilizar 3 gotas/glóbulos de Aloe C5, de duas em duas horas.

Pets e outros animais

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Informações em outros sistemas de saúde

Na região da Mata Atlântica, o suco preparado com as folhas dessa espécie é utilizado, internamente, como anti-inflamatório e no alívio de dores de cabeça e, externamente, como cicatrizante. Como planta medicinal, a babosa é conhecida e usada desde a antiguidade, e em nossos dias, encontra inclusive novas aplicações. Através da Bíblia, sabemos que a planta fazia parte de uma composição para embalsamar corpos, como o de Cristo. Gregos e romanos a usaram em suas medicinas. Árabes popularizaram seu uso na Península Ibérica. Do suco que escorre de suas folhas cortadas, se obtém por desidratação, uma resina chamada pelos espanhóis “acibar”, muito empregada em outras épocas.

O que diz a ciência

Não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.

Astrologia

A planta é regida pela Lua e diretamente associada aos signos de Câncer e Peixes. Utilizada em patologias associadas ao trânsito do planeta Plutão em Câncer, Plutão em Virgem, Plutão em Sagitário, Plutão em Capricórnio.

Indicações energéticas ou mágicas

Acredita-se que sua aura energética seja da cor laranja e que a planta pode ajudar no desligamento mental. Associada à deusa Ártemis e as qualidades energéticas da devoção, emotividade, imaginação, pureza e proteção.

Habitat

Originária do Sul de África, mas expandido pelas regiões quentes e desérticas da América (Antilhas e América Centrai) e Ásia.

Descrição da planta

Apresenta folhas longas, grossas, largas na base e terminando em ponta, com espinhos nos lados, e que nascem ao redor de um caule central. Quando floresce, nasce entre as folhas uma longa haste, em cuja ponta se forma um cacho vermelho ou amarelo de flores em forma de tubo, que vão caindo, enquanto novas desabrocham. Pode chegar a atingir três ou quatro metros de altura. As folhas são carnudas, de forma lanceolada, e com os bordos espinhosos. As flores pendem todas de um longo caule.

Vamos plantar?

Pode ser cultivada ao longo de todo ano. A propagação por sementes é muito lenta, e nem sempre é possível a obtenção de sementes. Prefere solo bem drenado, sílico-argiloso, sem acidez, permeável e solto. O excesso de água nas raízes pode provocar deterioração das raízes. A planta tolera solos pobres. Seu espaçamento deve ser de 1,0 x 0,7m. Sua propagação é por estolões: mudas que se formam lateralmente à cepa, com cerca de 10cm de altura. A propagação por sementes é muito lenta, e nem sempre é possível a obtenção de sementes. Deve-se empregar substratos porosos como areia, casca de arroz tostada, vermiculita ou a mistura de deles. Para a aclimatação das mudas deve-se enraizá-las em viveiro, coberto com sombrite a 70%. Optar pela irrigação por nebulização, de modo a permitir a manutenção do substrato uniformemente úmido ao longo do dia. Estimula-se as brotações axilares e a formação de brotos adventícios mediante a decapitação dos renovos. As brotações são facilmente enraizadas com IBA e meio MS modificado, a temperatura de 25ºC. O rendimento é de 2.000 plantas em 6 meses, partindo de 5 brotos decapitados. O plantio acontece ao longo de todo ano. Transplantar as mudas quando apresentarem 15 a 20cm de altura ou 4 a 6 folhas. A adubação deve ser fosfatada e potássica. A irrigação deve ocorrer apenas durante os períodos de estiagem. O contato das folhas com o solo úmido favorece o apodrecimento das mesmas. Seu florescimento ocorre de agosto a setembro e a colheita deve ser feita, preferencialmente, ao final da floração, quando o escapo floral está seco. Colhe-se apenas as folhas mais desenvolvidas. O teor de gel e polipeptídios é maior nas folhas maduras, do que nas jovens. O rendimento é de 100kg/ha no primeiro ano, podendo chegar a 400 a 1.000kg/ha no quinto ou sexto ano. O cultivo pode durar até o décimo ano. Cada folha madura atinge 420 a 450g por folha, atingindo 50 a 60cm de comprimento.

Fontes de pesquisas utilizadas

http://www.plantamed.com.br/ • https://www.oleobeneficios.com.br/oleo-aloe-vera-babosa-beneficios-propriedades/ • http://www.essenciasflorais.com.br/floral/aloe-vera-florais-california/ • http://www.homeopatiahncristiano.com.br/florais-saint-germain-aloe.html • http://floraisdosul.com.br/essencias.php • Enciclopédia de Medicina Natural – Marcílio Franco da Costa Pereira – Madras • Ayurveda – A ciência da longa vida – Dr. Edson D´Angelo e Janner Rangel Côrtes – Madras • A vida cura a vida – Pe. Paulo Wendling – Paulinas • Plantas Medicinais – Usos populares tradicionais – P. Clemente J. Steffen, S.J. – Instituto Anchietano de Pesquisas/Unisinos/2010 • Wicca – A Feitiçaria Moderna – o livro das ervas, magias e sonhos – Gerina Dunwich • As plantas que curam – enciclopédia de plantas medicinais – Volume 1 – Dr. Jorge D. Pamplona Roger • As plantas curam – A. Balbach – Ed. Vida Plena • Manual Ilustrado de Plantas Medicinais – Moacyr Pezati Rigueiro – Paulus • Coleção de plantas medicinais aromáticas e condimentares – Mery Elizabeth Oliveira Couto – Embrapa • Apostila Fito Chinesa II – Prof. Antonio de Bortolli – Delta Educação • As plantas e os planetas – Ana Bandeira de Carvalho – Ed. Nova Era • Segredos e virtudes das plantas medicinais – Seleções do Readers Digest • Plantas medicinais na Amazônia e Mata Atlântica – Luiz Claudio Di Stasi e Clélia Akiko Hiruma-Lima – Editora Unesp • The Yoga of Herbs – Dr. David Frawley and Dr. Vasant Lad – Lótus Press •